“Desonera Brasil’: 17 setores lançam manifesto pela desoneração da folha de pagamento
Documento defende a aprovação de projeto de lei do senador Efraim Filho que prorroga o benefício fiscal até 2027 Representantes de 17 setores da economia lançam, nesta quinta-feira (11), um manifesto em favor da continuidade da desoneração da folha de pagamento. O documento defende a aprovação do projeto de lei 334/2023, do senador Efraim Filho (União Brasil-PB), que prorroga até 2027 o benefício fiscal, iniciado em 2011. O grupo se chama Desonera Brasil. São beneficiados os seguintes setores: calçados, call center, comunicação, confecção, construção civil, construção de obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação, tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. “A política de desoneração da folha de pagamentos trouxe resultados expressivos para a economia do país ao reduzir o custo laboral e proporcionar maior dinamismo às empresas”, diz o texto. Os setores que assinam o documento empregam mais de 8,9 milhões de trabalhadores e incluem áreas como tecnologia da informação, construção civil, comunicação social, transporte público, têxteis, couro, calçados e call center. Acesse aqui a íntegra do manifesto. “Estudos recentes comparam efeitos sobre o emprego formal e a competitividade entre o grupo de setores desonerados, em relação ao grupo não contemplado pela política, e demonstram que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira”, afirma o manifesto. Para a presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, sem a desoneração o setor fica em estado de alerta e segura a abertura de novas vagas de emprego. “Nós precisamos que seja votada essa lei. Nós precisamos de apoio do governo. Essa indefinição que nós estamos passando agora envolve não contratar pessoal, ficar indefinido se vamos demitir ou não. Nós vamos ter que demitir em torno de 450 mil pessoas em nosso setor — um setor que é estratégico para o país, que é o setor de telecomunicações [se a desoneração não for prorrogada]”, afirma. ‘Baixa competitividade do custo laboral brasileiro’ O texto do manifesto critica ainda a “baixa competitividade do custo laboral brasileiro”, o que, segundo os representantes dos setores econômicos, “impõe ao Brasil uma tímida participação no comércio internacional de bens e serviços de alto valor agregado e baixíssima inserção em cadeias globais de produção — 105ª posição no Índice de Eficiência do Mercado Laboral”. “Em momento histórico de desaceleração global do crescimento econômico, com um aumento do número de desempregados, a mera cogitação de aumento do custo do trabalho, previsto para ocorrer em dezembro de 2023, deveria ser objeto de profunda atenção dos formuladores de políticas públicas”, defendem os representantes. Em entrevista à Record TV, o senador Efraim Filho, que é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), disse que o grupo tem defendido a aprovação da prorrogação da desoneração da folha em um projeto de lei fora da reforma tributária. “Para que dê segurança jurídica aos 17 setores que mais empregam no Brasil. A gente não pode atravessar o ano com dificuldade em garantir que empresas possam ampliar negócios, abrir filiais, preservar empregos, gerar oportunidades que são importantes para pais e mães de família colocar o pão na mesa de casa”, afirmou o parlamentar. Sobre a desoneração Atualmente, 17 setores da economia têm direito à isenção da folha. Criada pela lei 12.546/2011 com o objetivo de estimular a geração e a manutenção de empregos, além de aumentar a competitividade das empresas por meio da diminuição dos custos com funcionários, a desoneração consiste em um mecanismo que permite às empresas pagar alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre as folhas de pagamento. Quando a medida entrou em vigor, 56 setores eram contemplados, mas o ex-presidente Michel Temer (MDB) sancionou, em 2018, uma lei que removeu 39 segmentos do regime. A medida valeria até 2021 e foi prorrogada pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). A contribuição não deixa de ser feita, apenas passa a se adequar ao nível real da atividade produtiva do empreendimento. Em outras palavras, as empresas que faturam mais contribuem mais. Com isso, é possível contratar mais empregados sem gerar aumento de impostos. Fonte: Correio do Povo Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP
