ANTT prorroga cronograma de Revalidação Ordinária do RNTRC

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informa que, em razão dos procedimentos internos para a realização da Revalidação Ordinária aplicados aos transportadores da categoria ETC – Empresa de Transporte de Cargas, o cronograma da Revalidação Ordinária apenas para ETC será prorrogado, tendo início em 2/5/2023 e fim em 26/2/2024.  O cronograma para a categoria TAC – Transportador Autônomo de Carga permanece inalterado.  Confira como ficou o cronograma no quadro abaixo: Categoria do Transportador: Data de início Data de fim Cooperativa de Transporte de Carga (CTC) 27/3/2023 21/1/2024 Empresa de Transporte de Cargas (ETC) 2/5/2023 26/2/2024 Transportador Autônomo de Carga (TAC) 27/5/2023 22/3/2024 Fonte: ANTT

ANTT aprova redução dos valores dos pisos mínimos de frete

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (26/4), a atualização dos valores dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas. A Portaria Suroc nº 8/2023 divulga uma variação negativa nos valores em decorrência da retração do preço do Diesel S10 de -5,08%. O reajuste considera o preço final do Diesel S10 nas bombas, uma vez que a Lei nº 14.445/2022 determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do combustível superior a 5%, seja para baixo ou para cima, chamada de “gatilho”. Segundo levantamento da ANP, entre 16/4/2023 e 22/4/2023, o preço médio do Diesel S10 ao consumidor ficou em R$5,79 por litro, o que resultou em um percentual de variação acumulado de -5,08%, desde a publicação da Portaria Suroc nº 5/2023, quando ocorreu o último reajuste na tabela frete. Com o atingimento do gatilho, os reajustes médios tabela frete foram os seguintes, de acordo com o tipo de operação: Tabela A – transporte rodoviário de carga de lotação: – 2,15%Tabela B – veículo automotor de cargas: -2,44%Tabela C – transporte rodoviário de carga lotação de alto desempenho: -2,62%Tabela D – veículo de cargas de alto desempenho: -2,93% Histórico – Pela legislação, a Agência tem de reajustar a tabela do frete a cada seis meses ou quando a variação do preço do diesel for igual ou superior a 5%, quando é acionado o mecanismo de gatilho. O último reajuste da tabela pelo mecanismo do gatilho tinha ocorrido em fevereiro deste ano. A Lei nº 14.445/2022, que institui a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC), determina que compete à ANTT publicar norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas. Para saber tudo sobre a Política Nacional dos Pisos Mínimos de Frete (PNPM), clique aqui. Fonte: ANTT

Transportes Cavalinho recebe Certificação Green World Class em Nova Iorque

Empresas do Rio Grande do Sul, receberam no dia 20 de abril na sede da ONU em Nova Iorque, a Certificação da Qualidade Classe Mundial CQCIT e CITGREEN durante a 36ª Assembleia Geral Ordinária da Câmara Internacional da Industria de Transportes (CIT). Paulo Ossani, diretor presidente da empresa Cavalinho e também presidente do sindicato filiado ao Sistema Fetransul, Sindivar esteve presente. Outras empresas também receberam a certificação. Divulgaremos individualmente cada uma delas.

CNT lança publicação sobre combustível renovável para a descarbonização do setor de transporte

