Sindicar realiza evento de encerramento anual e faz homenagem a personalidades do transporte

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Carazinho e Região (Sindicar), realizou no dia 15 de dezembro o encontro anual de encerramento que contou com a presença de associados, autoridades e lideranças de Carazinho.   O diretor executivo do Sistema Fetransul, Gilberto da Costa Rodrigues participou do evento e destacou a importância do trabalho do sindicato para o transporte e comunidade caraziense. “Em nome do presidente Afrânio Kieling, parabenizo toda a gestão do Sindicar, em especial o presidente Moisés pelo excelente trabalho, pois mesmo sem a contribuição sindical compulsória, vem atuando fortemente em prol do transporte e na realização de ações que beneficiam a comunidade de Carazinho e região. Nós do Sistema Fetransul, nos orgulhamos do trabalho realizado pelo Sindicar e desejamos sucesso a todos que fazem parte desta equipe”, conclui Gilberto. Duas personalidades do transporte foram homenageadas. Deonizio Cavol, hoje com 93 anos, comprou seu primeiro caminhão muito jovem e dedicou boa parte de sua vida empresarial ao segmento dos transportes. “Agradeço muito essa homenagem. O Sindicar é muito importante por ajudar e apoiar o setor do transporte”, afirmou Cavol. Hernildo Luiz Dallazen, que também desde muito cedo trabalhou com transportes, seja em empresas ou em outras organizações, e desde então construiu uma trajetória muito sólida no segmento, até possuir sua própria transportadora. “Meu objetivo sempre foi ser motorista e depois meu projeto foi ter um caminhão. Agradeço muito minha esposa por ter me ajudado em minha trajetória. Sou muito grato ao Sindicar por essa homenagem”, ressaltou Dallazen. O presidente Moisés, finalizou seu pronunciamento destacando a “Queremos muito agradecer a confiança de nosso associado ao longo da história de nossa entidade. Também frisamos que em 2023 seguiremos firmes ao lado dos empresários do transporte, valorizando o segmento e as empresas da nossa região”, finaliza o presidente do Sindicar, Moisés Santos. Com informações do Portal Gazeta de Carazinho

Ministério Público aceita denúncia do Sistema Fetransul

Órgão investigará concorrência internacional para concessão das rodovias do Bloco III A FEDERAÇÃO DAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE DE CARGAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – FETRANSUL, encaminhou representação ao Ministério Público do Rio Grande do Sul, com denúncia de irregularidades na concorrência internacional para concessão das rodovias do Bloco III, que integra trechos rodoviários da ERS-122, 240, 446,  RSC287, RSC-453  e BRS-470 (esta última condicionada a negociações ainda pendentes). Segundo o Sistema FETRANSUL, uma das finalidades da concorrência é a de obter o Menor Valor de Tarifa do Pedágio. Porém, as irregularidades apontadas tendem a direcionar o certame à finalidade diversa da pretendida, acarretar prejuízos ao consumidor e restringir o rol de participantes.    Recentemente, o Conselho Superior do Ministério Público acolheu o pedido da federação e determinou a instauração de inquérito civil para investigar os fatos narrados na notícia de fato. A constatação das irregularidades pode acarretar a  nulidade do edital de concessão nº 0001/2022 Atuou no procedimento a assessora jurídica da FETRANSUL, Raquel Guindani Caleffi da Caleffi & Vanin Advogados. O acórdão pode ser acessado através do link: https://www.mprs.mp.br/atendimento/consulta-processo/processo/?sis=SIM&id=2693197 Procedimento nº. 01304.000.569/2022 – Notícia de Fato.

Sistema Fetransul realiza reunião com a diretoria e conselho de representantes

Na última sexta-feira (09), ocorreu a Reunião da Diretoria e do Conselho de Representantes do Sistema Fetransul em Porto Alegre. Entre os assuntos debatidos, o grupo avaliou o setor de logística e transporte e pautou as projeções para o ano de 2023. O presidente da federação, Afrânio Kieling destacou a importância da união entre as entidades e empresas. “Precisamos trabalhar juntos em prol das demandas e soluções inteligentes para o TRC”, afirmou.

