Influenciadoras do Transporte debatem sobre o espaço das mulheres
Em novo episódio do podcast “IT Talks”, empresárias do transporte discorrem sobre pontos que ainda precisam ser abordados no segmento De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Paulista de Transporte de Cargas (IPTC), parceiro do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), foi constatado que as mulheres representam 24% no quadro geral de colaboradores, 32% nos cargos de alta liderança e apenas 1% na função de motoristas das operações do setor. No geral, o público feminino representa 17% dos trabalhadores no transporte, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que contabilizou quase 2,3 milhões de trabalhadores na área em âmbito nacional. À frente desses números, as profissionais vêm buscando maior equidade no mercado de trabalho, mais oportunidades, mesmas condições salariais e reconhecimento de suas habilidades. Contudo, o que está sendo feito para proporcionar essa inclusão? Esse é o questionamento abordado no episódio “IT Talks Mulheres: o que ainda falta para as mulheres no setor do TRC?”, disponibilizado nas plataformas de streaming. O programa conta com a participação de Gislaine Zorzin, diretora administrativa e de novos negócios da Zorzin Logística; Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP; Rafaela Cozar, head de inovação&gestão da Roda Brasil Logística; Joyce Bessa, head de gestão estratégica, finanças & pessoas na TransJordano; Priscila Zanette, diretora da Ouro Negro Transportes; e Thaís Bandeira, sócia-proprietária da Kodex Express. Confira o episódio na íntegra: __________________________ Sobre o Podcast IT Talks: Influenciadores do Transporte, ou IT, é um projeto realizado pelo Grupo Mostra de Ideias que reúne diversos executivos de empresas ligadas, exclusivamente, ao transporte rodoviário de cargas (TRC), responsável por mais de 60% de tudo que é transportado pelo país. A iniciativa tem como objetivo desenvolver a imagem do setor por meio de uma comunicação eficiente e ativa com a imprensa e as mídias sociais. Agora, o espaço expandiu e também encontra-se nas plataformas de streaming com o podcast IT Talks trazendo debates sobre política, RH, economia, jurídico, tecnologia, mulheres, gestão e segurança dentro do segmento. Fonte: GMI
COMJOVEM Porto Alegre discute segurança no transporte de cargas
Reunião também definiu ações sociais e teve apresentação de novos integrantes Quatro novos integrantes foram apresentados na reunião-almoço desta quarta-feira (13) da COMJOVEM Porto Alegre. O grupo recebeu Raíssa Michelon (Rodoviário Nova Era), Fernando Bianchini (Bianchini Transportes), Marcelo Raimondi (Serrano Transportes) e Mirelle Bernardini (Edini Transportes). “Temos muito a desenvolver juntando forças”, disse Marcelo, resumindo o sentimento dos estreantes. Um dos temas do encontro foi a gestão de riscos e o combate ao roubo de cargas. Leandro Garcia, superintendente Comercial, e Daniel Nobre, gerente de Produtos do Grupo Apisul, apresentaram as soluções oferecidas pela empresa com foco no transporte de cargas, como o software de gestão e monitoramento de risco Integra. Entre outras funções, o sistema reúne as principais tecnologias de rastreamento, controla a jornada independentemente da tecnologia e aplica automaticamente as regras de Gerenciamento de Risco. Os convidados esclareceram o grupo sobre as rotas e cargas mais visadas atualmente, especificando locais e horários de maior risco. O ex-comandante de Policiamento Metropolitano, coronel reformado Oto Amorim, também participou. Ele alertou os transportadores sobre a importância de fazer imediatamente o registro dos roubos. “A primeira coisa é ligar para a delegacia de polícia e para o 190”. aconselhou. “O policial que está de serviço tem que saber o que está acontecendo.” Ações sociais A COMJOVEM também definiu direcionamentos para três ações sociais. Uma delas, a participação na campanha nacional de doação de sangue, terá a organização de uma “copa do doador” nas empresas. Os integrantes foram convidados a contribuir com a Feijoada Beneficente do Núcleo de Ação Social (NAS) do SETCERGS. “O NAS tem sido nosso grande parceiro, potencializando nossas atividades. Então, chegou a hora de colaborarmos também”, disse a vice-coordenadora Tais Lorenz. Ainda foram divididas as tarefas para a organização do Dia da Criança na comunidade do Porto Seco, na capital; e marcadas as próximas reuniões, nos dias 10 de agosto e 2 de setembro. Fonte: SETCERGS