O hidrogênio renovável (H2 verde) figura entre os principais combustíveis sustentáveis e pode despontar — em um futuro não muito distante — como uma das soluções para mitigar a atual emissão de gases do efeito estufa (GEE), causadores do aquecimento global. Produzido a partir de fonte energética renovável de origem eólica, hidráulica, solar e de biomassas, o H2 verde tem despertado o interesse de diferentes setores que buscam investir em tecnologias sustentáveis e em descarbonização. É o caso do transporte. Para ampliar o conhecimento do transportador sobre a possibilidade de uso desse combustível no setor, além de incentivar a pesquisa e o investimento na área, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) lança, nesta terça-feira (25), uma nova edição da série CNT Energia no Transporte, Hidrogênio Renovável — Uma das rotas para descarbonizar o transporte rodoviário. A publicação também apresenta as vantagens e desafios desse combustível verde, sob os seus aspectos ambiental e técnico.  No Brasil, 78% do hidrogênio produzido utiliza energia elétrica renovável, o que o torna líder produção mundial de hidrogênio verde. O potencial do país é um diferencial, pois na matriz elétrica mundial, apenas 28,6% da eletricidade é produzida com fontes alternativas. Já na Europa, por exemplo, mais de 60% da matriz elétrica não é renovável. Para ser considerado hidrogênio sustentável, sua produção deve utilizar eletricidade limpa.  Além da viabilidade de produção para seu uso nacional, o H2 verde também pode ser exportado, o que impulsiona a utilização de diferentes modos de transporte para viabilizar a sua distribuição e consumo nacional e internacional, o que acaba impulsionando o desenvolvimento da integração multimodal. Atualmente, existem mais de mil registros de projetos de hidrogênio em diferentes países, mas a quantidade dos que são dedicados ao H2 renovável ainda é incipiente. No ranking dos países que mais possuem projetos de hidrogênio, o Brasil está na 21ª posição. Porém, a grande maioria dos seus projetos é dedicada à produção de hidrogênio verde. Os fabricantes de veículos automotivos já começaram a testar o H2 verde. De acordo com os experimentos, quando abastecidos com hidrogênio verde, poluem menos do que os abastecidos com diesel. O diferencial foi constatado em testes com três tipos de veículos, incluindo caminhões de 12 toneladas, de 40 toneladas e ônibus urbano. As reduções de emissões de GEE são, respectivamente, de 87%, 85% e 89% em relação aos mesmos veículos testados com diesel misturado com 7% de biodiesel. Alguns modelos de caminhão e ônibus já possuem tecnologia embarcada para serem abastecidos com H2, mas faltam, ainda, incentivos financeiros para tornar essa alternativa mais acessível, além da necessidade de avançar a infraestrutura de postos de abastecimento.  A legislação brasileira sobre o tema é outro gargalo. A primeira regulamentação foi em 1998, mas, apenas em 2021, houve a publicação de resolução priorizando a destinação de recursos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para o hidrogênio e demais temas afetos. A consolidação concretizou-se com a instituição, no mesmo ano, do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2). A medida visa estabelecer o H2 como fonte energética para uma matriz nacional de baixo carbono. Já no setor de transporte, a tendência é que, nos próximos anos, o H2 verde se torne um combustível automotivo cada vez mais presente devido à sua emissão nula de escapamento, auxiliando, dessa forma, o setor a se descarbonizar, conforme previsto nas contribuições nacionalmente determinadas pelo Acordo de Paris, firmado pelo Brasil em 2015.  Por isso, essa nova rota tecnológica tem sua importância para o desenvolvimento ambiental do transporte. A modalidade rodoviária será uma das grandes beneficiárias dessa alternativa. Nesse sentido, a série CNT Energia no Transporte tem o propósito de incentivar a redução do consumo de combustível fóssil e contribuir com a eficiência energética dos veículos pesados, como caminhões e ônibus, além de promover o uso de tecnologias menos poluentes. Acesse a publicação: Hidrogênio Renovável – Uma das rotas para descarbonizar o transporte rodoviário  Fonte: www.cnt.org.br

ITL abre inscrições para turmas de São Paulo e Curitiba da Especialização em Gestão de Negócios

O ITL (Instituto de Transporte e Logística) abriu inscrições para as turmas de Curitiba (PR) e São Paulo (SP) da Especialização em Gestão de Negócios. A pós-graduação lato sensu é ministrada pela FDC (Fundação Dom Cabral), considerada uma das dez melhores escolas de negócios do mundo. O início das aulas está previsto para 24 de julho, em São Paulo, e 11 de setembro, em Curitiba. As inscrições seguem abertas até 11 de junho e 9 de julho, respectivamente. Também estão em andamento, até 28 de maio, as inscrições para a turma de Salvador (BA), cujas aulas começarão no dia 10 de julho. Clique aqui e se inscreva para uma das três turmas! A especialização é gratuita e voltada para gestores das empresas de transporte associadas ao Sistema CNT. O objetivo é capacitar executivos de empresas de transporte e logística nas mais modernas técnicas de gestão de negócios.   O currículo foi idealizado considerando o pensamento prático do mundo dos negócios. Busca, portanto, equilibrar a teoria com a prática, desenvolvendo nos participantes uma visão empreendedora e criativa. O curso faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, coordenado pelo ITL e promovido pelo SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte). O programa tem como objetivos fomentar o desenvolvimento de pesquisas científicas e tornar o setor de transporte mais objetivo. Saiba mais e faça já a sua inscrição!  O ITL também está com inscrições abertas para turma em Belo Horizonte da Especialização em Gestão de Recursos humanos, com inícios das aulas previsto para 23 de outubro de 2023. Saiba mais e faça sua inscrição! Fonte: www.cnt.org.br