Reduz em 56% a taxa do Inmetro para verificação de cronotacógrafos
Valor das verificações subsequentes passou de R$ 207,4 para R$90,09. Foi publicada nesta quinta-feira (4/5) a Lei nº 14.565/23, que reduz em mais de 56% o valor da taxa cobrada para a verificação de cronotacógrafos – instrumentos que registram velocidade e distância percorrida do veículo –, beneficiando milhões de caminhoneiros e empresas de transporte de cargas e passageiros em todo o país. O valor das verificações subsequentes, ou seja, aquelas realizadas periodicamente, depois que o equipamento já está em uso, passou de R$ 207,40 para R$ 90,09. A redução tinha sido objeto de uma Medida Provisória em dezembro de 2022, que pôde ser convertida em lei depois de ter passado por correções. “Enviamos uma nota técnica ao relator fazendo correções na Medida Provisória, o que permitiu a aprovação do texto. Agora é lei: caminheiros vão pagar o valor reduzido na taxa de fiscalização e saberão que essa é uma conquista definitiva, que não haverá recuos. Isso traz previsibilidade e segurança para esses profissionais tão importantes para fazer a roda da economia girar”, explicou o presidente do Inmetro, Márcio André Britto. Cronotacógrafos Cronotacógrafos são instrumentos destinados a indicar e registrar, de forma simultânea, inalterável e instantânea, a velocidade e a distância percorrida pelo veículo, em função do tempo decorrido, assim como os parâmetros relacionados com o condutor do veículo, tais como: o tempo de trabalho; período de parada e de direção. A verificação dos cronotacógrafos tem como principal objetivo assegurar que as medições realizadas por esses instrumentos sejam confiáveis, de acordo com os requisitos estabelecidos pelo Inmetro, servindo como importante ferramenta de segurança nas estradas. Fonte: INMETRO
Propostas Apresentadas CASA AUTOR PROPOSIÇÃO EMENTA SITUAÇÃO CD Deputado LaércioOliveira (PP/SE) REQ 1/2023CMO Requer a realização de audiênciapública para discutir o novoArcabouço Fiscal. Pronta para Pauta naComissão Mista dePlanos, OrçamentosPúblicos eFiscalização (CMO). CN Senador EfraimFilho (UNIÃO/PB)e outros. REQ 6/2023-Mesa Sessão Solene destinada a promovera ação do Dia Livre de Impostos ereforçar a importância do diálogosobre a pauta da Reforma Tributáriaem nosso país. Aguardandodespacho da Mesa. CD Deputado GilsonMarques(NOVO/SC) PL 2308/2023 Dispõe sobre a definição legal dehidrogênio combustível e dehidrogênio verde. AguardandoDespacho doPresidente daCâmara dosDeputados. Tramitação de Proposições CASA AUTOR PROPOSIÇÃO EMENTA TRAMITAÇÃO SITUAÇÃO CD DeputadaAny Ortiz(CIDADANIA/RS) PL 1321/2023 Altera a Lei nº 10.209, de 23de março de 2001, que“institui o Vale-Pedágioobrigatório sobre transporterodoviário de carga e dáoutras providências”. Designado Relator,Dep. Diego Coronel(PSD-BA). Prazopara Emendas aoProjeto (5 sessõesa partir de05/05/2023) AguardandoParecer doRelator naComissão deViação eTransportes(CVT). CD DeputadoGuilhermeUchoa –PSB/PE PL 720/2023 Altera a Lei nº 9.503, de 23de setembro de 1997, queinstitui o Código de TrânsitoBrasileiro (CTB), e a Lei nº12.587, de 3 de janeiro de2012, que institui asdiretrizes da Política Nacional de MobilidadeUrbana (PNMU), paraestabelecer a previsão deutilização de faixasexclusivas de trânsito pelosveículos do serviço detransporte privado coletivode passageiros. Designado Relator,Dep. Duda Ramos(MDB-RR)Prazo paraEmendas aoProjeto (5 sessõesa partir de05/05/2023) AguardandoParecer doRelator naComissão deViação eTransportes(CVT). CD DeputadoRafaelPrudente(MDB/DF) REQ 21/2023CTRAB Requer, com fundamento noart. 