Especialistas divergem sobre como melhorar formação de motoristas e impulsionar setor de transportes

Número de motoristas habilitados para o transporte de cargas vem caindo no Brasil desde 2015; envelhecimento da profissão também preocupa Especialistas que participaram de debate na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados discordaram sobre as formas de impulsionar a formação de motoristas profissionais no país. O debate, que ocorreu nesta terça-feira (13), reuniu executivos do Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), que oferece cursos de aperfeiçoamento para motoristas; da Federação Nacional das Autoescolas (Feneauto) e da Associação de Autoescolas e Centro de Formação de Condutores. A oferta de motoristas habilitados na categoria C (transporte de cargas) caiu 18,97% desde 2015 no país (uma perda de mais de 1 milhão de motoristas),  segundo levantamento do representante do Sest/Senat, Christian Riger. “A falta desses motoristas profissionais gera rotatividade nas empresas o que gera um custo considerável, e isso afeta a economia como um todo, considerando principalmente o setor de transporte”, salientou Riger. Um setor que, segundo ele, gerou 100 mil novos postos de trabalho em 2022. Ainda conforme dados do Sest/Senat, em 2020, a maioria dos habilitados com a categoria C estava na faixa dos 50 a 60 anos, o que aponta para o déficit de motoristas jovens no mercado. Custo e tempo Uma das razões para o baixo atrativo pela carreira, observou o executivo, é o custo para tirar a habilitação (a primeira habilitação custa R$ 2.500 e a troca de categoria R$ 2.900), além do tempo gasto para habilitar-se (um ano e meio em média para chegar à categoria C), o que corresponde ao tempo dispendido em um curso técnico. Como medida para reduzir os preços e ampliar a oferta de cursos a SEST/SENAT defende que lhe seja atribuída a competência pela formação direta de condutores, e não apenas a participação em cursos para condutores já habilitados. No entanto, o representante da Feneauto, que representa mais de 14 mil autoescolas, Magnelson Carlos de Souza, discorda dessa demanda. Segundo ele, a entrada da Sest/Senat no mercado representaria uma “concorrência desleal”. Souza, por sua vez, acredita que a solução é levar a educação de trânsito, hoje restrita às 28 mil salas especializadas, para o ensino fundamental, médio e superior. “Não foi aprovado aquilo que está no Código de Trânsito Brasileiro que é levar a educação de trânsito às escolas de ensino fundamental, médio e superior. Infelizmente o MEC não entendeu dessa maneira, não criou uma disciplina e trata isso de maneira transversal, o que é um equívoco”, sustentou. Reforma na legislação Nesse ponto, o deputado Zé Neto (PT-BA), que solicitou o debate, defendeu uma reforma na legislação. “Se você não tem obrigatoriedade, vai virar um caos, porque o Sest-Senat não tem condições de atender o país inteiro, e não é essa sua função”, reforçou. O parlamentar acredita que a formação de condutores pode ser aplicada por uma escola pública de trânsito, proposta que é estudada pelo governo baiano. Em nome dos centros de formação de condutores, Etevaldo Lima da Silva defendeu a desburocratização do processo de ensino, mas fez a ressalva que o aprimoramento dos cursos não pode ser feito por meio do sistema EaD (Educação a Distância). “O EAD não cabe no nosso processo de primeira habilitação”, reiterou. Fonte: portal NTC / Fotos: Vinícius Loures/Câmara dos Deputados

Crescente movimentação de serviços sobre máquinas-equipamentos anima as empresas de transporte de cargas