Pedágios de SP vão ficar mais caros

Aumento deveria ter ocorrido em julho, mas foi adiado este mês A partir da meia-noite do dia 16 de dezembro, os pedágios de São Paulo vão sofrer um reajuste, podendo ficar até quase 12% mais caros. O reajuste nas tarifas de pedágios foi autorizado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e a decisão foi publicada no dia 14 no Diário Oficial do Estado.  O reajuste vai variar entre 10,72% (que considera o reajuste pelo Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M) e 11,73% (que considera o reajuste pela evolução do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA). Com isso, nas estradas administradas pelas concessionárias Tebe, Intervias, Triângulo do Sol, Renovias e Colinas, o aumento será de 10,72%, valor que foi baseado na evolução do IGP-M entre junho de 2021 e maio de 2022. Já para as rodovias sob concessão das empresas Autoban, Rota das Bandeiras, ViaOeste, Cart, ViaRondon, SPVias, Rodovias do Tietê, Ecovias, Ecopistas, Rodoanel Oeste e Rodoanel trechos Sul e Leste, o aumento na tarifa será 11,73%. Esse percentual considera a evolução do IPCA de junho de 2021 a maio de 2022. O reajuste nas tarifas de pedágios estava previsto para ocorrer em julho deste ano, mas foi adiado pelo então governador de São Paulo, Rodrigo Garcia. Segundo a Artesp, o adiamento ocorreu por causa da “sensível conjuntura econômica existente na ocasião, com alta inflação e alta desenfreada dos preços, em especial de combustíveis, que causaram efeito cascata no bolso do consumidor”. Rodrigo Garcia disputou a reeleição para governador paulista e foi derrotado. Fonte: Agência Brasil / Edição: Maria Claudia

Na COP15, indústria brasileira discute iniciativas em bioeconomia

Em painel promovido pela CNI, empresas vão apresentar projetos de sucesso que aliam desenvolvimento econômico e conservação ambiental A Confederação Nacional da Indústria (CNI) promove nesta quinta-feira (15), em Montreal, no Canadá, um painel sobre as iniciativas da indústria brasileira em bioeconomia. O debate faz parte da programação paralela da 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) da ONU, maior fórum global sobre o tema. O painel da CNI vai apresentar ações bem-sucedidas que reconhecem a importância de modelos de negócios baseados em bioeconomia sustentável. São propostas que conectam biodiversidade à pesquisa, desenvolvimento e inovação, considerando os objetivos da Convenção sobre Diversidade Biológica. Mediador do debate, o gerente-executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo, destaca que a indústria brasileira valoriza o potencial das florestas através de projetos que conservam biodiversidade e geram renda e desenvolvimento. “A indústria tem mostrado que é possível estimular a economia e promover o desenvolvimento social em sintonia com a conservação ambiental, através do uso sustentável da biodiversidade”. Representantes das empresas Natura, Reservas Votorantim e da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) vão participar do painel. A indústria de base florestal planta mais de 1,5 milhão de árvores por dia, geralmente eucalipto e pinus, de rápido crescimento, que sequestram e estocam gás carbônico, auxiliando na batalha contra as mudanças do clima, e geram retorno financeiro. O setor possui uma carteira de investimentos em andamento ou anunciados (2022-2028) que alcança R$ 60,4 bilhões. Para o diretor-executivo da Ibá, José Carlos da Fonseca Jr., o país “tem uma enorme oportunidade de se posicionar como grande potência agroambiental, da bioeconomia em larga escala, com soluções para o meio ambiente e a sustentabilidade”. Crédito de carbono é oportunidade A Reservas Votorantim vai mostrar como as áreas plantadas e conservadas podem gerar renda, proteger florestas e a biodiversidade por meio do mercado de carbono. A empresa investe em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, que somam 63 mil hectares de mata nativa conservada, estocando 20 milhões de toneladas de carbono, e lidera projetos inéditos nos dois biomas. Em Montreal, o diretor executivo, David Canassa, vai apresentar a primeira metodologia de crédito de carbono na Mata Atlântica. A iniciativa, batizada de PSA-Carbonflor e desenvolvida em parceria com a Eccon Consultoria, é inédita para o bioma e vai viabilizar o pagamento por serviços ambientais, com sequestro de carbono e preservação da biodiversidade. A Reservas Votorantim também foi pioneira em certificar o primeiro projeto de REDD+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal) do Cerrado. No período de 2017 a 2021, foram certificados 11,5 mil hectares para emissão de 316 mil créditos de carbono. Outro case que será apresentado é o da Natura, empresa líder em negócios sustentáveis com bioingredientes da Amazônia e atuação em conservação do meio ambiente e desenvolvimento das populações locais. Por meio desse modelo de negócios, desde 2011, a Natura já movimentou R$ 2,55 bilhões em volume de negócios na região Amazônica. A empresa estabeleceu relacionamento com 85 cadeias da sociobiodiversidade e desenvolveu 41 bioingredientes, gerando renda para mais de 8 mil famílias de comunidades extrativistas e contribuindo para a conservação de 2 milhões de hectares de floresta na Amazônia. A meta é aumentar a área conservada para 3 milhões de hectares até 2030. “A Amazônia, por exemplo, é o maior ativo da biodiversidade do mundo – o que deve ser visto como um ativo econômico com muitas oportunidades de negócios. Com investimentos em tecnologia, pesquisa e estratégia podemos explorar essa vantagem competitiva e tornar o país uma potência em bioeconomia”, diz Denise Hills, diretora de Sustentabilidade da empresa. Fonte: Portal NTC / Foto: Divulgação/CNI