24, XIII, do RegimentoInterno da Câmara dosDeputados, a realização doIII Seminário Trabalhista doTransporte Rodoviário deCargas, para discutirquestões referentes aoTransporte Rodoviário deCargas no Brasil. Aprovado.Seminário serárealizado emconjunto com aComissão deTransporte. Aguardandoprovidênciasinternas. SF SenadorGuaracySilveira(PP/TO) PL 2720/2022 Modifica o art. 261 da Lei nº9503 de 1997 (Código deTrânsito Brasileiro) paradeterminar o limite de 120pontos para suspensão dedirigir dos caminhoneiros. Apresentação deEmendas a projetoterminativo emComissão – De03/05/2023 a09/05/2023. AguardandoRecebimentode Emendas. CD DeputadoJuninho doPneu(UNIÃO/RJ) PL 916/2023 Isenção da cobrança da taxade pedágio aos veículosregistrados em municípioslimítrofes. Designado Relator,Dep. Bebeto (PP/RJ).Prazo paraEmendas aoProjeto (5 sessõesa partir de04/05/2023) AguardandoParecer doRelator naComissão deViação eTransportes(CVT). CD DeputadoZé Trovão(PL/SC) RIC 864/2023 Requer ao Senhor Ministrode Estado de Minas eEnergia, informações acercados estudos e dados quefundamentaram a decisão doMinistério, que ampliou amistura de biodiesel nodiesel a partir de 1º de abrilde 2023, de 10% para 12%,conforme Resolução nº 16do Conselho Nacional dePolítica Energética (CNPE).Com previsão para em umano depois, em 2024, opercentual subirá para 13%.Em 2025, atingirá 14% e, em2026, chegará aos 15%. Parecer do Relator,Dep. MarcosPereira (REPUBLIC/SP), pela aprovação. AguardandoDespacho doPresidente daCâmara dosDeputados.
DT-e: governo muda projeto e vai aderir a sistema das receitas para emissão de documentos a transportadores
O projeto do DT-e (Documento Eletrônico de Transporte) ganhará uma nova diretriz do governo federal. Em decisão tomada, a Infra S.A., estatal vinculada ao Ministério dos Transportes, que ficou responsável pelo programa, vai aderir ao sistema de documentos fiscais dos estados para a geração do DT-e, em vez de criar um sistema próprio, como previa a ideia original da gestão anterior. O DT-e teve uma medida provisória editada em 2021, que se transformou na Lei 14.206/2021. A ideia propagada pelo então Ministério da Infraestrutura era de que os transportadores tivessem um único documento eletrônico, que fosse identificado pelos órgãos de fiscalização, reduzindo assim custos com a emissão dos documentos e com o tempo do transporte. O diagnóstico da atual gestão é que a ideia não avançou e, se fosse feita nos moldes anteriores, poderia gerar mais custos e burocracia para o transporte. Isso porque os documentos de uso comum e obrigatórios, que já integram a maioria das rotinas operacionais e administrativas, são os chamados documentos fiscais, que são emitidos pelas receitas (federal e dos estados). Esses órgãos não abriram mão de controlar a emissão de seus documentos para passar a atribuição para o governo federal nos moldes do que se pretendia, ou seja, um único lugar para emitir todos os documentos para o transportador. Além disso, nem mesmo órgãos do próprio ministério, como o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), haviam firmado convênio ou iniciado tratativas para emitir documentos relativos a viagem dentro do DT-e. De acordo com o diretor de Mercado e Inovação da Infra S.A., Marcelo Vinaud, isso dificultaria a implantação do modelo de portal único que foi pensado no Ministério da Infraestrutura, já que o transportador teria que fazer a emissão do DT-e e também dos documentos fiscais. A estratégia agora será outra. O governo está em finalização de uma proposta para o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que deve ser apresentada nesta semana, para que os documentos da área de transporte necessários para o viajante sejam emitidos no sistema que já atende às secretarias