Governo avalia dar subsídio para evitar alta da gasolina e do óleo diesel

Medida tem objetivo de evitar o desabastecimento interno de combustíveis e uma alta ainda maior da inflação O governo avalia anunciar ainda nesta semana um novo programa de subsídio aos combustíveis, com validade de três a seis meses para compensar a alta do petróleo no mercado internacional e evitar o repasse do preço para a bomba. Segundo fontes que participam das discussões, o que está na mesa de negociação é reeditar o modelo adotado em 2018, quando o governo do então presidente, Michel Temer, subsidiou o consumo de diesel e, assim, deu fim à greve dos caminhoneiros. O tema ganhou urgência após o estouro da guerra na Ucrânia, que fez o preço do barril de petróleo tipo brent, negociado em Londres, bater a marca dos US$ 120 na semana passada, o maior valor desde 2012. Os dois países – Rússia e Ucrânia – são grandes produtores de petróleo e gás e o conflito tem efeito direto nesse mercado. A ideia do governo é ter um valor fixo de referência para a cotação dos combustíveis e subsidiar a diferença entre esse valor e a cotação internacional do petróleo. O pagamento seria feito a produtores e importadores de combustíveis. A diferença em relação à medida tomada em 2018 é que, desta vez, não será possível usar o dinheiro do Tesouro. Segundo uma fonte próxima às negociações, o que é estudado para bancar os subsídios é utilizar os dividendos pagos pela Petrobras à União e também o dinheiro da participação especial, que funciona como os royalties, mas incide apenas sobre a produção de grandes campos de petróleo, como os do pré-sal. Em 2021, a estatal teve lucro recorde de R$ 106,67 bilhões e vai pagar R$ 38,1 bilhões para o governo em dividendos. O problema é que esse dinheiro tem destino “carimbado”: educação e saúde. Para resolver esse impasse, o governo vai alegar que o País passa por um período de excepcionalidade, provocado pela guerra. Com o subsídio, o governo espera evitar o desabastecimento interno de combustíveis, uma alta ainda maior da inflação e também a pressão sobre o caixa da Petrobras, que, hoje, paga a conta pelo congelamento dos preços da gasolina e do óleo diesel em suas refinarias, que não são reajustados desde 12 de janeiro. Quando a guerra estourou, a Petrobras já registrava uma defasagem nas cotações dos combustíveis frente ao patamar do mercado internacional. Mas a disparada do preço do petróleo fez a defasagem pular para 30%, a maior dos últimos dez anos, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). Com os preços da estatal congelados, a participação de concorrentes fica inviabilizada, porque nenhum deles tem fôlego para congelar seus preços, como faz a Petrobras, o que praticamente inviabiliza a atuação dos importadores. Com isso, recai sobre a estatal a obrigação de garantir o abastecimento interno de combustíveis, ainda que isso consuma bilhões de reais do seu caixa.  Nesta segunda-feira, os rumores sobre os subsídios planejados pelo governo fizeram com que as ações na Petrobras na Bolsa brasileira caíssem mais de 7%. A pressão sobre a empresa só não é maior porque ela tem estoque de petróleo e derivados suficiente para segurar o abastecimento até o fim de março. Os produtos foram comprados há cerca de dois meses, quando as cotações ainda não estavam tão elevadas. Segurar os preços internos ainda não está sendo tão custoso quanto deve ser a partir do próximo mês. O governo sabe que o peso sobre a empresa é grande, assim como o risco de desabastecimento. Além disso, uma disparada da inflação pode fragilizar mais a economia, num ano de eleição. O presidente da República, Jair Bolsonaro, vem manifestando publicamente preocupação com o tema e já afirmou que o lucro da Petrobras em 2021 foi “absurdo”. Na prática, a Petrobras seria a grande fonte de financiamento do subsídio. A diferença é que esse modelo de subvenção não vai estrangular o seu caixa, porque o dinheiro já é pago ao governo. O que deve mudar é a sua destinação – em vez de ir para educação e saúde, vai subsidiar o consumo de combustíveis, por um período. Agência Estado Relator de projetos de lei sobre combustíveis critica movimento repentino do governo Com o governo federal cogitando agora uma medida emergencial para atenuar o preço dos combustíveis, o relator de projetos de lei sobre o tema no Senado, Jean Paul Prates (PT-RN), disse nesta segunda-feira (7) que as propostas legislativas não irão demorar. Em tom crítico à movimentação repentina do Executivo, impulsionada pela escalada de preço do barril de petróleo, Prates disse que os assuntos devem ser resolvidos em “questão de mais uma semana”, citando um “acordo” para que a tramitação na Câmara seja “muito rápida”. “A tramitação delas não deveria demorar, já temos o acordo aí, inclusive do presidente da Câmara (Arthur Lira), e há consciência de que a tramitação na Câmara será muito rápida”, afirmou Prates. Ao defender que haverá celeridade, o senador afirmou que o projeto que cria uma conta de estabilização de preços será encaminhado para a Câmara pelo Senado, onde ainda precisa ser votado, “sem arestas”. “Um dos projetos já vem de lá (que promove mudanças na cobrança do ICMS) e o outro vai daqui para lá sem arestas, então é uma questão de mais uma semana”, disse o relator das medidas. As declarações foram divulgadas por Prates em vídeo nesta segunda, enquanto esquentam no Executivo discussões sobre um programa de subsídio aos combustíveis, com validade de três a seis meses para compensar a alta do petróleo no mercado internacional. O senador petista pontuou que a movimentação do governo ocorre “às vésperas” de o Congresso votar o pacote de estabilização dos preços. “O Congresso vem discutindo (o tema) e o governo vem pedindo o tempo todo para dar mais tempo, para adiar, para pensar melhor, e agora vai sucumbir exatamente a uma medida de emergência nos moldes do que estamos propondo, só que sem discussão nenhuma”, reclamou o senador. “Me parece algo de um governo que não sabe o

