Alterações na Lei do Motorista – Participe do encontro virtual

A Assessora Jurídica do Sistema Fetransul, Dra. Raquel Caleffi irá falar sobre os Impactos da ADI 5322 que trata sobre a Lei do Motorista. O evento faz parte de mais uma edição do Conexão RH SEST SENAT! Um momento de encontro e troca entre os setores de Recursos Humanos das empresas. Data: 10/10 Horário: 10h Clique AQUI e inscreva-se!

SEST SENAT realiza feiras de empregabilidade em diferentes regiões do país

As pessoas que buscam oportunidades no mercado de trabalho têm à disposição mais um serviço oferecido pelo SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte). Trata-se da Feira de Empregabilidade SEST SENAT, que reúne, em edições regionais, empregadores em busca de contratar profissionais qualificados para ocupar vagas disponíveis no mercado de trabalho. No mês de setembro, a Feira foi realizada em Contagem (MG) e Fortaleza (CE). Na primeira semana de outubro, as cidades de Porto Alegre (RS) e Guarulhos (SP) também realizaram edições. Ainda em 2023, está previsto que a iniciativa chegue a três cidades: Deodoro (RJ), nos dias 31/10 e 1º/11; Manaus (AM), em 10/11; e Goiânia (GO), nos dias 13 e 14/11. Os interessados em participar das edições que ainda vão ser realizadas devem entrar em contato diretamente com a unidade do SEST SENAT da cidade. Clique aqui para ver os contatos. Todas as edições da Feira contam com estandes onde empregados das empresas cadastram currículos e anunciam as vagas disponíveis. Os profissionais que buscam uma recolocação no mercado de trabalho devem cadastrar o currículo na plataforma Emprega Transporte (saiba mais a seguir). A iniciativa é ainda uma oportunidade de capacitação para quem busca entender que tipo de ocupações o mercado oferece e como se qualificar melhor para concorrer a uma vaga. Quem participa da Feira tem a chance de conhecer cursos e oficinas ofertados pelo SEST SENAT. Durante as feiras, são promovidas rodas de conversas e palestras — inclusive com temas motivacionais, cujo foco é colaborar para a autoestima e a saúde dos trabalhadores. O SEST SENAT atua como mediador nesse processo, reforçando o papel social de contribuir para o desenvolvimento das empresas e para o aumento da empregabilidade no setor. Emprega Transporte Além das feiras presenciais, o SEST SENAT dispõe o Emprega Transporte. Trata-se de uma plataforma de empregabilidade em que trabalhadores do transporte — que já fizeram alguma qualificação no SEST SENAT — podem cadastrar ou atualizar seus currículos. Da mesma forma, empresas do setor cadastram suas vagas e podem pesquisá-las em um banco de currículos. A ferramenta funciona como um espaço virtual para cruzar os currículos inseridos no banco de talentos com as vagas ofertadas pelos empregadores presentes na Feira de Empregabilidade. A ação visa agilizar a busca por oportunidades, direcionando o candidato à empresa que tenha anunciado a vaga que melhor se encaixa no seu perfil profissional. Fonte: SEST SENAT

Participe com o Sistema Fetransul da 3ª Rodada da Pesquisa Índice CNT Confiança do Transportador

A pesquisa é exclusiva para os transportadores gaúchos. Clique AQUI e responda! Com o apoio do Sistema Fetransul, a sondagem é voltada para os representantes do segmento rodoviário de cargas do Rio Grande do Sul. Trata-se do Índice CNT de Confiança do Transportador, um levantamento inovador cuja ideia é conhecer a visão do empresário do transporte sobre o cenário macroeconômico e, nesse aspecto, o que ele considera fundamental para a evolução da sua empresa. O questionário é curto e leva poucos minutos para ser respondido. Além disso, as informações coletadas são confidenciais e só serão publicadas de forma agrupada, sem a identificação de sua empresa.  Contamos com a sua participação! SISTEMA FETRANSUL | CNT | SEST SENAT | ITLSistema Transporte