O transporte rodoviário de cargas vem contribuindo para continuar sendo o modal responsável pela movimentação de mercadorias e, consequentemente, da economia do país. Neste ano, no primeiro semestre, o setor cresceu cerca de 38% em seu volume de carga transportada em rodovias, em comparação ao mesmo período de 2021, segundo os dados da 8ª edição do relatório Fretebras. Os dados do balanço também apresentam registros do movimento de R$ 49 bilhões, contribuindo na elevação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,1% em comparação ao mesmo momento do ano anterior. Dentre os números, um dos transportes que demonstraram forte crescimento foi o de máquinas-equipamentos, que correspondeu a 10,9% da distribuição pela malha brasileira. Para Danilo Guedes, presidente da ABC Cargas, empresa com carro-chefe no transporte de máquinas, caminhões e ônibus pela América do Sul, a situação é animadora. “Nosso negócio está diretamente ligado à indústria automobilística de caminhões e de máquinas de construção civil e agrícolas. O crescimento em ambos os setores impulsionou nossa receita e, consequentemente, os investimentos em nossos equipamentos e caminhões, concomitante a capacitação de nossos funcionários”, conta. Segundo a Associação das Montadoras (Anfavea), a produção de veículos leves e pesados em setembro registrou alta de 19,3%. Em contraponto, apesar de a indústria automotiva estar em crescimento durante o ano, a falta de semicondutores, peças responsáveis pela condução das correntes elétricas e indispensáveis para a montagem de automóveis e eletrônicos, vem causando impacto na mão de obra dos caminhões. “Essa falta afeta diretamente o ritmo da produção e ainda trouxe algumas consequências para o desempenho logístico da nossa empresa. A tendência é que o volume de vendas de caminhões seja muito parecido a 2021, mas nossa expectativa de crescimento é de 30% aproximadamente, o que consideramos ótimo”, relata o executivo sobre a importância de encontrar soluções e estratégias para suprir a ausência desses componentes. A promessa do Euro 6 para o segmento Atualmente, observa-se que o transporte rodoviário de cargas vem se movimentando para suprir as demandas do dia a dia e que está comprometido a tornar seus processos ainda mais modernos e sustentáveis. A chegada do Euro 6 em 2023 trará uma dinâmica diferente aos bastidores do segmento, pois se trata de uma tecnologia inovadora para um setor que historicamente possui altas emissões em seus movimentos nas operações de transporte. Sobretudo, o presidente da ABC descreve o próximo ano como desafiador e incerto: “Não sabemos ao certo como serão os rumos da economia para o próximo governo, as concessões de créditos, a adaptabilidade e a aceitação dos novos caminhões Euro 6. Minha leitura é um crescimento de 10%, com o primeiro trimestre mais lento e com recuperação nos meses subsequentes”, pondera Guedes. Considerando todos os fatores, a ABC Cargas visualiza seus modelos de trabalhos em planejamentos a médio e longo prazo. Com isso, a tendência é continuar investindo em seus caminhões e implementos rodoviários. “Este ano investimos aproximadamente de R$ 15 milhões em caminhões e em carretas para atender a alta demanda dos nossos clientes. Projetamos algo similar para 2023, até porque temos novos mercados e parceiros em nosso pipeline de vendas”, finaliza. Fonte: portal NTC

Vendas do comércio eletônico na Black Friday crescem 60%

Número de pedidos online cai 25% A receita das vendas realizadas pelo comércio eletrônico no fim de semana da Black Friday, de 25 a 27 de novembro, aumentou 60% em comparação ao mesmo período de 2021. Os dados, divulgados hoje (8), em São Paulo, são da empresa de inteligência analítica Boa Vista, medidos pelo sistema antifraude Konduto. Em contrapartida ao crescimento da receita, o número de pedidos online caiu 25% na comparação com a edição de 2021. Segundo a Boa Vista, os dados apontam que os consumidores optaram por adquirir menos produtos, mas de maior valor. Acompanhando a redução do número de pedidos de compra online, as tentativas de fraudes nesta Black Friday também recuaram (-26%) em comparação com 2021. Mesmo assim, a empresa registrou tentativas de fraude que poderiam gerar prejuízo de R$ 71,5 milhões. Celular Os dados mostram, ainda, que as compras via celular têm aumentado ano a ano no país. Em 2020, as compras via mobile passaram de 50% do número total de aquisições online. Em 2022, esse número chegou a 74%. E as fraudes também acompanharam: 72% das tentativas de golpe foram originadas desses dispositivos. Na análise por região, o Sudeste se destacou, registrando 62% das vendas e 59% das tentativas de fraude em todo o Brasil. Fonte: NTC / Foto: Rovena de Paula/Agência Brasil

