Comunidade do transporte ganha desconto de até 20% nos cursos da Escola de Negócios e Seguros

As tarifas especiais são fruto de uma parceria firmada entre o ITL e a instituição de ensino. Trabalhadores do transporte, seus filhos e cônjuges contam agora com descontos de até 20% em cursos de graduação, pós-graduação, MBAs e cursos de extensão na ENS (Escola de Negócios e Seguros). As tarifas especiais são fruto de uma parceria firmada entre o ITL (Instituto de Transporte e Logística) e a instituição de ensino. A ideia é que, por meio de convênios com instituições de referência do país e do mundo, toda a comunidade do transporte possa ter acesso a formação de ponta, de maneira complementar à já ofertada pelo Sistema CNT, por meio do SEST SENAT e do ITL. A instituição oferece capacitações que podem agregar significativamente ao setor transportador, como os cursos de Gestão de Riscos Logísticos, Comissário de Avarias, Gestão de Processos Gerenciais e Seguros de Transportes. Veja todas as opções aqui. Os interessados devem apresentar, no ato da matrícula, o voucher que os identifica como beneficiários do ITL e, sempre que for solicitado, devem apresentar um documento que comprove o vínculo com a empresa do setor de transporte. As bolsas não são acumulativas com outras promoções. Para adquirir o cupom de desconto, entre em contato com o ITL pelo email inteligencia@itl.org.br Para a manutenção da bolsa, é preciso manter o mínimo de desempenho nas disciplinas; não ser reprovado(a) em mais de duas disciplinas em cada semestre letivo; não ser repreendido(a) pela ENS por má conduta acadêmica ou administrativa; manter o seu vínculo com a conveniada; e manter-se rigorosamente em dia com o cronograma de pagamento das mensalidades. O ITL tem buscado inovar nos serviços ofertados, sem perder de vista a qualidade e os benefícios estratégicos do que é entregue às empresas de transporte. Assim, com esse convênio, o Instituto de Transporte e Logística reitera seu propósito de qualificar, desenvolver e inovar o setor de transporte de forma que ele se torne mais competitivo. A ENS Fundada em 1971 pelos principais atores do setor de seguros brasileiro, a ENS tem a missão de promover uma educação transformadora por meio de programas de excelência que contribuam para o desenvolvimento de profissionais capacitados a atuarem em diversas áreas de negócios, com ênfase no estímulo e na disseminação da cultura de seguros. Nos últimos anos, a ENS se notabilizou pela troca de experiências com instituições de ensino do Brasil e do exterior, por meio de convênios de cooperação técnica. Assim, ela confirma seu comprometimento com a alta qualificação de profissionais para um setor que vem se tornando cada vez mais importante na nossa economia. Fonte: CNT
Diretor de Infraestrutura da Fetransul fala sobre a nova concessão dos pedágios na Serra Gaúcha

“A concessão foi um fracasso do interesse público”, ressalta Paulo Ziegler O Diretor de Infraestrutra da Federação das Empresas de Logística de Transporte de Cargas do Rio Grande do Sul (Fetransul) é um crítico do modelo de concessão definido pelo governo gaúcho para o bloco 3 de rodovias do estado, que compreende as estradas estaduais da Serra Gaúcha. Para ele, o modelo privilegia a visão dos investidores, e cobra um alto preço dos usuários das rodovias. Nesta entrevista, provocada pela entrada em vigor do novo valor do pedágio na Praça de Portão, na RS-240, com um aumento de 83% em relação ao praticado pela EGR, que inaugura a concessão das rodovias serranas para a empresa Caminhos da Serra Gaúcha (CSG), Ziegler afirma que a concessão foi um fracasso do interesse público, e que o governo tinha a possibilidade de não aceitar a proposta e cancelar a licitação, mas optou por manter o modelo. Como a Fetransul avalia este aumento e qual o impacto deste reajuste no valor do pedágio em Portão?Paulo Ziegler: Não se trata de um reajuste. A maioria das rodovias envolvidas estava sob administração da EGR, uma empresa pública. Esta gestão arrecadava pedágio para manter as rodovias abrangidas por suas operações. Em novas circunstâncias, o governo do Rio Grande do Sul formou um conjunto de rodovias (bloco 3) para conceder à iniciativa privada por 30 anos. E a concessionária terá o compromisso de duplicar parte desta malha, fazer terceiras pistas em trechos de serra, além de inúmeras intersecções de acesso a municípios. Também, por óbvio, vai manter o pavimento e prestar serviços de guincho e ambulância. Portanto, o escopo de empreendimento é diverso das condições anteriores. Não é correto interpretar como um simples reajuste. É uma nova realidade. Qual a sua avaliação sobre o modelo da concessão para a CSG?Paulo Ziegler: A concessão em si, não é uma escolha simples do governo. Houve