ANTT realiza segunda sessão pública da AP nº 13/2022 sobre novo modelo de alocação de risco

O objetivo é construir uma nova modelagem contratual de governança de riscos nos contratos de concessão de infraestrutura rodoviária federal Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizará, nesta quinta-feira (15/12), na sede da Agência, em brasília/DF, a segunda sessão pública da Audiência Pública nº 13/2022, que visa colher sugestões e contribuições sobre o novo modelo proposto de alocação de risco, permitindo assim a construção de uma nova modelagem contratual de governança de riscos nos contratos de concessão de infraestrutura rodoviária no âmbito da ANTT. De acordo com a área técnica da Agência, todo contrato de concessão possui um determinado grau de risco, seja de uma das partes não vir a cumprir com o que foi pactuado, seja que se deflagre um caso fortuito que não havia sido previsto, dentre outras possibilidades. Dessa forma, os contratos de concessão de rodovias vêm evoluindo seu arcabouço regulatório nesse escopo durante todo o Programa de Concessões de Rodovias Federais (Procrofe), buscando estabelecer, naquilo que é possível, regras para disciplinar o risco e a incerteza, distribuindo-se os riscos entre as partes. Além disso, a ANTT destaca que o adequado compartilhamento de riscos pode trazer benefícios às concessões rodoviárias em estudos e planejamento, o que pode gerar consequências financeiras eficientes, segurança jurídica e maiores incentivos e atratividade aos projetos. O período para envio de contribuições escritas vai até as 18 horas do dia 13 de janeiro de 2023 (horário de Brasília). As informações específicas sobre a matéria, bem como as orientações acerca dos procedimentos relacionados à realização e participação nas sessões da Audiência, estão disponíveis, na íntegra, no Sistema ParticipANTT. Informações e esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo endereço de e-mail ap013_2022@antt.gov.br. Para entender mais sobre o procedimento de audiência pública, assista ao vídeo. Para saber como enviar sua contribuição, acesse o tutorial do Sistema ParticipANTT.    SERVIÇO Audiência Pública nº 13/2022 Período para contribuições: até as 18 horas de 13/1/2023 (horário de Brasília) Sessão pública virtual e presencial (híbrido) Cidade: Brasília/DF Data: 15 de dezembro de 2022 Horário: 14 horas (horário de Brasília) Local: Setor de Clubes Esportivos Sul – SCES, trecho 03, lote 10, Projeto Orla Polo 8 – Brasília – DF Capacidade: 350 lugares A sessão pública realizada em Brasília/DF será transmitida ao vivo pelo Canal ANTT no Youtube. Fonte: ANTT