de fazenda do estados e à Receita Federal, o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital). Nesse sistema é que se emite o chamado MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), que consolida num só documento todos os conhecimentos de carga de um transporte (um mesmo caminhão pode ter cargas de diferentes emissores e vão para diferentes receptores). Plataforma de integração Segundo Vinaud, a ideia é agregar cada vez mais registros de diversos órgãos que possam ser eletrônicos no documento que é emitido no sistema do MDF-e, o que efetivamente reduziria a burocracia. A depender do tipo de carga, um caminhoneiro precisa estar com dezenas de documentos em papel. “O DT-e será uma plataforma de integração”, disse Vinaud. “A ideia é juntarmos todos os documentos em uma única plataforma e a partir daí buscarmos, em consenso com cada organismo responsável, a melhor forma de reduzirmos a burocracia.” Documentos em papel obrigatórios Mas nem todos vão poder ser dispensados, como lembrou Vinaud, ex-diretor-geral e servidor da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e que ocupou cargos na área de fiscalização de transporte de carga na agência. Segundo ele, nas cargas perigosas, por uma convenção internacional, os documentos sobre a carga precisam estar impressos e dentro do veículo, como é o caso da ficha de emergência. Isso porque, em caso de acidente, as equipes de atendimento precisam identificar qual é a carga para poder saber com quais materiais poderá trabalhar para conter vazamentos ou extinguir incêndios, por exemplo. Vinaud avalia que o projeto do DT-e desenhado no governo passado previa uma grande concessão do serviço de emissão de documentos e de fiscalização, estimada na faixa dos R$ 3,2 bilhões, segundo documentos presentes no projeto. O financiamento dessa estrutura viria da cobrança pela emissão do DT-e, em caminho contrário do método já consolidado pelos órgãos fiscais, que não cobram nada pela emissão e se utilizam de sua própria estrutura para realizar as fiscalizações. Benefícios aos transportadores Vinaud defende que parte das medidas legislativas aprovadas podem ser usadas para gerar benefícios para os caminhoneiros. Segundo ele, como a vinculação do DT-e ao manifesto das receitas, será possível que os transportadores possam comprovar a entrega das cargas, por exemplo. Ou, ainda, usar o documento como um título para receber créditos. De acordo com o diretor, a ideia é que a Infra S.A. também crie serviços com as informações que forem geradas a partir da agregação compartilhada com os órgãos fiscais e outros órgãos do governo que venham a aderir, como os de fiscalização sanitária. “A ideia é também gerar valor para esses órgãos, garantindo a eles um sistema para melhorar a fiscalização deles, tornando-a mais efetiva”, disse o diretor.
ANTT autoriza novas tarifas para a Concessionária Rota do Oeste
Novos valores passam a ser aplicados a partir desta segunda (8/5) Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atestou, através de Ofício do Diretor-Geral, após análises da Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) e da Procuradoria Federal junto à ANTT (PF-ANTT), que a Concessionária Rota do Oeste atendeu às condicionantes para eficácia do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), aprovado pela Deliberação nº 284, de 4 de outubro de 2022. Diante disso, foi autorizado o início da cobrança das tarifas previstas na Deliberação nº 33, de 10 de fevereiro de 2023, que aprova a tarifa a ser praticada a partir da eficácia do TAC. A alteração é decorrente de revisões e reajustes previstos contratualmente, sendo composta pela 6ª Revisão Ordinária, a 9ª Revisão Extraordinária e o reajuste referente à atualização monetária da Tarifa Básica de Pedágio – TBP pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para setembro de 2021, que haviam sido aprovados pela Deliberação nº 258, de 16 de