ANP realiza audiência pública sobre adoção de medidas preventivas em relação a estoques de diesel A S-10

A ANP realizou ontem (12/7) audiência pública sobre duas propostas de resolução relacionadas a estoques de combustíveis, em especial óleo diesel A S-10. Em sua atuação de monitoramento do abastecimento nacional de combustíveis líquidos, e visando atuar de forma preventiva, caso haja uma disrupção nos fluxos logísticos internacionais de importação, a ANP identificou a necessidade de regular a formação de estoques de óleo diesel A S-10, em volumes superiores ao já estabelecido na Resolução ANP nº 45, de 22 de novembro de 2013. Para sua efetivação, foi identificada a necessidade de elaboração de duas minutas de resoluções: – A primeira minuta de resolução visa alterar a Resolução ANP nº 53, de 2 de dezembro de 2015, tendo como objetivo regulamentar a manutenção de volumes de estoques de combustíveis líquidos, de GLP e de combustíveis de aviação em níveis superiores ao estabelecido em regulamentação específica da ANP sobre o tema, quando declarada situação de sobreaviso no abastecimento; – A segunda minuta de resolução tem por objetivo estabelecer os procedimentos para formação de estoques de óleo diesel A S-10, no segundo semestre de 2022, em função da declaração de sobreaviso no abastecimento. Essa proposta de resolução visa mitigar riscos ao abastecimento do mercado brasileiro com diesel A do tipo S-10, no segundo semestre de 2022, em função das incertezas geradas pela situação geopolítica mundial e pela previsão de aumento de demanda nesse período. No momento, o abastecimento de óleo diesel A S-10 e dos demais derivados ocorre com regularidade no País. O objetivo da Agência é atuar de forma preventiva. As minutas de resoluções debatidas na audiência estão em linha com as atribuições legais da ANP de garantir o abastecimento nacional de combustíveis. Elas são fruto de estudos realizados pela Agência, de monitoramento do mercado nacional, pelo acompanhamento de fatores como estoques dos agentes, importações, capacidade da infraestrutura de armazenamento de combustíveis, bem como do cenário internacional. Em 10/3/2022, foi instituído pelo Ministério de Minas e Energia o Comitê Setorial de Monitoramento do Suprimento Nacional de Combustíveis e Biocombustíveis (CMSNC), com os objetivos de gerenciar as questões inerentes ao suprimento nacional de combustíveis e biocombustíveis, relacionados aos mercados interno e externo de petróleo, gás natural e derivados, e de intensificar o monitoramento da conjuntura energética corrente, em face da situação geopolítica mundial, com impacto nos fluxos e nas cotações desses energéticos. Dentre as diversas frentes de trabalho criadas no CMSNC, coube à ANP a coordenação do monitoramento do abastecimento de combustíveis líquidos, abrangendo a identificação de eventual risco de restrição ou interrupção de suprimento e a proposição de medidas de mitigação. Como forma de monitorar os estoques de derivados de petróleo de forma mais célere, diariamente, a ANP publicou o Comunicado de Sobreaviso no Abastecimento nº 01/2022/SDL/ANP, de 21 de março de 2022, e o Sobreaviso no Abastecimento nº 02/2022/SDL/ANP, em 1 de julho de 2022. As diretrizes gerais para a atuação da Agência com ênfase na garantia do suprimento e na proteção dos interesses dos consumidores estão inseridas no inciso I, art. 8º, da Lei nº 9.478, de 06/08/1997. Como diretriz específica, a ANP poderá exigir de agentes regulados a manutenção de estoques mínimos, nos termos do inciso I, parágrafo único, art. 8º, da Lei nº 9.478/1997. As propostas de resolução também passaram por consulta pública. As sugestões recebidas, que se encontram na página da Consulta e Audiência Públicas nº 16/2022, serão avaliadas pela área técnica, para alteração ou não das minutas originais. Os textos consolidados passarão por análise jurídica da Procuradoria Federal junto à ANP e por aprovação da diretoria colegiada da Agência, antes de sua publicação. Fonte: gov.br