Setor prevê diminuição de frota com o fim da exclusividade da contratação do seguro de carga pelo transportador

O modelo está levando a falência as empresas de transporte e os caminhoneiros O parecer apresentado pelo deputado Hugo Motta (Republicanos/PB), à Medida Provisória (MPV) nº 1.153/2022, retira a exclusividade da contratação do seguro de responsabilidade civil pelo transportador.  Em todos os países o seguro é contratado pelo transportador, apenas no Brasil as empresas de transporte e os caminhoneiros autônomos ficam à mercê dos embarcadores. Isso traz uma enorme insegurança jurídica e grandes prejuízos financeiros.  Os embarcadores recebem seu ressarcimento das seguradoras que cobram dos transportadores o valor pago. O modelo está levando a falência as empresas de transporte e os caminhoneiros.  A única solução viável é a redução da frota e a utilização de veículos mais antigos. Já os profissionais autônomos, que por vezes, são acionados em ações das seguradoras com valores superiores ao valor do seu caminhão, restará apenas se retirar do mercado. Os profissionais do transporte que não se negaram a colocar suas vidas em risco para manter o Brasil abastecido durante a pandemia, são os mesmos que estão sendo negligenciados pelo Governo e pelo Parlamento. Os prejuízos gerados pelas Cartas de Dispensa de Direito de Regresso serão responsáveis por uma frota reduzida, uma logística menos eficaz e uma redução imediata no PIB brasileiro.  O Poder Público não pode sucumbir ao setor industrial e fechar os olhos para os danos causados pela intransigência das grandes indústrias. O setor que move o Brasil não pode ser preterido e inviabilizado pelo Governo e pelo Congresso Nacional. O descaso com o transporte pode inviabilizar um serviço essencial ao país.  Por Agência CNT Transporte Atual

ANTT atualiza os valores da tabela dos pisos mínimos de frete

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no dia de hoje (26), no Diário Oficial da União (DOU) a atualização da tabela dos pisos mínimos do frete do transporte rodoviário de carga. Confira abaixo e faça o download AQUI da tabela em pdf. Portaria na íntegra Fonte: com informações da ANTT

Transportes Bertolini recebe Certificação Internacional Green World Class em Nova Iorque

Durante a realização da 36ª Assembleia Geral Ordinária da Câmara Internacional da Industria de Transportes – CIT, empresas do Rio Grande do Sul receberam a Certificação da Qualidade Classe Mundial CQCIT e CITGREEN. O evento ocorreu na sede da ONU em Nova Iorque nos Estados Unidos. Afrânio Kieling, presidente do Sistema Fetransul destaca o reconhecimento e orgulho das empresas certificadas. “Desejamos sucesso a todos os certificados e colocamos a entidade à disposição para trabalharmos juntos pelo desenvolvimento do transporte e a logística”, conclui. Fique ligado que nos próximos dias estaremos divulgando individualmente todas as empresas certificadas.