Transporte de cargas teve crescimento acima da expansão do PIB

Apesar disso, nos últimos 18 meses, os três itens de maior peso na composição tarifária foram: veículo, mão de obra e combustível O transporte rodoviário de cargas registrou, no primeiro semestre de 2022, uma crescente contínua pós-período pandêmico e com as variantes políticas. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2021 houve um crescimento de 11,4% do setor de transportes, número acima da expansão do Produto Interno Bruto do país, que foi de 4,6%. Para 2022, a estimativa do mercado, refletida no Boletim Focus do Banco Central, é de uma expansão de 1,93% do PIB brasileiro. Com esse novo recorde, o reflexo obtido com a expansão do transporte de cargas no modal rodoviário muito se deu pelo excelente desempenho do agronegócio, com uma produção de 16,73 milhões de toneladas de grãos em 2022 – aumento de 9% frente à safra anterior – e também pela interiorização da produção, ampliando as rotas para as transportadoras. A lista de produtos que são transportados diariamente no Brasil é extensa, como no caso dos bens de consumo, máquinas, siderúrgicos, químicos, combustível, entre outros. Mas, apesar de o setor de transporte rodoviário de cargas movimentar, hoje, 65% das mercadorias produzidas no país, o segmento enfrenta gargalos já conhecidos. Dados do PIB, divulgados pelo IBGE, mostraram que o setor cresceu 2,1% no primeiro trimestre de 2022, em relação ao anterior. Esse desempenho se deve a uma combinação de fatores e, em especial, pode-se destacar o retorno das atividades com a redução de casos de infecção por Covid-19, bem como a melhor situação das cadeias logísticas internacionais. No comparativo com o primeiro trimestre de 2021, o crescimento da atividade foi de 9,4%. Apenas no fechamento do primeiro semestre de 2022, o transporte rodoviário de cargas apresentou saldo positivo de 42.956 postos formais de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), valor que representa 76% das oportunidades geradas pelos outros modais de transporte entre cargas e passageiros no país. De acordo com dados da última Pesquisa Mensal de Serviços, apresentada pelo IBGE no dia 14 de julho, o segmento exibe um aumento de 23,1% em volumes transportados, relacionado com o registrado em fevereiro de 2020. Mas, de acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), nos últimos 18 meses, os três itens de maior peso na composição tarifária foram: veículo, mão de obra e combustível, com crescimento de 42%, 12,5% e 104%, respectivamente: 90% dos custos básicos aumentam exponencialmente sem que as empresas tivessem tempo de absorver, quanto mais de repassar esses valores, já que o repasse médio praticado não chegou à casa dos 7% para o período. Fonte: PORTAL NTC / Foto: Divulgação/Monitor Mercantil

Baixe o Guia de Boas Práticas para ampliar a participação de mulheres no TRC

Material foi criado pelo movimento Vez e Voz O movimento Vez & Voz, desenvolveu um material gratuito com sugestões de ações já implementadas por empresas, que as fizeram alcançar excelentes resultados em suas políticas de gestão para atração, retenção e desenvolvimento de talentos femininos. O objetivo deste guia é incentivar as empresas de transporte e logística a realizar ações para ampliar a participação das mulheres no transporte rodoviário de cargas. E, com isso, ter empresas mais inclusivas, equânimes e com melhores resultados. Baixe o material gratuito. Fonte: SETCESP