Webinário discute tecnologias para a inovação das transportadoras
SETCERGS participa do evento, marcado para 19 de julho O estudo Espelho Logístico, sobre a rotina e a digitalização das operações, foi realizado com 114 transportadoras brasileiras e traz à luz oportunidades que beneficiam toda a cadeia. Analisar este cenário é importante para um alinhamento mais profundo sobre como as transportadoras vão atuar nos próximos anos. Por isso, o projeto Next Log promove o webinário “Tecnologias para a inovação das transportadoras: Estudo Espelho Logístico”. O encontro terá a presença de Thais Bandeira Cardoso, Diretora do SETCERGS e Diretora de Desenvolvimento de Negócios da KODEX Express; Eduardo Eichenberg, Presidente do Conselho do Grupo Ecore e Fundador da Corelog Logística; Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me; e Voltér Trein, CRO da eSales, como mediador. O evento acontece no dia 19 de julho, terça-feira, a partir das 11h, e tem articulação da uMov.me Arena, em parceria com eSales e uMov.me. Como apoiadores, estão ASSESPRO-RS, SETCERGS, SOFTSUL e SUCESU-RS. O estudo Especialistas apontam a tecnologia como um dos principais fatores para a evolução da logística brasileira – que hoje ocupa apenas o 55º lugar no ranking do Banco Mundial para o segmento. Mais que isso: as próprias empresas da área reconhecem o papel estratégico que a tecnologia desempenha. É o que mostra a pesquisa setorial lançada em junho pela iniciativa Next Log. Batizado de Espelho Logístico, o estudo aponta que 77% das transportadoras investem em tecnologia e 62% acreditam que ela é a chave para resolver problemas enfrentados no seu dia a dia. Além disso, os mesmos 62% afirmam não possuir barreiras para investir em soluções tecnológicas. No entanto, 78% das empresas participantes apontam investimentos de até R$100 mil por ano, enquanto apenas 10% direcionam valores acima de R$500 mil. A pesquisa levantou ainda as tecnologias mais utilizadas pelas transportadoras brasileiras, entre as quais destacam-se: o rastreio de frota (85%), soluções para financeiro, marketing e vendas (55%), bem como aplicativo para gestão de entregas (51%). Participe e saiba mais: O quê: Webinário Tecnologias para a inovação das transportadoras: Estudo Espelho Logístico. Quando: dia 19 de julho, terça-feira, a partir das 11h. Inscrições: https://mkt.umov.me/webinar-next-log-tecnologias-inovacao Fonte: SETCERGS
Pesquisa com transportadores vai revisar a tabela dos pisos mínimos de frete
Transportadores autônomos e representantes de empresas e cooperativas de transporte rodoviário de cargas têm até o dia 20 de julho para participar da pesquisa. Empresa de Planejamento e Logística (EPL), em parceria com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), inicia, nesta segunda-feira (11/7), pesquisa eletrônica para revisar a Política Nacional dos Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC). Com 12 itens, o questionário pode ser respondido por cooperativas, empresas e transportadores autônomos que atuam no setor rodoviário de carga, conforme a Lei nº 13.703/2018. As perguntas tratam de temas como a quantidade de horas semanais trabalhadas pelos motoristas, velocidade média das viagens, rendimento do combustível e até mesmo o número de lavagens feitas nos veículos. O tempo médio para completar o formulário é de cinco minutos. Além do questionário, a estatal realizará entrevistas, por telefone, por todo o Brasil para coletar o preço médio de todos os insumos necessários para as operações, como pneus e óleo de motor. Custos com licenciamentos e tributos também serão levantados. Os dados serão compilados e aplicados na próxima revisão, prevista pra janeiro de 2023, da metodologia da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, que traz o valor mínimo a ser pago por quilômetro. A tabela de fretes é publicada semestralmente pela ANTT. A pesquisa fica disponível até o dia 20 de julho. Para participar, acesse: pesquisa.epl.gov.br Fonte: ANTT