30ª edição do Prêmio CNT de Jornalismo revela os seus finalistas

Os 35 melhores trabalhos deste ano serão avaliados por um corpo de jurados formado por jornalistas de renome e um especialista em transporte; as matérias concorrem ao Grande Prêmio (R$ 60 mil) e às premiações por categoria (R$ 35 mil cada) Em sua 30ª edição, o Prêmio CNT de Jornalismo já tem os seus 35 trabalhos finalistas. Para chegar a esse resultado, as reportagens e fotografias inscritas foram validadas pela Comissão Organizadora e avaliadas por um grupo fixo de pré-selecionadores, formado por cinco jornalistas com atuação acadêmica.  Essa avaliação seguiu os seguintes critérios: relevância para o setor de transporte, para o transportador e para a sociedade; qualidade editorial; criatividade/originalidade; e atualidade dos temas. As pautas abordaram aspectos do transporte, seja ele rodoviário, ferroviário, aquaviário ou aéreo – nos segmentos de passageiros ou cargas.  Os materiais se enquadram nas categorias Áudio (para matérias de rádio e podcasts), Fotojornalismo, Impresso, Internet, Meio Ambiente e Transporte e Vídeo (para reportagens e documentários veiculados na TV e em serviços de streaming). A grande novidade desta edição foi a criação da categoria Comunicação Setorial, voltada a entidades representativas do setor de transporte. Os finalistas, agora, serão avaliados pelo corpo de jurados do Prêmio, que, neste ano, é composto por: Alex Capella, Jornalista do Senado Federal; Luiz Megale, jornalista e apresentador da Band; Marina Amaral, diretora da Agência Pública; Milton Jung, âncora da CBN; e Marcus Quintella, diretor da FGV Transportes. O trabalho com a maior nota receberá o Grande Prêmio CNT de Jornalismo, no valor de R$ 60 mil. Os ganhadores das demais categorias recebem, cada um, R$ 35 mil. Os vencedores serão conhecidos no início de novembro. Conheça os finalistas Áudio “Custo estrada: O impacto das rodovias na mesa do brasileiro” Mardélio Couto, Rádio Itatiaia “De popular a sonho distante: Como os carros se tornaram artigo de luxo em cinco anos?” Deborah Fortuna e Gabriela Echenique, CBN “Eu morri numa briga de trânsito” Jader Silva Barbosa, BandNews FM “Nina: Liberdade de ir e vir” Beatriz Irineu Ferreira, Rádio Verdes Mares (CE) “Problema crônico: pessoas negras ignoradas nos pontos de ônibus” Jader Silva Barbosa, BandNews FM Fotojornalismo “Crise Yanomami” Frederico Magno, O Tempo “Greve no metrô prejudica 2,8 milhões” Werther Santana, Estado de S.Paulo “Mar de carros” Danilo Verpa, Folha de S.Paulo “Reflexo do transporte na economia” Vitor Jubini Venturin, A Gazeta (ES) “Transporte de alto risco sobre as águas” Márcio Silva, Jornal A Crítica (AM) Impresso “As revelações do cartel do asfalto em obras do governo federal” Flávio Machado Ferreira, Folha de S.Paulo “Investimento público em mobilidade caiu à metade em uma década” Cássia Almeida, O Globo “Raio X das mortes no trânsito: Onde mais acontecem, quais são as causas e como podem ser evitadas” Luiz Ribeiro dos Santos, Estado de Minas “Rotas da mobilidade” Queila Ariadne, O Tempo “Viagem cancelada: O preconceito que limita o ir e vir da comunidade” Pedro Grigori, Correio Braziliense Internet “Após 50 anos de entraves, ampliação da hidrovia Araguaia-Tocantins pode ficar completa” Leonardo Eterno Ribeiro, CNN Brasil “Cargueiros do pó” Mirelle Pinheiro, Metrópoles “Estradas de papel” Jade Abreu, Metrópoles “Porto de Fortaleza em crise” Claudio dos Santos Ribeiro, O Povo “Uma BR-319 no meio do caminho” Leanderson Cavalcante, Amazônia Real Meio Ambiente e Transporte “Em busca da mobilidade sustentável” Rone Carvalho, Jornal Diário da Região “Estrada irregular e grilagem no litoral do Ceará” Claudio dos Santos Ribeiro, O Povo “Ferrogrão afetará pelo menos 6 terras indígenas, 17 unidades de conservação e 3 povos isolados” Leandro Melito Ferreira, InfoAmazonia & O Joio e O Trigo “Minas Sustentável – Mobilidade” Juliana Pereira Dias, Record TV “Rio Capibaribe” Caíque Luiz Batista, TV Globo Pernambuco Vídeo “Assédio no trem” Luciana Osório Luz Cassol, TV Globo “Jornada no maior rio do mundo” Camila Moraes, Record TV “Os salva-vidas do asfalto” Giselle Barbieri, Record TV “Saques de cargas: Violência e medo nas estradas do país” Pedro Rockenbach, TV Globo “Transgarimpeira: A rota do ouro ilegal na Amazônia” Mariane Salerno, Record TV Comunicação Setorial “Campanha alerta o perigo que mototáxi gera à vida e à segurança” Fetpesp (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado de São Paulo) “Em marcha lenta” NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) “Podcast De ponto a ponto” Sindiônibus (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará) “Tecnologia no transporte coletivo abre caminhos para o combate à evasão escolar na rede pública” Fetralse (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados de Alagoas e Sergipe) “Valorização da maturidade” Abrati (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) Por Agência CNT Transporte Atual