Restrição de trânsito na Freeway no final de ano

Atenção! Mudanças acontecem a partir do dia 20 Conforme previsto na Resolução 4.513 – DNIT – A PARTIR DE 20/12 INICIA A RESTRIÇÃO DE TRÂNSITO DE VEÍCULOS COM PRODUTOS PERIGOSOS NA FREEWAY.  Esta resolução dispõe sobre a restrição de veículos transportando produtos perigosos no trecho entre o Km 00 – Osório e Km 92 – Posto da PRF próximo à divisa POA-Canoas. Restrição:  Art. 1º Proibir o tráfego de veículos transportadores de produtos perigosos, todos os dias da semana, no horário entre as 22 horas e as 6 horas, nos dois sentidos do trecho compreendido entre o km 00 e o km 92 da BR¬290/RS. Art. 2° Fica proibido, no período entre 20 de dezembro e o carnaval, o tráfego de veículos transportadores de produtos perigosos no sentido de maior fluxo do trecho compreendido entre o km 00 e o km 92 da BR¬290/RS, conforme se segue:  1° Nas sextas¬ feiras, no sentido do litoral, a proibição se dará no período compreendido entre as 15 horas e as 12 horas do dia seguinte;  2° Aos domingos, no sentido da capital, a proibição se dará no período compreendido entre as 15 horas e as 06 horas do dia seguinte; e  3º Na terça ¬feira do período de carnaval, no dia 1º do ano e na véspera deste, a proibição se dará a partir das 15 horas, salvo, nesses últimos dois casos, se for sábado. Clique aqui e acesse a resolução. Fonte: SETCERGS

Sistema CNT participa de painel sobre proteção de dados

Diretora executiva nacional do SEST SENAT representou a instituição no XXV Congresso Internacional de Direito Constitucional O Sistema CNT participou, na quinta-feira (8), em Brasília, do painel “Regulação responsiva, proteção de dados e códigos de boas práticas”, parte da programação do XXV Congresso Internacional de Direito Constitucional. Na ocasião, representou a entidade Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT, que dividiu a mesa com Marcos Ottoni, coordenador geral jurídico da CNSaúde (Confederação Nacional de Saúde), e Fabiola Pasini, gerente de consultoria da Diretoria Jurídica da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Na ocasião, cada participante expôs a experiência do respectivo setor na elaboração de documentos balizadores de boas práticas, em um autêntico movimento de regulação responsiva. “A lógica de comando e controle vem ficando ultrapassada. Fica claro que a LGPD não é um fim em si mesma, de modo que, para trazer segurança jurídica a todos os atores, é preciso entender as especificidades e os mapear riscos. Esse é o desafio na construção de códigos setoriais”, observou a moderadora da mesa, a advogada e professora Mônica Tiemy Fujimoto, do IDP. Nicole Goulart ponderou que o desafio do Sistema CNT foi duplo. Por um lado, a entidade assumiu o papel de liderar o setor transportador rumo à conformidade com a lei, apesar das grandes diferenças entre os modais. Por outro, o sistema precisou olhar para dentro e reavaliar o tratamento de dados envolvidos nos serviços prestados, tanto em atendimentos em saúde quanto em capacitação profissional. “Precisávamos ter o olhar não apenas de quem propõe um guia de boas práticas, mas de quem o utiliza no dia a dia. Em 2022, realizamos cerca de 12 milhões atendimentos, incluindo, por exemplo, consultas em Psicologia, que têm um regramento muito próprio e envolvem dados sensíveis. Esse exercício foi muito valioso”, compartilhou. A diretora detalhou, ainda, o plano do Sistema em disseminar as boas práticas a partir de três eixos: sensibilização, capacitação e aplicação. “Iniciamos a capacitação em nível operacional. Em seguida, partimos para o executivo e, só então, lançamos o guia de boas práticas”, completou. Os debatedores prestaram homenagens ao professor Danilo Doneda, falecido em 4 de dezembro. O advogado participou das discussões sobre o Marco Civil da Internet, aprovado em 2015, e foi um dos autores do anteprojeto de lei que resultou na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018). Como consultor do Sistema CNT, coordenou a publicação “LGPD no Setor de LGPD no Setor de Transporte – Orientações para a Implementação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais”, além dos cursos “LGPD no Setor de Transporte” e “LGPD Descomplicada”. Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Pesquisa para usuários avaliarem as rodovias federais concessionadas