Congresso prorroga por 60 dias MP da tabela do frete rodoviário
A MP alterou o percentual de variação no preço do diesel O Congresso Nacional prorrogou por mais 60 dias a vigência da Medida Provisória (MP) 1117/22 que alterou a regra para a atualização da tabela de preço do piso mínimo de frete rodoviário de carga. O ato foi publicado hoje (11) no Diário Oficial da União. A medida provisória têm prazo de validade de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. Caso não seja votada no prazo de 45 dias, entra em regime de urgência e tranca a pauta da casa legislativa em que estiver tramitando. Se ao final do período a MP não for votada, perde a validade. A MP alterou o percentual de variação no preço do diesel para a correção dos valores da tabela de piso mínimo de frete, de 10% para 5%. Em síntese, o texto da MP define que sempre que houver uma variação no preço do diesel superior a 5% a tabela deve ser atualizada. Elaborada em 2018, após a greve dos caminhoneiros, a legislação sobre a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas estabelece que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deve publicar a tabela a cada seis meses, até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, com os valores serão válidos de piso para o semestre. O texto original previa ainda que a tabela deve ser atualizada sempre que houver oscilação no preço do produto igual ou superior a 10%, para mais ou para menos. Com a mudança introduzida pela MP, esse percentual foi reduzido para 5%. Agora, sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 5% em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, a ANTT deve atualizar a tabela. Ao publicar a MP, o governo federal justificou a decisão com o argumento de que a alteração visava dar sustentabilidade ao setor de transporte rodoviário de cargas, em especial aos caminhoneiros autônomos, “de modo a proporcionar uma remuneração justa e compatível com os custos da atividade”. Para a elaboração da tabela, além do preço do produto, também são considerados a quantidade de quilômetros rodados na realização de fretes, eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas definidas, bem como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos respectivos pisos mínimos. No dia 24 de junho, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou a nova tabela de piso mínimo de frete, com reajuste médio de 7,06% a 8,99%. O último reajuste no preço do diesel foi anunciado pela Petrobras no dia 17 de junho. Na ocasião, a empresa reajustou em 14,2% o preço do diesel. O reajuste ocorreu dois dias após a Câmara dos Deputados ter concluído a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis. O projeto prevê a incidência da alíquota do ICMS para gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, produtos classificados como essenciais e indispensáveis, levando à fixação da alíquota do ICMS em um patamar máximo de 17% ou 18% (a depender da localidade), inferior a praticada pelos estados atualmente. O PLP também prevê a compensação da União às perdas de receita dos estados quando a perda de arrecadação ultrapassar 5%. O texto também reduz a zero, até 31 de dezembro de 2022, as alíquotas de Cide-Combustíveis e a tributação de Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a gasolina. O diesel e o gás de cozinha já têm esses tributos zerados. Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br / Edição: Fernando Fraga / Foto: REUTERS – Paulo Whitaker
CNT publica análise e sugere revisão da aplicação dos recursos do Funset