Entrevista com Jeffrey Rogers – Aprendizagem e Inovação

A entrevista fez parte do evento Executive Program que aconteceu de 01 a 04 de outubro em Embu das Artes (SP), em parceria com a Singularity University Brazil — empresa estadunidense que oferece programas de educação executiva, incubadora de empresas e serviços de consultoria empresarial. O Sistema Fetransul esteve representado pelo presidente Afrânio Kieling, vice-presidente Glademir Zanette e diretoras Thais Bandeira e Taís Lorenz. Confira: LIFELONG LEARNING: COMO SER UMA LIDERANÇA INOVADORA QUE APRENDE A APRENDER? O futuro não será construído em um dia ou uma semana. Essa é a visão de Jeffrey Rogers, expert em facilitação da Singularity University e diretor de aprendizagem e facilitação da consultoria boutique Be Radical. Sobre o processo de aprendizagem, Rogers ressalta a importância do desconhecido. “Reconhecer o que não sabemos é o primeiro e mais essencial passo para fazer perguntas novas e diferentes”, pontua. Em entrevista à SingularityU Brazil, Jeffrey falou sobre as oportunidades nas crises no ecossistema de inovação, a necessidade de estar sempre aberto para o aprendizado contínuo e a função do pensamento distópico quando se discute o pensamento exponencial. Referência em temas como estudos de futuro, conexões de valor e aprendizado, Jeffrey vem ao Brasil em março para facilitar a oitava turma do Executive Program da SingularityU Brazil. A conversa você confere abaixo. SingularityU Brazil – Na sua opinião, qual é o papel do lifelong learning (aprendizado contínuo) em 2023? Por que você acha que é tão importante líderes terem isso em mente? Jeff Rogers: Deixando de lado a pandemia de Covid 19 como uma anomalia histórica, os outros principais impulsionadores da mudança que vêm refazendo o mundo nos últimos anos não vão a lugar nenhum. No mínimo, éprovável que se intensifiquem e experimentaremos uma transformação mais rápida das economias, sistemas políticos e sociais, saúde e meio ambiente.Para pegar emprestado uma fala de Eric Shinseki, os líderes que não gostam de mudanças gostarão ainda menos da irrelevância. A alternativa é o lifelong learning. SU – Por que é tão importante ser um lifelong learner quando pensamos em inovação?JR – Uma parte muito significativa da inovação é criar combinações novas e úteis de ideias, e ferramentas existentes.O lifelong learning e a exposição a novas informações e conceitos nos ajudam a fazer essas conexões inéditas.Mas isso não é suficiente por si só. A inovação também depende da identificação do que é mais útil dentro dasnovas conexões e combinações, e isso se resume em grande parte à experimentação e teste – que são efetivamentesobre aprender fazendo em sua essência. Se não aprendermos a aprender, não inovamos e não nos adaptamos. SU – O ecossistema de inovação está passando por uma crise agora? Como passar por esse momento sem perder o apetite pela disrupção?JR – Sempre há uma crise. Este momento – como qualquer outro – também oferece uma oportunidade: inovadores e investidores têm a oportunidade de recalibrar e reconsiderar o valuation de seus empreendimentos. Que ideiassão realmente dignas de investimento? Que problemas realmente clamam ou exigem soluções melhores e escaláveis? Eu suspeito que as respostas honestas a essas duas perguntas levem inovadores e investidores a possibilidadesque podem parecer bem diferentes de algumas das áreas mais quentes do recente boom tecnológico de dinheiro fácil. SU – Como os líderes podem se beneficiar da incerteza do futuro?JR – Reconhecer o que não sabemos é o primeiro e mais essencial passo para fazer perguntas novas e diferentes – do tipo que realmente desbloqueiam a descoberta e a inovação. Se queremos mudanças, temos que fazer perguntasnovas e diferentes. Esse é um processo que primeiro requer e depois recompensa entrar na incerteza como líder. SU – Como podemos manter o desejo de ser inovador e não ser tão distópico?JR – O pensamento distópico tem seu lugar e também seu propósito. O objetivo do pensamento distópico (por exemplo, grande parte da grande ficção científica) não é enfraquecer os agentes de mudança ou desencorajar os líderes de trabalhar para um amanhã melhor. Muito pelo contrário: quando nos deparamos com uma visão de um futuro que não queremos ter, devemos nos perguntar o que podemos fazer hoje para tornar esse tipo de futuro menos provável, o que podemos fazer hoje para criar resiliência contra esse tipo de futuro em nossa sociedade,nossas organizações e nossas comunidades. SU – Líderes se deparam com diversos desafios em seu dia a dia. Como estar aberto ao conhecimento?JR – Duas coisas: primeiro, abrace a curiosidade. Se não nos dermos permissão para questionar e explorar, não nos daremos permissão para aprender e mudar. Em segundo lugar, reconheça que isso não acontece de uma só vez – ou apenas uma vez. O aprendizado e a transformação devem ser permanentes e contínuos para que o nosso hoje esteja sempre a serviço do amanhã que queremos ver. Não construiremos o futuro em um dia ou uma semana, mas devemos estar sempre aprendendo nosso caminho na direção certa e construindo à medida que avançamos. Fonte: Equipe SingularityU Brazil