setembro de 2022, mas não tinham sido implementados; e pelo reajuste referente à atualização monetária da TBP pelo IPCA para setembro de 2022, que também não foi incorporada à cobrança à época. Na prática, as tarifas sofreram alterações entre 15,6% e 18,9%, a depender da praça. As novas tarifas ficam autorizadas, após o arredondamento, para as praças de pedágio P1, em Itiquira/MT; P2, em Rondonópolis/MT; P3, em Campo Verde/Santo, Antônio de Leverger/MT; P4, em Cuiabá/Santo Antônio de Leverger/MT; P5, em Acorizal/MT; P6, em Diamantino/MT; P7, em Nova Mutum/MT; P8, em Lucas do Rio Verde/MT; P9, em Sorriso/MT; desde a zero hora desta segunda-feira (8/5), conforme tabela abaixo: A concessionária reforça que 100% dos valores arrecadados nas praças de pedágio serão revertidos em melhorias na rodovia e benefícios aos usuários da BR-163, de Itiquira a Sinop. Entre os trabalhos realizados estão os serviços operacionais, que compreendem desde o recolhimento de objetos na pista à prestação de socorro e resgate de vítimas de acidentes, sempre com foco na garantia da segurança e preservação da vida. A concessionária fez, ainda, um arredondamento a menor da tarifa de motocicleta para a praça de Lucas do Rio Verde (P 8), de 2,85 para 2,80. fonte: www.gov.br
Participe da terceira edição do Seminário Itinerante em Bento Gonçalves
A NTC&Logística, por meio da COMJOVEM, realizará a terceira edição do Seminário Itinerante, desta vez com o Núcleo de Porto Alegre e acontecerá no dia 2 de junho, a partir das 14h no SEST SENAT de Bento Gonçalves no interior do Rio Grande do Sul. O evento da entidade já é tradicional, com mais de 19 anos de histórias, e tem como objetivo levar o conteúdo desenvolvimento pela NTC&Logística para mais próximo de seu associado em todo o país, promovendo capacitação técnica, discussões de assuntos que movimentam o segmento, busca de resoluções para desafios locais, além de fornecer oportunidades de negócios aos empresários e executivos do setor de transporte de cargas. O coordenador nacional da COMJOVEM, André de Simone comentou a relevância de levar mais um seminário para a região, “O Rio Grande do Sul tem um importante papel no desenvolvimento do transporte de cargas no Brasil, e reunir nossos integrantes do Estado e outros executivos para discutir assuntos que movimentam o setor, será uma grande oportunidade e estamos felizes de mais essa oportunidade, esperando ver todos no evento”. A entidade por meio da COMJOVEM preparou uma programação, confira a seguir: 14h00 – Abertura André de Simone – Coordenador Nacional da COMJOVEM Geovani Serafim – Vice-coordenador Nacional da COMJOVEM Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Sérgio Mário Gabardo– Presidente do Setcergs Afrânio Rogério Kieling – Presidente da Fetransul Tony Bernardini – Coordenador do Núcleo da COMJOVEM Porto Alegre 14h20 – Momento Autotrac 14h30 – Apresentação COMJOVEM 14h40 – Comunicados especiais / Ação Social COMJOVEM Porto Alegre 14h50 – Momento Volkswagen Caminhões e Ônibus 15h00 – Mesa Redonda: Novidades da Logística em NY Mediador: Lucas Scapini Convidados: José Cincos, Tais Lorenz e Diego Tomasi 15h50 – Coffee Break 16h10 – Momento Mercedes-Benz 16h20 – Trajetória Empreendedora no TRC Mediadores: André de Simone e Geovani Serafim Convidados: Paulo Caleffi e Sérgio Mário Gabardo 17h10 – Momento IVECO 17h20 – Cenário Político Econômico 2023 Palestrante: Jerônimo Goergen 18h10 – Encerramento Faça já sua inscrição: https://www.portalntc.org.br/eventos/seminario-itinerante-edicao-porto-alegre/ O Seminário Itinerante- Edição COMJOVEM Porto Alegre é uma realização da NTC&Logística por meio do Núcleo COMJOVEM Porto Alegre, tendo como entidades anfitriãs a FETRANSUL e SETCERGS, com o patrocínio da Autotrac, BL Brokers, FENATRAN, Iveco, Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, apoio logístico da Braspress e apoio institucional da CNT/SEST SENAT/ITL e FUMTRAN.