uma licitação. E apenas uma empresa se habilitou. E a falta de concorrência levou a que esta empresa não oferecesse desconto na tarifa base da concorrência. Isso agravou substancialmente o valor do pedágio. O preço médio praticado no mercado do Rio Grande do Sul é cerca de 30% inferior. Portanto, do ponto de vista dos usuários destas rodovias, que serão aqueles que vão manter esta operação, é muito oneroso. E por 30 anos, são valores elevados: entre R$ 1 bilhão e R$ 1,3 bilhão a mais. O senhor faz críticas ao modelo?Paulo Ziegler: O emprego de capital privado para atender a infraestrutura rodoviária é uma alternativa apreciável, sobretudo se o governo não tem recursos suficientes para atender. Porém é importante que sejam observados com equilíbrio os interesses do investidor e do usuário, pois é ele, e não o governo, quem vai pagar esta conta. Em resumo: é preciso estabelecer uma relação custo x benefício bem ajustada, tendo o cuidado de formalizar contratos que mantenham efetivo controle público sobre as operações. A concessão do bloco 3 foi um sucesso para o governo?Paulo Ziegler: A concessão foi um fracasso do interesse público. O Governo tinha a possibilidade de não aceitar a proposta e cancelar a licitação. Mas não exerceu esta opção. Alegou que desgastaria sua imagem neste mercado de empreiteiras de rodovias. Tinha a opção de defender a economia popular e a sociedade, mas fez outra escolha. Como assim?Paulo Ziegler: Para te trazer dados mais claros quanto a números, a CCR Viasul opera um conjunto de rodovias federais no estado. Está duplicando a BR-386 entre Lajeado e Carazinho. O pedágio cobra R$ 0,11 por quilômetro. A Caminhos da Serra já larga com tarifa de R$ 0,17 por quilômetro. E o empreendimento é algo idêntico ao da CCR. Há estudos apontando os impactos no valor dos fretes rodoviários?Paulo Ziegler: Impacto no valor do frete é muito variável. Cargas com menor valor agregado há maior incidência sobre o valor dos produtos. E o inverso também acontece. A melhor análise é uma comparação com o consumo de combustível de qualquer veículo. Seja caminhão ou automóvel.Podemos genericamente afirmar que além de R$ 0,11 ou R$ 0,12 por quilômetro estamos sendo agravados na relação custo-benefício. Vale ressaltar que o transportador não paga o pedágio. Quem paga é o contratante do frete. Portanto, é um custo que onera os produtos. A Fetransul já manifestou contrariedade ao modelo de concessão do Bloco 3 das rodovias gaúchas. Há encaminhamentos para revisão do modelo?Paulo Ziegler: Revisão de contratos sempre poderá existir. Mas todas as considerações vão sempre partir de uma tarifa alta. E a concessionária tem um direito adquirido. Pouco pode se fazer para mitigar estas tarifas. O emprego do sistema free-flow pode simplificar meios de cobrança e estabelecer tarifas menores para aqueles que usarem trechos menores das rodovias concedidas. Mas, ao que sabemos, não há previsão contratual para sua implantação. Isso, por si só, é um erro. Quem pode imaginar veículos transitando por praças de pedágio daqui a 10 ou 15 anos? E já existe lei para atender a esta possibilidade. O senhor pode explicar melhor?Paulo Ziegler: O subsídio cruzado fica evidente quando se verifica que as melhorias necessárias numa via são em valor muito inferior ao que vai se arrecadar na praça de pedágio. Isso significa que vai arrecadar ali e usar em outra rodovia. Isso é injusto e incondizente com uma relação de consumo: você deve pagar apenas aquilo que usou ou lhe trouxe benefício. Já quanto ao free-flow, trata-se de uma modalidade de cobrança sem as tradicionais cabines ou praças de pedágio. Arcos na via, instalados a cada um ou dois km, por exemplo, vão medindo a passagem e descontando frações de cobrança via tags instaladas nos veículos. Isso é mais justo (paga-se apenas o que se usa), é muito mais barato para cobrar, pois não existem funcionários 24hs em cabines, etc…. E já há previsão legal para seu uso. É uma forma boa para todos os envolvidos: concessionários e usuários. E certamente poderia baratear as tarifas, por reduzir os custos operacionais. Resumindo, o modelo foi mal formulado, em sua avaliação…Paulo
Dez rodovias da EGR recebem intervenções nesta semana