PL 1949/2021 vai para Sanção Presidencial

O prazo de Interposição de Recurso para o PL 1949/2021, do Deputado Celso Maldaner, perante a mesa do Senado Federal, encerrou no dia de ontem, 05 de outubro sem que nenhum recurso fosse apresentado. Dessa forma, a matéria segue para Sanção Presidencial. Confira aqui o  Projeto de Lei nº 1.949/2021 Saiba mais: Foi aprovado, no dia 26 de setembro de 2023 na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado Federal, o Projeto de Lei nº 1.949/2021  que estabelece a não caracterização como perigosas das atividades ou operações que envolvam exposição aos inflamáveis contidos em tanques de combustíveis originais de fábrica e suplementares. Ou seja, o texto deixa claro que quaisquer quantidades de combustível usado para o consumo do veículo não são consideradas atividades ou operações perigosas que impliquem em risco acentuado aos motoristas. A proposta cumpriu o prazo para apresentação de recursos de cinco dias (de 28/09/2023 a 04/10/2023).

Congresso derruba veto de Lula e retoma multa para motoristas profissionais que deixam de fazer exame toxicológico obrigatório

Obrigatoriedade do exame já estava na lei que disciplina a concessão de CNH para motoristas profissionais. Decisão de derrubar o veto foi apoiada por parlamentares da oposição. O Congresso Nacional derrubou nesta quarta-feira (4) um veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e retomou a possibilidade de motoristas profissionais sofrerem punição ao deixar de realizar exame toxicológico durante a renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O dispositivo estava previsto na lei que retomou a obrigatoriedade do exame às categorias profissionais da CNH. Com a derrubada do veto, o trecho vai à promulgação. Segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), a decisão atendeu a pedido de parlamentares da oposição. Em troca, o governo conseguiu pautar e aprovar liberações de créditos extras ao Orçamento da União (leia mais abaixo). Segundo o texto, motoristas das categorias C, D e E podem ser multados se perderem, quando da renovação da carteira, o prazo para realizar exame após 30 dias do vencimento da data estabelecida. A infração é considerada gravíssima. Ao vetar o trecho, em junho, o governo considerou que a penalização para quem não fizesse o exame no prazo era desproporcional, “mesmo que esse condutor tenha dirigido no período veículos das categorias que exijam o exame”. Sancionada por Lula, a lei estabeleceu a retomada da obrigatoriedade dos exames toxicológicos a partir do dia 1º de julho. Os testes são obrigatórios para condutores das categorias C, D e E, que abrangem veículos como caminhões e ônibus. De acordo com a lei, há suspensão do direito de dirigir em caso de reincidência no período de 12 meses. Os parlamentares decidiram manter, no entanto, veto de Lula a um trecho que proibia o motorista profissional de dirigir qualquer veículo, em caso de resultado positivo no exame toxicológico, até que houvesse resultado negativo em novo exame. Ao justificar o veto, à época, o governo afirmou que a medida era inconstitucional, além de ser desproporcional, já que o impedimento de dirigir em caso de resultado positivo deveria se impor apenas às categorias de habilitação as quais o exame é exigido. Além da retomada da multa para quem deixar de realizar o exame no prazo de renovação, os parlamentares também decidiram retomar: trecho que estabelece que cabe ao órgão ou entidade executiva de trânsito a aplicação da multa para quem deixar de realizar o toxicológico e dispositivo que estabelecia que o Ministério do Trabalho deveria editar, em até 180 dias, a regulamentação da fiscalização dos exames toxicológicos a profissionais Marco das ferrovias Os parlamentares também derrubaram alguns vetos de 2021, ainda do ex-presidente Jair Bolsonaro, sobre o Marco das Ferrovias. Entre eles, um que retirava a exigência de o interessado em explorar novas ferrovias apresentar um relatório sobre viabilidade técnica, econômica e ambiental para conseguir a autorização. Na ocasião, o governo Bolsonaro argumentou que “o risco de implantação do empreendimento é exclusivo do particular” e que, por isso, “não seria o caso de imputar ao Poder Público a tarefa de analisar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental produzidos pelo interessado em obter a autorização”. Também foi retomada a obrigatoriedade de o Poder Executivo apresentar, durante o chamamento público para identificar interessados na exploração de ferrovias, informações sobre a capacidade de transporte a ser construída. Recursos para Codevasf Durante a sessão, o Congresso também aprovou a abertura de créditos extras para o Orçamento do governo federal. Parte das destinações autorizadas vai possibilitar a continuidade do pagamento de emendas parlamentares. Uma delas permite o repasse de mais de R$ 892 milhões à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), entre outros órgãos. Os dois órgãos foram os principais destinos das chamadas emendas de relator no “orçamento secreto”.https://0b11ec09380567d946c732e91971d66b.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-40/html/container.html Membros da oposição ao governo Lula criticaram as medidas e afirmaram que os créditos podem servir para “compra de apoio” no Congresso. “O importante agora é aprovar os PLNs para a liberação de emendas, para a liberação daquelas emendas que muitos aqui estão ávidos por receber. É a liberação do “toma lá, dá cá” do governo Lula, é a liberação de emendas para a compra de apoio”, disse a líder do Novo na Câmara, Adriana Ventura (SP). O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, argumentou que as liberações de crédito são “fundamentais para os municípios brasileiros”. Fonte: G1