O levantamento vai até o dia 31 de dezembro e conta com o apoio da CNT A Confederação Nacional do Transporte (CNT) convida os transportadores de todo o país a participar de pesquisa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O levantamento visa avaliar o grau de satisfação dos caminhoneiros com rodovias pedagiadas. Com essa iniciativa, a ANTT busca a melhoria nas condições de tráfego pelo país e aprimorar as diretrizes de regulação e fiscalização das rodovias concessionadas. A enquete está aberta no site da Controladoria Geral da União (CGU) e pode ser acessada por meio do site da ANTT e vai até o dia 31 de dezembro. Ao responder a pesquisa, o transportador emite sua opinião e atribui notas de satisfação ou insatisfação ao trabalho das concessionárias de pedágio. A avaliação ocorre pela internet e busca ouvir, principalmente, as condições de rodovias federais pedagiadas no país. Pelo site, o usuário escolhe a concessionária que deseja avaliar e, na sequência, responde a questões relacionadas à qualidade do asfalto, tempo gasto para percorrer trajeto e para a travessia da praça de pedágio entre outros. A avaliação é rápida e dispensa identificação do participante. Acesse: enquete ANTT Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Presidência da República nomeia dois diretores para ANTT

O próximo passo é a posse A Presidência da República nomeou, nesta quarta-feira (7/12), dois diretores para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). São eles: – Felipe Fernandes Queiroz, para exercer o cargo de diretor, com mandato até 18 de fevereiro de 2027, na vaga decorrente do término do mandato de Fábio Rogério Teixeira Dias de Almeida Carvalho. – Lucas Asfor Rocha Lima, a partir de 19 de fevereiro de 2023, para exercer o cargo de diretor, com mandato até 18 de fevereiro de 2028, na vaga decorrente do término do mandato de Davi Ferreira Gomes Barreto. O próximo passo é a posse. Minicurrículos – Felipe Fernandes Queiroz é geógrafo formado pela Universidade de Brasília (UnB) em 2011. Especializou-se em gestão pública com ênfase em projetos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 2015. É mestrando em economia na mesma instituição. Já foi secretário-executivo-adjunto do Ministério da Infraestrutura (Minfra) e é, atualmente, secretário Nacional de Transportes Terrestres (SNTT/Minfra). Lucas Asfor Rocha Lima é bacharel em direito, mestre em ciências jurídico-políticas e doutorando em direito processual. Sócio do escritório de advocacia Asfor, Gomes de Matos Advogados Associados, Rocha Lima também preside a Caixa de Assistência dos Advogados do Ceará, com mandato até 2024. Fonte: ANTT