A importância do ESG na mobilidade urbana sustentável

“Planos diretores inteligentes são elementos fundamentais para uma nova proposta de mobilidade nas cidades.” Muito se tem falado sobre a valorização, em todos os mercados, dos princípios ESG – iniciativas voltadas ao meio ambiente, ao social e à governança. No âmbito da mobilidade, já foram elencadas algumas ações para que o setor possa desenvolver um papel de pioneirismo e referência nas pautas de ESG. Um dos maiores desafios é diminuir a emissão de gases poluentes, um dos grandes vilões na qualidade do ar. Planos diretores inteligentes, que diminuam o tempo de deslocamento das pessoas nas grandes cidades, incentivos governamentais no transporte elétrico em carros, caminhões e ônibus, incentivos a caronas e horários flexíveis de trabalho, além de transportes economicamente viáveis para a população, independentemente da condição social, são algumas das tendências adotadas pelas grandes cidades e que tornaram-se elementos fundamentais para uma proposta integrada de mobilidade urbana sustentável. Elenco, a seguir, alguns pontos cruciais tanto para a evolução como para o atraso da mobilidade urbana sustentável no Brasil e no mundo. Política, burocracia e cultura Os entraves da sociedade estão diretamente ligados a esses três fatores: política, burocracia e cultura da sociedade. Para que as mudanças sejam feitas, é necessário que os governos (federal, estadual e municipal) tenham a mobilidade sustentável como uma de suas prioridades para, assim, realizar as ações necessárias. Além disso, encontramos as burocracias propostas por leis e regulamentações que devem ser respeitadas, mas que deveriam ter um processo mais ágil, eficiente e transparente. E um último ponto tão importante quanto os demais: o comportamento da população. Multimodalidade Com um ecossistema de transporte público e privado, podemos ter carros, ônibus, metrôs, trens, carros de aplicativos, bicicletas, patinetes e outros veículos criando conexões e melhorando as rotas, o tempo de deslocamento, os custos e as possibilidades dos usuários de ir e vir. Conectividade Na sociedade contemporânea, é impossível pensar em ESG e em um transporte urbano sustentável sem associá-los à tecnologia. A melhor conectividade que a chegada do 5G irá proporcionar é um movimento claro para integrar o motorista a seu veículo e aos demais entes do ecossistema de mobilidade, transformando a forma como nos deslocamos pelas cidades, com forte impacto na qualidade de vida das pessoas. Nesse sentido, a Estapar já oferece algumas facilidades aos motoristas, como o Estapar Reserva, em que o cliente reserva o estacionamento, tendo acesso a melhores tarifas e benefícios exclusivos, antes mesmo de sair de casa, e o pagamento do estacionamento via aplicativo pelo Estapar Pay, com comodidade e segurança de não enfrentar filas nem passar pelo caixa, além do serviço de localização do veículo e ocupação de vagas na Zona Azul, em real time. Inovação na estrutura das cidades Com a utilização, ao máximo, das infraestruturas já existentes, é possível racionalizar e gerar novas funcionalidades nos espaços para os principais modais e serviços. Um exemplo é a própria Estapar, que, há cerca de seis anos, já se transformou em um hub de mobilidade e implementou diferentes pontos de conexão com seus estacionamentos, como áreas de embarque e desembarque de aplicativos, de entrega e retirada de veículos compartilhados e de aluguel, além da Ecovagas/Zletric, que é a maior rede de eletropostos do Brasil, e muito mais. Tudo isso nas infraestruturas de estacionamentos já existentes, ampliando e melhorando sua utilização nos maiores polos geradores de tráfego das grandes cidades do nosso País. Fonte: portal NTC