Executive Program: Transformação digital: o que esperar para o transporte?

Inteligência artificial, robótica, impressão 3D, realidade virtual e metaverso. Empresas que não souberem navegar na nova onda digital ficarão para trás A IA (inteligência artificial) está revolucionando o relacionamento entre as empresas e seus diferentes públicos de interesse. Automação de processos, uso de assistentes virtuais e chatbots, desenvolvimento de robôs, facilidade de produção (e redefinição) de produtos em escalas menores, criação de experiências em realidade virtual. Essas são algumas das possibilidades já disponíveis no mercado para quem deseja investir em tecnologias exponenciais. E, ao que dizem os especialistas, é apenas mais uma onda desse mar de novidades. Para Hod Lipson, especialista em inteligência artificial, robótica e fabricação digital, a IA está em todos os lugares, mas os humanos não podem percebê-la. Isso não quer dizer que ela seja apenas mais uma funcionalidade com o objetivo de automatizar processos, longe disso. Lipson cita o caso da Amazon One, sistema em que há automação de IA na forma de cobrança de produtos em uma loja, possibilitando o pagamento pela leitura da palma da mão dos clientes, o que vai além de um recurso para facilitar a compra. Por essa tecnologia, é possível, por exemplo, coletar dados sobre hábitos de uso dos consumidores, tais como: o que quase comprou, o que não comprou, o que comprou, o que comprou e não gostou etc. Nesse caso, a tecnologia extrapola a mera contribuição para o crescimento dos negócios da Amazon — abre-se um novo mercado de coleta de dados e venda de informações segmentadas a outras empresas. É o que também faz a Tesla, ao coletar 2 bilhões de milhas em dados de navegação de seus clientes para alimentar seu sistema e facilitar a direção de milhares de outros motoristas que usam seus carros. E a transferência de informações é simples: basta um download a cada 24 horas para que todos tenham acesso às atualizações e novidades da ferramenta.  “A inteligência artificial é invisível, assustadora e incrível ao mesmo tempo”, destaca Lipson, ao explicar que os verdadeiros ativos do mundo digital são os dados; e eles não estão disponíveis gratuitamente. “As empresas que coletam dados vão liderar a transformação digital. E as que não os têm precisarão comprá-los e seguir as regras das primeiras”, conclui. Robótica e impressão 3D Hod Lipson afirma que a robótica será parte crucial para a inovação e o desenvolvimento de novos produtos, serviços e modelos de negócio. O especialista estima que, nos próximos dez anos, o crescimento tecnológico acontecerá em uma escala inimaginável nos dias atuais. No entanto, entender a IA e saber tirar o melhor dela será fundamental para que as empresas possam se adequar ao momento. “Você não usa a inteligência artificial para fazer a mesma coisa que você já fazia. A IA é um novo parâmetro e deve ser usada como solução para novos problema.”. Ricardo Cavallini, especialista em fabricação digital, também reforça que a IA vai além da prototipação e da fabricação de produtos. Ao apresentar a impressão 3D, o especialista destaca que sua utilização nos negócios abre novos e gigantescos mercados: protótipos, moldes e ferramentas e produtos finais. “A impressão 3D viabiliza que qualquer pessoa possa lançar um produto e partir para um novo modelo de produção ao perceber que a escala de crescimento atingiu outro patamar”, pontua. No que tange ao setor transportador, Ricardo Cavallini exemplifica que a impressão 3D — somada a outras tecnologias exponenciais — permitirá a fabricação de uma turbina de avião com metade do peso daquela produzida atualmente pelos métodos convencionais. Não se trata apenas de facilitar a produção, mas de testar novas soluções que contribuam para a economia de combustível, a redução de gastos e o controle de sistemas focados em sustentabilidade, por exemplo. Realidade virtual e metaverso De acordo com Ricardo Justus, especialista em realidade virtual, as pessoas estão passando por uma grande mudança na forma como interagem com a tecnologia (o chamado spatial computing). Mas, apesar do que fazem pensar algumas empresas, o metaverso ainda não existe de fato. Para ele, essa nova realidade digital somente será possível quando for democratizada, ou seja, quando todos os indivíduos usarem óculos de realidade virtual. “Mas estamos caminhando para esse futuro”, reforça. Justus salienta que, ao divulgar recentemente o Apple Vision Pro (com lançamento previsto para janeiro de 2024), a empresa criada por Steve Jobs abre espaço para uma nova era, em que as tecnologias exponenciais permitem a construção de mundos e a democratização de experiências que até então estavam restritas a quem podia pagar por elas: “A realidade virtual não substitui a realidade humana, mas abre um leque de possibilidades”. Ela possibilita visitar memórias antigas, simular conversas com avatares de pessoas que não estão vivas, criar experiências síncronas e conexões que fornecem sensação de realidade. Afinal, no que as tecnologias exponenciais afetam o setor de transporte? Elas abrem a discussão sobre as mudanças necessárias e possíveis nos modelos de negócios atuais. Mas, acima disso, permitem que sejam pensados (e implantados em um futuro próximo) novos produtos e serviços. A verdade é que a forma de consumo está mudando e as empresas precisam compreender toda essa disrupção e aproveitar o momento para se perguntar: de que forma meu negócio será afetado pelas tecnologias exponenciais? O que posso adaptar no meu negócio para que toda essa transformação se reverta em algo positivo? Executive Program Hod Lipson, Ricardo Cavallini e Ricardo Justus foram palestrantes do Executive Program SEST SENAT, evento realizado em Embu das Artes (SP), entre os dias 1º e 4 de outubro, em parceria com a Singularity University Brazil — empresa estadunidense que oferece programas de educação executiva, incubadora de empresas e serviços de consultoria empresarial.  Por Agência CNT Transporte Atual