Veja como foi a solenidade do Prêmio CNT de Jornalismo 2022

Série de reportagens da Folha de S.Paulo conquistou o Grande Prêmio CNT de Jornalismo 2022; trabalho mostrou dribles licitatórios em obras de pavimentações Foi realizada na noite desta quarta-feira (7), em Brasília, a solenidade do Prêmio CNT de Jornalismo 2022. Neste ano, o Grande Prêmio – aquele que obteve a maior nota entre todos os finalistas – foi para a série de reportagens “A farra das pavimentações da Codevasf”, de Flávio Ferreira, da Folha de S.Paulo. Durante a cerimônia de premiação, o presidente da CNT, Vander Costa, afirmou que a valorização e o reconhecimento do jornalismo profissional são essenciais para a democracia brasileira e para encontrarmos as respostas para muitos dos desafios do transporte de cargas e passageiros.  “Esta premiação não é uma iniciativa apenas da CNT, mas, sim, de todo o setor de transporte. Ela mostra o nosso compromisso com o direito humano de acesso a informação. Afinal, uma imprensa séria e livre é um pilar fundamental para o desenvolvimento de qualquer nação”, ressaltou Costa.  Os vencedores foram avaliados pelo corpo de jurados do Prêmio, que, neste ano, foi composto por: Caio Quero, editor chefe da BBC Brasil; Daniel Rittner, repórter especial do Valor Econômico; Gustavo Uribe, colunista de política da CNN Brasil; Rodrigo Orengo, diretor executivo de jornalismo da Band Brasília; e Luiz Afonso dos Santos Senna, PhD em Transportes e conselheiro presidente da AGERGS (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul).  Para chegarem aos vencedores, os jurados atribuem notas de acordo com cinco critérios: relevância para o setor de transporte e o transportador; qualidade editorial; relevância para a sociedade;  criatividade/originalidade; e temporalidade/atualidade. Conheça os trabalhos vencedores GRANDE PRÊMIO “A farra das pavimentações da Codevasf” Flávio Ferreira, Folha de S.Paulo O trabalho, que conquistou uma premiação de R$ 60 mil, revelou dribles licitatórios e indícios de corrupção em meio a esquemas com empresa de fachada e direcionamentos na Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), além de descontrole em relação a R$ 4 bilhões na estatal. A apuração durou quatro meses e aliou jornalismo de dados, investigação política e orçamentária em São Paulo e Brasília e apurações de campo no Maranhão e em Tocantins. ÁUDIO “Desafios do transporte público de Guarapuava” Cléber Moletta Gomes, Rádio Cultura FM – Guarapuava (PR) A reportagem ouviu especialistas sobre problemas enfrentados pelo sistema de transporte coletivo no município de Guarapuava, no Paraná. Diante de uma crise, que não é exclusiva do município, o objetivo foi informar o ouvinte sobre o funcionamento do sistema e quais os desafios na visão de especialistas. Foram abordados temas sobre o cálculo tarifário, a limitação de fontes de financiamento, as sucessivas quedas de usuários e a falta de políticas públicas de mobilidade urbana, que limitam mudanças no transporte público. FOTOJORNALISMO “A ausência de asfalto em 88% das estradas brasileiras isola comunidades inteiras no interior do país” Igo Estrela, Metrópoles O repórter fotográfico registrou, no Pantanal sul-mato-grossense, como vivem comunidades ribeirinhas em função da falta de infraestrutura de transporte, de saneamento básico, de saúde e de segurança.  As imagens atestam que, em meio às dificuldades, permanecer no Pantanal – a maior planície inundável do planeta – é um ato de resistência. IMPRESSO “A licitação superfaturada de ônibus escolares do FNDE” André Shalders, Estado de S. Paulo A série de reportagens evitou que uma licitação de ônibus escolares, com preços inflados em mais de R$ 732 milhões, fosse levada adiante . Após as primeiras reportagens, os diretores do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) publicaram um novo despacho voltando atrás e reduzindo o preço máximo aceitável dos ônibus. Mesmo assim, o resultado da licitação foi embargado pelo Tribunal de Contas da União durante várias semanas, quando todo o processo foi revisto. Para que se tenha uma escala da dimensão do prejuízo evitado aos cofres públicos e ao transporte de crianças em idade escolar, a redução do preço máximo aceitável foi de R$ 510 milhões, valor suficiente para adquirir 1.500 ônibus escolares rurais de modelo menor.  INTERNET “O progresso passou e se esqueceu de mim” Mirelle Pinheiro, Metrópoles A reportagem percorreu 1.457,7 km, de Brasília até o Pantanal sul-mato-grossense, para conhecer, de perto, a realidade de comunidades ribeirinhas que vivem isoladas por conta da falta de infraestrutura. Esses povoados que não têm acesso ao asfalto padecem com a precariedade na saúde, segurança e educação. As comunidades aprenderam a sobreviver com a natureza. É da mata que sai o remédio; o alimento é cultivado na terra; e a pesca ajuda no sustento do lar. As casas são projetadas para suportar a seca e as enxurradas.  MEIO AMBIENTE E TRANSPORTE “Setor de transporte busca tecnologias além do motor elétrico para zerar emissões” Luciana Dyniewicz, Estado de S. Paulo A matéria multimídia aborda os desafios, as oportunidades e as tecnologias que o setor de transporte, em todos as suas modalidades, estuda para zerar as emissões de carbono até 2050. Responsável por 14% das emissões de gases do efeito estufa, o setor de transporte é uma peça indispensável no esforço para neutralizar o lançamento de CO2 na atmosfera e combater o aquecimento global. VÍDEO “A máfia no transporte” Chico Regueira, TV Globo A reportagem especial revelou que quadrilhas comandadas por facções de milicianos e traficantes tomaram o controle do transporte público de passageiros no Rio de Janeiro (RJ). A máfia opera linhas regulares e impede a circulação de ônibus em várias regiões da cidade. Os criminosos se apropriaram do solo urbano, transportando, por dia, mais de 10 milhões de passageiros. O transporte é, hoje, a principal fonte de renda das máfias, superando o tráfico de drogas e de armas.  Fonte: Agência CNT Transporte Atual