Cresce participação das mulheres na logística de saúde e beleza

A participação de mulheres na logística brasileira cresce a cada ano. No Brasil são 182.376 habilitadas para dirigir caminhões, de acordo com o Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, o que corresponde a 6,5% do total de motoristas de caminhão. Além disso assistentes, analistas, conferentes, supervisoras, gerentes e líderes de setor contribuem, e muito, para o bom andamento de toda a cadeia logística. Assim acontece na Ativa Logística, um dos maiores integradores logísticos dos setores de saúde e beleza do Brasil, com 18 unidades distribuídas em pontos estratégicos pelo país. Na Ativa Logística as mulheres representam mais de 20% dos 2,5 mil colaboradores da companhia e ocupam diversas posições estratégicas além de funções operacionais, administrativas, comerciais, contábeis, entre outras. Segundo Marina Fior, Gerente de RH da Ativa Logística, a empresa oferece oportunidades de crescimento também para as mulheres. Ela menciona que a logística é um segmento com grande participação dos homens e a inserção das mulheres no setor traz o equilíbrio ideal para as relações humanas e até mesmo para a prosperidade do negócio. Hoje, a Ativa Logística atende mais de 1 mil clientes espalhados pelo país. Garantir a qualidade da armazenagem, distribuição e transporte (rodoviário e aéreo) além da temperatura dos medicamentos que chegam às residências de milhões de brasileiros é primordial no dia a dia de Camila Ramos, farmacêutica e Gerente de Qualidade, com 10 anos de atuação na empresa. Em sua opinião, as mulheres ganham cada vez mais notoriedade e responsabilidade na logística. “No meu caso, sou a responsável técnica por fiscalizar a qualidade de todos os processos de entregas de medicamentos e o cumprimento de todas as normas técnicas e licenças exigidas pela ANVISA para o transporte de medicamentos. Há 11 anos, Ione Lima iniciou sua carreira na Ativa Logística como executiva de contas, foi promovida diversas vezes e hoje é Gerente Comercial, função que desenvolve há 3 anos. Ela entende que a participação da mulher em setores estratégicos da empresa cresce a cada ano. “Quando cheguei aqui, somente eu atuava no setor comercial e hoje temos 80% da equipe formada por mulheres e os resultados de negócios melhoram a cada ano. “O nosso presidente percebeu esse potencial das mulheres para a conquista de novos clientes e deu muito certo”, finaliza ela. Fonte: Assessoria – Portal NTC

Cansaço mata: 20% dos acidentes acontecem com motoristas cansados e causam 30% das mortes