Executive Program: liderança inspiradora e escuta ativa são a base para a mudança e a inovação

Carla Tieppo, neurocientista e especialista em liderança, e Thomas Brieu, pesquisador e professor de escutatória, destacam o papel da gestão para a construção de equipes criativas e de alta performance Os estudos atuais sobre o comportamento humano permitem fazer importantes descobertas sobre o processo de desenvolvimento da humanidade. Essas análises formam o aspecto central das discussões sobre as novas necessidades advindas da gestão da tecnologia e da interação entre inteligência humana e artificial. É fundamental que as lideranças da atualidade entendam os processos do cérebro humano para fomentar o pensamento crítico e desenvolver o mindset de inovação em suas equipes. Como explica Carla Tieppo, neurocientista e especialista em liderança, erroneamente as pessoas acreditam que seu poder de decisão é maior quando possuem uma grande quantidade de dados sobre determinada situação. No entanto, o grande volume de informações aumenta a análise pessoal dos seres humanos, uma vez que suas percepções também são fortemente impactadas pelos diversos vieses pessoais, pré-estabelecidos e vinculados a padrões de comportamento. “Se você é um líder, precisa entender que está sujeito a isso”, destaca a especialista. Segundo Carla, existem quatro vieses estruturantes do comportamento humano: de afinidade; de percepção; confirmatório; e efeito de grupo (ver ao final do texto). A partir deles, são formados outros 256 vieses diferentes. Essas características são usadas pelo cérebro para reduzir a quantidade de informações a partir de filtros pré-estabelecidos; atribuir significado ao correlacionar determinada situação a algo que já é conhecido ou padronizado; usar soluções já consagradas e seguras (manter o que já foi testado); e guardar o que tem relevância emocional e que ocorre com maior frequência. “A grande oportunidade de promover a disrupção no seu negócio e achar caminhos novos está em romper com esse ciclo e ouvir as pessoas que pensam diferente de você. Mas o primeiro movimento precisa ser feito pela liderança”, pondera. “A liderança humanizada não diz respeito a afeto; diz respeito a liderar seres humanos, compreender as potências humanas e trazê-las para o jogo. Ao invés de deixar as pessoas colocarem seu melhor talento na rede social, no videogame, na série de streaming e no churrasco com os amigos, porque é lá que está a energia delas, é preciso trazer a energia das pessoas de novo para o jogo através de propósito, engajamento, storytelling. É entender realmente que o processo de validação da prática, o processo cotidiano de valências a respeito do que elas estão fazendo, é crucial para que mudem o comportamento. Isso parte da liderança, não tem como vir de baixo, porque as pessoas estão fazendo exatamente o que foi pedido”, explica Carla Tieppo. Para a especialista, é preciso que as lideranças atualizem seus padrões de comportamento — para, então, os validar — e entendam que os liderados não querem mais ser colocados em caixas pré-definidas. “A diversidade não tem a ver apenas com justiça social e com a responsabilidade de ESG das empresas. A diversidade traz diversidade cognitiva, diversidade de ideias. Você precisa fomentar isso para poder “disruptar”. Você precisa de gente que pense diferente, gente que venha de cargos e indústrias diferentes, com visões diferentes. Com idade diferente, gênero diferente, origem diferente, afirmação sexual diferente. Porque essas pessoas viveram situações diferentes e, por isso, têm padrões diferentes”, pontua Carla Tieppo. A neurocientista reforça, ainda, a importância de as lideranças escutarem mais, entenderem o outro e trabalharem com a cultura do erro, com a diversidade e com questões (e pessoas) tidas como difíceis (por não estarem dentro de padrões) para o desenvolvimento da inovação e o crescimento dos negócios. “As pessoas não estão quebrando à toa; elas estão quebrando porque é muito difícil navegar nesse mar de incertezas em que estamos vivendo. E não é razão para um lado e emoção para o outro. É razão e emoção para a mesma direção”, conclui. Comunicação e escutatória Sobre o fato de utilizar a comunicação para extrair o melhor das pessoas, Thomas Brieu, pesquisador e professor de escutatória, ressalta que o primeiro passo para a escutatória ativa deve partir da liderança. Com o mundo em crescente aceleração, a tendência das pessoas é reclamar da falta de tempo para escutar o outro. No entanto, o desenvolvimento de negócios perenes não depende apenas da inclusão de novas tecnologias, é preciso que a gestão promova o trabalho e a integração entre as equipes, e isso só é possível se o ato de escutar for uma característica inerente à liderança humanizada. “Quem ouve plenamente e ainda dá a prova da sua escuta é quem será diferenciado”, destaca Thomas Brieu. Citando Yuval Noah Harari — professor israelense e autor do best-seller internacional Sapiens: Uma breve história da humanidade —, o especialista pontua que “as pessoas florescem quando recebem atenção”. Nesse sentido, a liderança que saiba fazer com que o outro se sinta escutado tem uma grande vantagem em termos de crescimento, engajamento e inovação. Em tempos de comunicação remota, é preciso que as lideranças entendam que a comunicação não verbal, parte importante do processo comunicativo, não é uma característica inerente aos diálogos virtuais. Como explica Thomas Brieu, o grande problema está em se expressar em um email ou em uma mensagem instantânea da mesma forma como se estivesse falando olho no olho. “A comunicação efetiva e afetiva vem de saber verbalizar em palavras o que o corpo deixa de expressar”, destaca. É esse diferencial que fará com que o outro deixe de interpretar a sua mensagem a partir de situações pré-estabelecidas que viveu naquele dia. Thomas Brieu ainda dá a dica: utilizar perguntas abertas — tais como “o que houve?”, “o que aconteceu?” — evita que a liderança tire qualquer conclusão precipitadamente, favorecendo o diálogo. “A pergunta aberta faz o outro subir ao palco e eu o convido a me contar uma história”, reforça. “Nós, o tempo todo, silenciamos as pessoas à nossa volta”, destaca o professor, ao afirmar que muitas vezes os indivíduos têm medo ou preguiça de falar com determinados líderes pelos padrões de comportamento, escuta e respostas que utilizam. Para Thomas Brieu, é preciso que as lideranças façam o exercício de inverter a lógica