SEST SENAT lança Portal da Empresa

Novo site vai agilizar a matrícula de empregados nos nossos cursos e auxiliar gestores a planejarem a evolução profissional de sua equipe Foi lançado o novo Portal da Empresa, uma plataforma online que possibilita que empresas de todos os setores cadastrem seus empregados, realizem pré-matrículas nos cursos presenciais ou no formato webaula (aulas ministradas online e ao vivo pelos instrutores) e tenham um maior controle das atividades desenvolvidas pelos seus colaboradores. O objetivo do novo site é aproximar as empresas do setor de transporte, e de outros segmentos, por meio de uma experiência digital que facilite a vida dos gestores na hora de capacitar seus funcionários e acompanhar a sua evolução profissional. Para isso, o site oferece acesso a todo o histórico de cursos realizados pelos empregados bem como relatórios completos sobre os matriculados em programas de aprendizagem profissional. Os gestores também têm acesso a informações gerais sobre os atendimentos realizados à sua equipe, além de relatórios analíticos com todos os dados consolidados. O site tem um visual leve, moderno e atraente, com elementos simples e bem organizados que permitem uma comunicação clara e imediata com os usuários do site. Dessa maneira, é possível se atualizar diariamente, obtendo, logo no topo da homepage do site, as principais informações dos seus funcionários para planejar o desenvolvimento profissional da sua equipe com mais clareza e assertividade. A plataforma traz também uma importante funcionalidade: uma ferramenta de busca de cursos. Para procurar um curso, basta fazer uma busca simples pelo seu nome e, se for necessário, restringir a pesquisa, filtrando o período em que começa ou termina e a unidade operacional que o oferta. Após localizar o curso, é possível pré-matricular os funcionários diretamente pela plataforma, sem demora nenhuma. Além disso, os gestores podem cadastrar seus funcionários, coletiva ou individualmente, de maneira bastante intuitiva. Conheça agora mesmo Ficou curioso(a) para ver o novo site? Entre em contato com a unidade mais próxima para fazer o cadastro da sua empresa. Se a sua empresa já for cadastrada no SEST SENAT, basta acessar portaldaempresa.sestsenat.org.br e solicitar o primeiro acesso. Fonte: SEST SENAT

ANTT assina Acordo de Cooperação Técnica com Sest Senat para integração de base de dados e atuação de campanhas sociais

Compartilhamento de informação visa fortalecer políticas públicas voltadas a empresas e trabalhadores autônomos do setor A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) assinou, nesta segunda-feira (5/12), em Brasília (DF), um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Serviço Social do Transporte e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte – Sest/Senat, para atualização, revisão e inclusão de referências bibliográficas no banco de questões referente à prova de conhecimento aplicada pela Agência para obtenção do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), obrigatório para os transportadores rodoviários remunerados de cargas.  Para fortalecer essas políticas e também campanhas sociais, a ANTT vai compartilhar dados que possam auxiliar estudos de monitoramento do setor de transporte rodoviário de cargas, além de possibilitar um atendimento mais ágil ao transportador autônomo de cargas nas unidades do Sest Senat, já que a entidade fomenta e aplica políticas públicas para o setor de transporte como um todo.  Conforme a diretora-executiva nacional da instituição, Nicole Goulart, a parceria visa à formação profissional e mais qualidade de vida aos transportadores: “Ter acesso a esse arcabouço de dados vai permitir gerar informação e promover ações mais aderentes à realidade desses profissionais”. Para o diretor da ANTT Guilherme Theo Sampaio, “Temos a convicção de que será reverberado em boas práticas em uma celeridade muito mais rápida do que já era feito anteriormente, em uma parceria que tínhamos naturalmente com a entidade”. Não haverá transferência voluntária de recursos financeiros entre os partícipes para a execução do Acordo de Cooperação Técnica.  Fonte: ANTT