Serviços em 28 frentes poderão ocasionar bloqueios de faixas e alterações no trânsito A população e os condutores devem estar atentos para a realização de intervenções em dez rodovias nesta semana, informa a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Ao todo, serão 28 frentes de trabalho que exigem atenção de quem circula pelas diferentes regiões do Rio Grande do Sul. A ação das equipes e a presença de máquinas na pista poderão causar bloqueios de faixas e, consequentemente, lentidão ou retenção sinalizada de veículos em horários de maior movimento. Na região dos vales do Taquari e do Rio Pardo, a execução da recuperação da RSC-453 prevê obras no pavimento do quilômetro 4 ao 5, em Venâncio Aires, e do 17 ao 18, em Cruzeiro do Sul. Do quilômetro 0 ao 5 e do quilômetro 7 ao 18, entre Venâncio Aires e Mato Leitão, está sendo implantada nova sinalização horizontal. O cronograma de obras prevê também a realização de intervenções para a manutenção do pavimento no quilômetro 74 da ERS-130, em Lajeado. Paralelo a isso, ocorre a conservação rotineira com serviço de roçada e limpeza das margens do quilômetro 97 ao 120, entre Vespasiano Corrêa e Guaporé, na ERS-129; do quilômetro 13 ao 26, entre Fazenda Vila Nova e Teutônia, na ERS-128; e roçadas, desobstrução de valas, bueiros e pintura de pontes e trevos na ERS-130, do quilômetro 69 ao 75, em Lajeado. Na Serra e na região das Hortênsias, há a execução de reparos no pavimento da ERS-122, entre o quilômetro 100 e 128, entre Flores da Cunha e Antônio Prado, até terça-feira (31/1). Também a manutenção asfáltica na ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado, e na ERS-235, do quilômetro 25 ao 28, também em Gramado. A EGR executa a implantação da sinalização horizontal no quilômetro 26 da ERS-115, entre Três Coroas e Gramado, e no quilômetro 25 ao 28, da ERS-235, em Gramado. As roçadas e a limpeza das margens ocorrem na ERS-235, do quilômetro 0 ao 15, em Nova Petrópolis, do quilômetro 40 ao 46, em Canela, e do quilômetro 88 ao 92 da ERS-122, em Flores da Cunha, até terça-feira (31/1). Na região dos vales dos Sinos, do Caí e Paranhana, a EGR realiza a sinalização horizontal da ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado, e da ERS-122, do quilômetro 0 ao 20, entre Portão e São Sebastião do Caí, até terça-feira (31/1). Além disso, o cronograma de obras prevê a realização de roçadas e limpeza das margens na ERS-239, do quilômetro 24 ao 34, entre Campo Bom e Araricá, e do quilômetro 64 ao 88, entre Rolante e Riozinho; na ERS-115, do quilômetro 4 ao 19, entre Taquara e Três Coroas; e na RS-122, do quilômetro 32 ao 39, entre Bom Princípio e São Vendelino. Na ERS-135, as equipes trabalham na manutenção do pavimento e na implantação de tachões do quilômetro 67 ao 68, em Erechim. Além disso, o cronograma prevê a realização de roçadas e limpeza das margens do quilômetro 25 ao 33, entre Coxilha e Sertão, e em operações tapa-buracos em toda a extensão da rodovia. De acordo com o diretor-presidente da EGR, Luiz Fernando Záchia, as obras fazem parte de um cronograma elaborado pelo corpo técnico com o objetivo de qualificar trechos estratégicos e reforçar a segurança da população que diariamente circula pelas estradas. “Qualificar as estradas é fator crucial para que possamos evitar acidentes e, ao mesmo tempo, incentivar o fortalecimento dos setores produtivos que dependem de boa logística”, destaca Záchia. Os condutores que trafegarem pelos locais em obras devem respeitar os limites de velocidade indicados pelas placas. Rodovias, pontos de atenção e serviços que serão realizados nesta semana MANUTENÇÃO NO PAVIMENTO E REPAROS LOCALIZADOS RSC-453, do quilômetro 4 ao 5, em Venâncio Aires, e do quilômetro 17 ao 18, em Cruzeiro do Sul ERS-130, no quilômetro 74, em Lajeado ERS-122, do quilômetro 100 ao 128, entre Flores da Cunha e Antônio Prado ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado ERS-235, do quilômetro 25 ao 28, em Gramado ERS-135, do quilômetro 67 ao 68, em Erechim SINALIZAÇÃO RSC-453, do quilômetro 0 ao 5 e do 7 ao 18, entre Venâncio Aires e Mato Leitão ERS-115, no quilômetro 26, entre Três Coroas e Gramado ERS-235, do quilômetro 25 ao 28, em Gramado ERS-122, do quilômetro 0 ao 20, entre Portão e São Sebastião do Caí ERS-135, do quilômetro 67 ao 68, em Erechim CONSERVAÇÃO, ROÇADA E LIMPEZA DE MARGENS RSC-453, do quilômetro 38 ao 50, entre Estrela e Teutônia ERS-130, do quilômetro 69 ao 75, em Lajeado (desobstrução de valas, bueiros e pintura de pontes e trevos) ERS-129, do quilômetro 69 ao 82, entre Encantado e Muçum ERS-128, do quilômetro 13 ao 26, entre Fazenda Vila Nova e Teutônia ERS-239, do quilômetro 29 ao 37, entre Sapiranga e Araricá, e do 66 ao 80, em Rolante ERS-115, do quilômetro quatro ao 19, entre Taquara e Três Coroas ERS-122, do quilômetro 32 ao 39, entre Bom Princípio e São Vendelino ERS-235, do quilômetro zero ao sete, em Nova Petrópolis, e do 40 ao 45, em Canela ERS-122, do quilômetro 88 ao 92, em Flores da Cunha ERS-040, do quilômetro 13 ao 50, em Viamão ERS-135, do quilômetro 25 ao 33, entre Coxilha e Sertão TAPA-BURACOS ERS-135, ERS-129 e ERS-130, em toda a extensão da rodovia A programação de obras poderá sofrer alterações por causa das condições climáticas desfavoráveis. Texto: Ascom EGR Foto: Raphael Nunes/Ascom EGR