Governo regulamenta programa para renovar frota rodoviária

Iniciativa beneficia profissionais de transporte e o meio ambiente Governo federal regulamentou as regras do Programa de Aumento da Produtividade da Frota Rodoviária (Programa Renovar) ao publicar o Decreto nº 11.276/2022. Com a medida, será possível colocar em prática a política proposta pelo Ministério da Economia para estimular, de forma voluntária, a retirada de circulação de veículos que não atendam aos parâmetros técnicos de rodagem ou que tenham mais de 30 anos de fabricação. Os benefícios se aplicam a caminhões, implementos rodoviários, ônibus, micro-ônibus, vans e furgões. As novidades deverão ajudar, especialmente, os motoristas autônomos, que detêm frota mais antiga. Os princípios do Programa Renovar já estavam presentes na Lei nº 14.440/2022, de setembro deste ano (originária da Medida Provisória nº 1.112/2022). A regulamentação, entretanto, era etapa indispensável para permitir a efetiva execução do programa. O novo Decreto nº 11.276/2022, publicado na edição da última sexta-feira (9/12) do Diário Oficial da União, foi assinado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro; e pelos ministros da Economia, Paulo Guedes; da Infraestrutura, Marcelo Sampaio Cunha Filho; e do Meio Ambiente, Joaquim Leite. O objetivo do Programa Renovar é aumentar a produtividade, a competitividade e a eficiência da logística no país, além de melhorar a qualidade de vida dos profissionais de transporte. A medida também dá mais segurança nas estradas e reduz a emissão de gases no meio ambiente, ao equipar a frota nacional com veículos menos poluentes. Ao lançar o programa, o governo alertou que estudo da Universidade de São Paulo (USP) demonstra que caminhões e ônibus respondem por 47% da poluição do ar por carbono negro na cidade de São Paulo, apesar de representarem somente 5% da frota veicular. Ao mesmo tempo, a iniciativa ajuda a reduzir o “Custo Brasil”, ampliando a competitividade do país no mercado internacional. Eficiência Quando encaminhou a proposta de criação do Programa Renovar ao Congresso, o Poder Executivo citou, entre outros dados, informações da Secretaria Nacional de Trânsito, indicando haver 3,5 milhões de caminhões em circulação no Brasil. Desse total, cerca de 26% dos veículos tinham mais de 30 anos de fabricação, considerada a idade em que o veículo já atingiu o fim de sua vida útil. Ao justificar a importância da proposta, o governo também mencionou que a idade média da frota de transporte de cargas nacional acima de 3,5 toneladas é de 14,8 anos, conforme dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Trata-se, portanto, de uma idade média avançada em comparação com os países desenvolvidos, nos quais a idade média da frota circulante gira em torno de oito anos. O Renovar integra ações público-privadas. A União oferecerá recursos para a recompra dos caminhões em final de vida útil. Já o setor privado, em contrapartida, poderá ofertar produtos e serviços — crédito cooperativado, garantia estendida, revisões, seguros, consórcios, etc. — que beneficiarão os usuários do programa na aquisição de veículos novos. Etapas O programa será implantado em etapas, sob a coordenação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). No primeiro momento, promoverá a recompra do caminhão a ser sucateado e o caminhoneiro receberá o valor de mercado do veículo, com recursos das empresas contratadas para exploração e produção de petróleo e gás natural. A prioridade para o acesso aos benefícios previstos será dos transportadores autônomos de cargas e associados das cooperativas de transporte de carga. A adesão ao programa é voluntária. Os interessados em participar deverão comprovar a baixa definitiva do registro do bem elegível e de seu desmonte ou destruição, como sucata. O Renovar está alinhado aos preceitos de outra iniciativa do governo, o Programa de Incentivo ao Transporte Rodoviário de Cargas, o “Gigantes do Asfalto”, lançado em maio de 2021. O Gigantes do Asfalto é um instrumento de coordenação, articulação e incentivo a programas, além de facilitar a promoção da saúde e do bem-estar dos brasileiros que trabalham no setor. Com a execução do programa, espera-se prover melhores condições de trabalho para os caminhoneiros e contribuir para o equilíbrio da remuneração no âmbito da estrutura logística rodoviária do país, além de reduzir burocracia. Fonte: portal NTC / Foto: Divulgação/AutoIndustria