A Confederação defende que os recursos do Fundo devem ser utilizados para investimentos em infraestruturas de transporte que contribuam com a segurança viária A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou, nesta semana, propostas que visam contribuir com o aprimoramento do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset). A ideia é que o Fundo resgate o foco para o qual foi criado há 25 anos: promover ações educativas de trânsito e de segurança viária. Por meio do informe Educação e segurança de trânsito: os recursos do Funset têm sido efetivamente aplicados nas suas finalidades?, a CNT faz uma análise detalhada da evolução das fontes e aplicações dos recursos do Funset e mostra a necessidade de revisão na gestão do orçamento para essas finalidades. Em um recorte da despesa de 2005 a junho de 2022, evidencia-se que quase 80% dos recursos arrecadados no período foram utilizados em atividades de áreas-meio. Ou seja, em base de dados do Sistema Nacional de Trânsito (30,3%); em apoio ao fortalecimento institucional do Sistema Nacional de Trânsito (29%); e em publicidade e utilidade pública (20,0%). Já o percentual de recursos do Fundo utilizado nesse mesmo período para atividades-fim, como projetos destinados à redução de acidentes de trânsito, foi de apenas 11,4%. As despesas com educação para a cidadania no trânsito apresentam um cenário ainda mais crítico: de 2005 até agora, apenas 2,5% das despesas do Funset foram aplicados nessa área. A publicação da CNT aponta ainda que o montante dos recursos separados em conta à parte, chamada “reserva de contingência”, vem aumentando como proporção do volume de recursos autorizados. Desde 2005, foram aplicados, efetivamente, apenas 21,2% dos R$ 18,86 bilhões autorizados para o Funset. Por outro lado, R$ 12,91 bilhões foram alocados em reserva de contingência e podem ser destinados para outros fins, que não refletem, necessariamente, as finalidades do Fundo. A principal fonte de recursos do Funset são os 5% da receita proveniente de multas de trânsito, conforme previsto no Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Segundo o Siga Brasil, foram arrecadados R$ 624,06 milhões em 2021 e, só nos seis primeiros meses de 2022, já foi registrado o total de R$ 343,24 milhões. A maior parte deste valor veio das multas aplicadas no trânsito. Durante o período de janeiro de 2005 a junho de 2022, o Fundo arrecadou R$ 17,02 bilhões. Para viabilizar o melhor aproveitamento desses recursos na promoção da segurança viária e contribuir para a redução dos acidentes rodoviários, a CNT busca promover e articular discussões que remetam a uma melhor distribuição dos recursos e o fim do contingenciamento do Fundo. Nesse sentido, a Confederação defende que os recursos do Funset possam ser utilizados em investimentos de infraestruturas de segurança viária, como instalação, renovação e manutenção da sinalização de trânsito, e de melhoria das condições de tráfego em locais críticos, que efetivamente contribuem com o aumento da segurança viária. Confira os detalhes no Transporte em Foco Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Pesquisa: Mercado no 1º Semestre de 2022

Você transportador, participe da pesquisa e contribua com as informações A NTC&Logística está realizando uma pesquisa com as empresas de transporte de carga para verificar a situação econômica do TRC no primeiro semestre de 2022. São algumas questões, todas de múltipla escolha, que podem ser respondidas em poucos minutos. Acesse aqui: Agradecemos sua participação. Fonte: NTC&Logística
Pesquisa aponta crescimento industrial em 11 estados em maio