Executive Program: o impacto da inovação no transporte mundial

Disrupção, inteligência artificial e cibersegurança ditam os rumos e a estabilidade dos negócios, novos ou perenes Para David Roberts, especialista em inovação e um dos maiores nomes mundiais em disrupção de negócios, tecnologias exponenciais e liderança, é preciso que os gestores compreendam a Teoria da Inovação Disruptiva, de Clayton Christensen, para uma melhor condução do futuro dos negócios. “Nos próximos 20 anos, uma nova teoria da disrupção vai impactar o mundo mais do que qualquer outra teoria e ideia. Se você conseguir notá-la e entendê-la, ela deixará de ser uma ameaça. Se você não consegue vê-la chegar, não tem como ganhar”, destaca. David Roberts explica que 90% das empresas que constavam na Fortune 500 em 1995 — lista anual compilada e publicada pela revista Fortune com as 500 maiores corporações dos Estados Unidos de acordo com receita total/ano fiscal — não continuam na lista atualmente, e a previsão é de que mais da metade das que ainda permanecem no ranking não estejam nele nos próximos anos. Em contrapartida, se eram raras as empresas com mais de US$ 1 bilhão de faturamento (as chamadas unicórnios), entre os anos 2011 e 2013, algo mudou drasticamente a partir de outubro desse último ano, quando esse número cresceu exponencialmente. É exatamente por isso que David Roberts sugere que os CEOs e diretores de pequenas, médias e grandes empresas precisam ter uma visão disruptiva sobre o que está acontecendo, no presente, e o que está prestes a acontecer, em um futuro a curto e médio prazos. “O setor de transporte já sofre esse nível de disrupção e está prestes a passar por uma ainda maior. O Brasil ainda não passou por essa disrupção, mas está prestes a passar. Por isso, precisamos estar preparados e entender a teoria e a tecnologia. A teoria dá poder, porque permite que se faça a previsão sobre o que e quando ocorrerá a disrupção”, aponta David Roberts. Para exemplificar a teoria da disrupção, Roberts demonstrou a evolução dos carros. Quando da sua invenção, em 1886, um carro custava mais de US$ 1 milhão. Naquela época, somente os muito mais ricos tinham condições financeiras de utilizá-lo como meio de locomoção. Alguns anos mais tarde, mais precisamente em 1913, Henry Ford implantou a linha de produção para a montagem de veículos, contribuindo para a redução do preço dos carros. No entanto, levou mais quatro anos para que os valores dos automóveis caíssem a ponto de a população conseguir comprá-los, tornando-os a primeira opção de locomoção terrestre das pessoas. David Roberts explica que a invenção do carro não representa uma disrupção, segundo a teoria de Christensen, uma vez que não foi suficiente para que a inovação fosse democratizada. Nesse caso, a disrupção acontece em meados de 1917, quando os preços dos automóveis caem ao ponto de se ver mais carros nas ruas que carruagens e cavalos.  “Saber sobre disrupção e entender a teoria ajudam a perceber no que investir e a não ter medo das novidades e das mudanças”, destaca David Roberts. É exatamente isso que Elon Musk, empreendedor e empresário, entendeu e o que o fez criar a Tesla, entre outros negócios.  