Afrânio Kieling fala sobre a Missão Internacional para a turma de pós-graduação em Ciências Políticas da FDC
Na tarde de hoje (09), o presidente do Sistema Fetransul, Afrânio Kieling apresentou para a turma de pós-graduação em Ciências Políticas, detalhes sobre a Missão Internacional que a federação realizou no mês de abril em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Kieling é aluno do curso que é ministrado pela Fundação Dom Cabral e coordenado pelo ITL na cidade de Nova Lima, Minas Gerais e reúne lideranças do transporte a nível nacional. O presidente destacou a agenda de visitas técnicas em empresas das áreas de logística, transporte e inovação, entre elas a UPS e FedEX, que estão entre as maiores empresas do setor de logística no mundo. A delegação participou também da 36ª Assembleia Geral Ordinária da Câmara Internacional da Indústria de Transportes (CIT) que ocorreu na sede da ONU. No dia 18 de maio, às 11h os participantes da missão, farão um bate-papo com o objetivo de compartilhar conhecimento e esclarecer dúvidas sobre tudo que rolou nas visitas. Não fique de fora! Acompanhe o Canal do Youtube: https://www.youtube.com/@SistemaFetransul/streams
CNT divulga inédito Índice de Confiança do Transportador
A sondagem, realizada com empresas de transporte do Rio Grande do Sul, permitirá ao transportador acompanhar, pela primeira vez, o nível de confiança do segmento em relação ao ambiente de negócios A CNT (Confederação Nacional do Transporte) publica, nesta segunda-feira (08), o resultado do levantamento feito com 318 empresários do modo rodoviário de cargas no Rio Grande do Sul. Trata-se do Índice de Confiança do Transportador, sondagem que ouviu o segmento sobre o ambiente de negócios e a sua própria atividade. Dentro de uma escala de avaliação de otimismo que vai de 0% a 100%, o índice geral foi de 46,9%. A falta de confiança abaixo da média denota pessimismo dos transportadores em relação ao cenário econômico. O Índice é uma composição ponderada da confiança dos empresários nas condições atuais (38,9%) e nas perspectivas (50,9%) para os próximos seis meses. Ou seja, os transportadores estão um pouco mais confiantes no futuro que em sua situação atual. A etapa inicial reuniu informações de 222 microempresas (até 9 empregados), 58 empresas de pequeno porte (de 10 a 49 empregados), 19 de médio porte (de 50 a 99 empregados) e 19 de grande porte (100 ou mais empregados). Para o levantamento, a CNT contou com o apoio da Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul). “A iniciativa da CNT, de criar um índice de confiança do setor, é ótima. Ter o Rio Grande do Sul no projeto-piloto é uma satisfação. Muitos empresários responderam. Cuidar de quem está na ponta é um movimento importante”, destacou o presidente da Fetransul, Afrânio Kieling. Os resultados podem ser utilizados pelos empresários para a análise de investimentos em suas atividades. Para a CNT, o indicador contribui como um balizador das ações de defesa e interesses do setor junto aos poderes Executivo e Legislativo federal e estaduais. Esse planejamento é fundamental, uma vez que a confiança é afetada pela política e pela conjuntura econômica. Os dados gerados servem, ainda, para empresas fornecedoras e consumidoras dos serviços de transporte. Na prática, o ambiente logístico poderá entender o ânimo dos empresários do setor e antecipar as principais tendências em curto prazo. Acesse: Índice CNT de Confiança do Transportador – Rodoviário de Carga Por Agência CNT Transporte Atual
SEST SENAT vai custear a mudança de categoria da CNH para profissionais de MS por meio de parceria com governo estadual