Índice nacional avançou 0,3% no mês, diz IBGE A produção industrial de 11 dos 15 locais investigados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM Regional) cresceu em maio, quando o índice nacional avançou 0,3%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (8) os resultados, as maiores altas ocorreram no Amazonas (6,6%) e em Mato Grosso (4,6%). Ceará (3,2%), Goiás (3,2%), Espírito Santo (2,8%), Santa Catarina (1,6%) e Rio Grande do Sul (0,7%) também registraram avanços acima da média nacional (0,3%). O principal destaque, no entanto, foi o Paraná, com elevação de 3,5%. Segundo o analista da pesquisa, Bernardo Almeida, depois de cair 4,1% em abril, o Paraná foi a maior influência positiva sobre o resultado nacional em maio. “Com o resultado, o estado consegue quase eliminar a perda no mês anterior. O setor de alimentos foi o que mais influenciou o resultado do Paraná, seguido de máquinas e equipamentos, outro setor bastante importante na indústria do estado”, informou Almeida. Para ele, houve um “espalhamento” de resultados positivos em maio. O Pará, com taxa negativa de 13,2%, teve o recuo mais elevado, causado pelo baixo desempenho do setor extrativo, que concentra a maior parte da atividade industrial do estado. “Este é o resultado negativo mais intenso para o estado desde março de 2020, quando atingiu a taxa de -16%”, afirmou o analista. Os estados do Rio de Janeiro e de Pernambuco também tiveram taxas negativas em maio: -4,1% e -2,4%, respectivamente. Conforme a PIM Regional, a segunda maior influência sobre o resultado nacional é da indústria do Amazonas com crescimento de 6,6%, o maior em termos absolutos. Segundo o IBGE, a alta de maio elimina a perda de 0,1% de abril. “Os destaques foram a indústria de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos e o setor de bebidas, que influenciaram o crescimento da produção industrial amazonense.” Com variação positiva de 0,3%, São Paulo foi a terceira maior influência, acompanhando o percentual do índice nacional. Para Almeida, o crescimento, considerado tímido, teve como influência positiva os setores de veículos automotores e de máquinas e equipamentos. “Esse índice não suprime a perda sofrida no mês anterior de 3,6%. Com esse resultado de 0,3% na passagem de abril para maio, São Paulo continua 1,9% abaixo de seu patamar pré-pandemia e 23,4% abaixo em relação ao patamar mais alto da série histórica, em março de 2011”, acrescentou. Média trimestral Quanto à média móvel trimestral, que apresentou índice de 0,4%, houve taxas positivas em 11 dos 15 locais pesquisados. Amazonas (2,3%), Ceará (1,9%), Rio de Janeiro (1,3%), Bahia (1,2%), Mato Grosso (1,2%), Região Nordeste (1,1%) e Goiás (0,8%) foram os destaques. Também neste caso, a principal perda ficou com o Pará (-4,7%). Acumulado De janeiro a maio, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda, com destaque para o Pará (-11,9%), Santa Catarina (-6,6%) e Ceará (-6,2%). No acumulado dos últimos 12 meses, nove dos 15 estados pesquisados recuaram. O Amazonas passou de 1,5% para -1,8%; o Ceará, de -3,7% para -6,5%; Minas Gerais, de 4,7% para 2%; Espírito Santo, de 4% para 1,3%; Santa Catarina, de 0,1% para -2,3%; São Paulo, de -0,8% para -3,0%; Pará, de -7,6% para -9,3%; e Rio Grande do Sul, de 2,1% para 0,4%. Esses locais apresentaram as principais perdas entre abril e maio deste ano, enquanto a Bahia, que saiu de -7,0% para -3,9%, e Mato Grosso, que passou de 8,5% para 10,6%, tiveram os maiores ganhos entre os dois períodos. Pesquisa De acordo com o IBGE, desde a década de 1970, a PIM Regional produz indicadores de curto prazo, relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. “[A pesquisa] traz, mensalmente, índices para 14 unidades da federação cuja participação é de, no mínimo, 1% no total do valor da transformação industrial nacional e, também para o Nordeste como um todo: Amazonas, Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Região Nordeste”, concluiu o instituto. Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br / Edição: Nádia Franco Foto: CNI / Miguel Ângelo
Sérgio Gabardo assume a presidência interina do Sistema Fetransul
O presidente do Setcergs, Sérgio Gabardo, assumiu na manhã de hoje (12), o cargo de presidente interino do Sistema Fetransul, em função da ausência do presidente Afrânio Kieling. A passagem de cargo foi acordada durante a Reunião Extraordinária online do Conselho de representantes da federação.