Segundo a teoria de Christensen, a Tesla não representa um exemplo de inovação disruptiva porque os modelos vendidos ainda têm altos valores, não favorecendo a popularização da tecnologia. No entanto, a criação de um modelo de carro com apenas 150 peças (ao contrário das 300 mil peças dos modelos padrões do mercado) causa disrupções ao permitir que a linha de montagem seja mais rápida e prática, além de desvincular a venda dos automóveis das tradicionais concessionárias de veículos (que dão lugar aos shoppings e à internet nessa comercialização). Esses e outros fatores permitem que a Tesla fature mais que as montadoras tradicionais, em menor tempo (afinal, a cada 60 segundos, um novo carro é montado). Toda essa inovação torna o crescimento do negócio exponencial. Roberts explica que Elon Musk entendeu a curva de crescimento do negócio e, logicamente, da inovação disruptiva. Ele sabe que, ainda que os modelos elétricos estejam acima do preço que a população padrão pode pagar, em pouco tempo será possível fabricá-los a baixo custo, barateando a sua comercialização. Quando isso acontecer, as montadoras que tiveram visão de futuro e coragem para encarar o novo dominarão o mercado. Não apenas o setor do transporte, mas especialmente o mercado de tecnologia para veículos. “Se você pensa que está seguro, provavelmente está enganado. Todas as indústrias sofrerão disrupção. O mercado não é um bom indicador de futuro”, conclui David Roberts. Insights sobre cibersegurança e inteligência artificial Marcelo Pinheiro, especialista em cibersegurança, e Alexandre Nascimento, especialista em inteligência artificial, instigam a reflexão dos empresários do Sistema Transporte com alguns insights sobre essas temáticas. Confira a seguir: – O setor de transporte será empoderado pela inteligência artificial. Com isso, as empresas precisarão tratar a informação de forma diferente. – A cibersegurança das empresas está sendo auditada a cada segundo por atores conhecidos e desconhecidos. – O investimento em cibersegurança precisa ser proporcional à sofisticação dos ataques utilizados atualmente pelos hackers e ao valor do negócio que se quer defender. – As empresas precisam ter cuidado com ataques via phishing: crime cibernético popular no qual os criminosos tentam obter informações confidenciais, como senhas, números de cartão de crédito, informações bancárias ou outros dados pessoais, fingindo ser uma entidade confiável. Apesar de parecerem inofensivos, é importante lembrar que o primeiro passo de um ataque hacker é fazer o reconhecimento digital da estrutura de cibersegurança da empresa, e o phishing é a porta de entrada para essa avaliação.  – A prevenção a ataques cibernéticos é feita a partir de treinamento, tecnologia, processos, ferramentas e governança. Por isso, invista em uma política de segurança da informação. – A inteligência artificial tem a capacidade de exponencializar os resultados dos negócios. – Organizações que investirem em inteligência artificial irão substituir aquelas que não utilizarem esse tipo de tecnologia para a condução de seus negócios. – A inteligência artificial, combinada com outras tecnologias exponenciais, irá redesenhar por completo o sistema de transporte atual. – Antes de tentar incluir inteligência