Presidente da CNT debate desafios do setor e do transporte brasileiro em Lisboa

O dirigente participou como moderador de um dos painéis do “Duetos, Diálogos além-mar”, durante a Cimeira luso-brasileira, em Lisboa, Portugal O presidente da CNT, Vander Costa, participou como moderador de um dos painéis do “Duetos, Diálogos além-mar”, durante a Cimeira luso-brasileira, em Lisboa, Portugal. O evento, promovido no último final de semana pelo Fórum de Integração Brasil-Europa (FIBE), contou com a participação de autoridades e de lideranças políticas, empresariais e sociais do Brasil e da Europa. O painel conduzido pelo presidente da CNT discutiu os desafios fiscais e sociais e contou também com a participação do professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Tiago Cavalcanti; e da diretora da Instituição Fiscal Independente (IFI), do Senado Federal do Brasil, Vilma Pinto. Durante sua intervenção, o presidente Vander Costa falou da posição da CNT acerca do novo arcabouço fiscal apresentado pelo Governo Federal, da taxa de juros praticada no Brasil, das preocupações do setor de transporte na reforma tributária, da necessidade de se garantir uma governança pública adequada e investimentos públicos de qualidade em infraestrutura de transportes. O evento contou, dentre outras, com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes; do Ministro da Educação, Camilo Santana; do presidente do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Aloizio Mercadante; e do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Jorge Viana. A Cimeira Luso-brasileira acontece de 22 a 25 de abril, em Lisboa. Durante esses dias o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reuniu-se com o Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa; com o presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa; com membros da Assembleia da República portuguesa e com empresários do País europeu. Na cimeira foram assinados 13 acordos bilaterais em áreas como energia, cultura, educação, saúde, turismo, segurança e direitos humanos. Em declaração conjunta, o Primeiro-Ministro de Portugal e o Presidente do Brasil saudaram a cooperação existente ao nível da navegação aérea e da atividade marítimo-portuária. Neste âmbito, salientaram a importância do Porto de Sines como porta de entrada dos produtos brasileiros na Europa, “nomeadamente criando um hub agroalimentar de referência, tendo igualmente evidenciado as capacidades e potencialidades do Porto de Setúbal, designadamente para a localização de unidades industriais e logísticas na Península de Setúbal”. Com esse objetivo, foi também considerado de interesse pelas Partes o apoio de Portugal no desenvolvimento da Janela Única Logística em portos brasileiros. “Os governantes saudaram a recente aprovação, pelo Congresso Nacional brasileiro, do Acordo sobre Serviços Aéreos, assinado em 2021. O lado brasileiro está a ultimar as providências para a assinatura do decreto de implementação do acordo no Brasil. A implementação pelas duas partes permitirá o reforço das ligações aéreas, o que contribuirá para a conectividade entre Portugal e Brasil, com forte impacto no comércio, turismo e investimento”, destaca a declaração conjunta. Por Agência CNT Transporte Atual

Missão à Suíça: Agenda ESG exigirá das empresas novas formas de demonstrar conformidade

O ambiente regulatório em torno das boas práticas foi um dos temas tratados durante a Missão Internacional do Transporte – Suíça 2023 No segundo dia de imersão acadêmica da Missão Internacional do Transporte Suíça – 2023, o professor Florian Hoos, do IMD (International Institute for Managemente Devolopment) falou sobre regulamentação e formas de mensurar a adesão aos princípios ESG (ambiental, social e governança). O especialista prevê um movimento regulatório intenso nos próximos meses, de modo que as empresas terão de fazer um grande esforço para estar em conformidade.  Segundo Hoos, está a caminho uma definição de padrões por parte de órgãos regulatórios regionais e transnacionais, embora cada setor da indústria tenha a prerrogativa de definir quais critérios serão observados. O desafio é que a observância dos standards tende a ser obrigatória – por lei ou pela imposição do mercado.  Para ele, esse é o “copo vazio”, pois o novo ambiente exigirá grande investimento por parte das companhias. O “copo cheio” são as oportunidades envolvidas. “Se ESG é importante para os seus clientes e para os seus empregados, a conformidade é uma vantagem competitiva para a sua empresa”, garante o professor. Nesse contexto, o relatório de ESG será um documento precioso e as empresas precisarão confeccioná-lo sem relegarem a parte financeira. Hoos diz que as corporações precisarão ser “ambidestras”, manejando a estratégia corporativa com relatórios de ESG para consumo interno e, com a outra mão, mostrando práticas e indicadores para o mercado, com relatórios externos. Os documentos também serão duplicados quanto à materialidade, ou seja, os relatos terão de ter métricas para stakeholders (impacto social e ambiental), além dos números de lucro ou prejuízo. Na segunda palestra do dia, o professor Michael Yaziji instigou a delegação de empresários com perguntas sobre ética e a influência de fatores psicológicos na tomada de decisão. Falou sobre crise e imagem, fazendo uma distinção clara entre atores comerciais e não comerciais. De acordo com ele, as relações comerciais são mais simples, pois estabelecidas de comum acordo entre as partes. Por outro lado, as não comerciais têm múltiplos polos e motivações variadas – daí a importância de as empresas investirem em gestão da reputação. Yaziji, que é especialista em Estratégia e Liderança, conduziu diversas dinâmicas envolvendo escolhas difíceis (trade-off), de modo que a decisão nunca resultaria em um cenário do tipo “ganha-ganha”, mas com perdas – ou de capital financeiro ou de capital simbólico ou de capital humano. “Encorajo vocês a conversarem com o seu time sobre isso e alinhar: qual é o papel social da companhia? Como nós lidamos com um trade-off que envolva nossos stakeholders?”, provocou. Por Agência CNT Transporte Atual