O programa prevê a capacitação de mão de obra para o mercado de trabalho. Serão formadas e capacitadas 1.000 pessoas para trabalharem como motoristas no setor de transporte. O SEST SENAT assinou um acordo com o governo de Mato Grosso do Sul, nessa terça-feira (2), voltado à qualificação de motoristas de caminhão e de ônibus. Intitulado “Voucher Transportador”, o programa vai capacitar 1.000 profissionais, dentro do projeto Escola de Motoristas Profissionais, bem como custear a mudança de CNH, para as categorias “D” e “E”. Os beneficiados são moradores das regiões de Campo Grande, Três Lagoas, Dourados, Corumbá, Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste. Na solenidade de lançamento da inciativa, em Campo Grande (MS), o SEST SENAT foi representado pelo presidente do conselho regional do Mato Grosso do Sul, João Resende Filho, e pelo diretor adjunto, Vinicius Ladeira. “O SEST SENAT se sente orgulhoso por merecer a confiança do governo do estado e do Detran, que também é ator importante neste momento histórico. A gente espera que essa iniciativa inédita seja replicada por outros estados”, destacou Rezende. O diretor adjunto do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, destacou que a falta de contratação no setor de transporte ocorre, muitas vezes, pelo fato de as empresas não terem a mão de obra qualificada. “Por isso, é uma alegria fazer parte deste programa e assim oferecer profissionais capacitados ao mercado. O governo está de parabéns pela iniciativa”. Inicialmente, foi escolhido o segmento de motoristas de caminhão e passageiros por haver uma demanda crescente no escoamento da produção do Estado, principalmente em função do setor da celulose. O Voucher Transportador faz parte do Plano Estadual de Qualificação Profissional, lançado pelo governo sul-matogrossense, e vai contribuir com os trabalhadores para obtenção de melhores empregos, na criação de novas oportunidades e aumento da renda de profissionais. Por Agência CNT Transporte Atual
Pesquisa inédita mostra otimismo em baixa no transporte no RS

Custos elevados e incerteza em relação à atividade econômica preocupam integrantes do setor. Ainda tentando diminuir o impacto dos custos e da desaceleração da atividade econômica, o setor de transporte apresenta pessimismo no Rio Grande do Sul. O recém-lançado Índice de Confiança do Transportador, divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta segunda-feira (8), ficou em 46,9% no Estado em uma escala de 0% a 100%. Despesas elevadas para a operação, problemas de infraestrutura de rodovias e receio em relação às condições econômicas do país ancoram o otimismo da classe, segundo os responsáveis pela pesquisa. A elaboração do material contou com o apoio da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas do Estado (Fetransul). — O valor do diesel continua alto. Não há uma política muito clara de precificação e isso é negativo para o empresário. Tem a infraestrutura, com as rodovias do Brasil apresentando índice de precariedade elevado. E, de uma forma geral, esse cenário com política econômica que ainda não está muito bem definida acaba gerando uma insatisfação e incerteza, que refletem nesse índice — destaca o diretor-executivo da CNT, Bruno Batista. O índice geral é uma composição ponderada da confiança nas condições atuais (38,9%) e nas perspectivas (50,9%). Esse recorte mostra empresários mais aflitos em relação ao presente do que ao futuro. O presidente da Fetransul, Afrânio Kieling, afirma que, além dos custos diretos com o diesel, melhorias em infraestrutura podem gerar mais economia para os transportadores: — Com melhores estradas, o caminhão pode gastar menos caixa de câmbio, menos diferencial, menos pneu e fazer mais quilômetros por litro. O diretor-executivo da CNT afirma que o índice de confiança ajuda os empresários no sentido de decisões mais assertivas em investimentos e serve como um termômetro da atividade, com um bom reflexo do dinamismo econômico no Estado. A apuração ouviu 318 empresas do modo rodoviário de cargas no Rio Grande do Sul, levando em conta microempresas e empresas de pequeno, de médio e de grande porte. Os dados foram coletados entre os dias 14 de março e 4 de abril deste ano. Conforme Batista, o indicador deve ser divulgado a cada três meses. A ideia é expandir esse projeto-piloto realizado no Rio Grande do Sul para outros Estados do país, com um viés nacional. O executivo da CNT destaca que, mesmo com o impulso das vendas pela internet nas entregas, o setor de transporte é heterogêneo e esse efeito não é uniforme. Empresas de porte pequeno ou médio têm menos gordura para queimar e enfrentam um cenário mais desafiador, segundo o dirigente. Fonte: GaúchaZH