Um em cada três acidentes (sinistros) fatais nas rodovias está associado à sonolência. Muitos acidentes (sinistros de trânsito) começam com um bocejo. Segundo estudos da “Securité Routiére”, órgão francês de segurança rodoviária , um em cada três acidentes (sinistros) fatais nas rodovias está associado à sonolência. No entanto, 42% dos motoristas dizem que continuam dirigindo quando se sentem cansados e 28% dos caminhoneiros dizem que dormem menos de 6 horas. Após duas horas de direção contínua, qualquer condutor começa a perder reflexos. Após 4 horas é como se estivesse embriagado. A Administração de Segurança Viária dos EUA (NHTSA) estima que em 2017 foram reportados 91.000 acidentes com motoristas sonolentos. Os quais deixaram 50 mil feridos e pelo menos 800 mortos. Em pesquisas realizadas no passado pelo SOS Estradas, cerca de 50% dos acidentes com caminhoneiros e motoristas de ônibus ocorriam sem o envolvimento de nenhum veículo. Nos feriados e período de férias é muito comum o condutor trabalhar o dia todo e depois do expediente colocar a bagagem no automóvel e pegar horas de estrada com os amigos e familiares. Segundo o Coordenador do SOS Estradas, Rodolfo Rizzotto, existem vários estudos que demonstram que o cansaço é um fator de grande letalidade nas rodovias. “Podemos estimar que 20% dos acidentes ocorrem com motoristas cansados e que respondem por 30% das mortes. Quem cochila ao volante, por exemplo, não reduz a velocidade numa colisão e como existe relação direta entre velocidade e gravidade das lesões, as consequências costumam ser mortais.” Ele lembra ainda que a fadiga afeta todos os condutores e a maioria dos motoristas e motociclistas já admitiram ter cochilado pelo menos 1 vez ao volante. Para conscientizar os usuários de rodovias sobre os riscos da fadiga e outros temas que contribuem para as tragédias nas nossas rodovias, o SOS Estradas está iniciando uma série de campanhas mensais. A primeira delas é intitulada de “Cansaço Mata!”, com várias dicas para evitar o risco de cochilar ao volante . A iniciativa conta com o apoio de várias entidades, dentre elas a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais – FENAPRF , Fecombustíveis, Associação Brasileira de Caminhoneiros – Abcam e TRÂNSITOAMIGO, entidade de vítimas de acidentes. A divulgação será de várias formas, dentre elas nas mídias sociais do portal e destas dessas entidades. Além disso, a campanha conta com apoio de pontos de parada nas rodovias que irão divulgar e eventualmente distribuir material promocional para os usuários de rodovias que param para descansar, fazer um lanche. Outros segmentos que operam no setor de rodovias também vão participar. Alertas da campanha: Cansaço mata! . Nunca viaje cansado . Na véspera da viagem procure dormir pelo menos 8 h00 . Evite dirigir mais que 8h00 por dia . Planeje a viagem para evitar dirigir a noite . Descanse pelo menos 15 minutos a cada 2h00 de direção . Nas viagens prefira sempre alimentos leves . Evite viajar sozinho. Use o ônibus ao invés do carro . Reveze com outro motorista a condução do veículo . Pare sempre que sentir cansaço e durma sempre que puder . Não beba álcool, nem use drogas ou medicamentos que afetem os sentidos Fonte: SOS Estradas

“Se diesel subir, gatilhos vão disparar e a inflação vai lá em cima”, diz líder do setor de transportes

Presidente da Fetransul considera “inviável” repasse de alta do petróleo aos combustíveis no Brasil O presidente do Sistema Fetransul, Afrânio Kieling, foi procurado pela colunista de Economia de GZH, Marta Sfredo, para comentar sobre a alta do petróleo e as possíveis consequências para o setor dos transportes. Confira na entrevista, realizada nesta segunda-feira. Quando a coluna perguntou a Afrânio Kieling, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Rio Grande do Sul (Fetransul) o que ocorreria se a Petrobras repassasse toda a defasagem acumulada nos preços de gasolina e diesel, estimada em mais de 30%, ouviu como resposta uma gargalhada.  — Ri de nervoso, Deus nos livre e guarde.  É muito difícil trabalhar assim, é um desgaste muito grande — explicou o empresário, dizendo que isso é simplesmente “inviável”.   Nesta segunda-feira (7), a cotação do barril tipo brent chegou a US$ 138, perto do máximo histórico nominal de US$ 147, por ameaça de proibição de importações de petróleo da Rússia. Segundo Kieling, o diesel acumula alta ao redor de 70% e os pneus – feitos com derivados de petróleo – subiram cerca de 30%. O presidente da Fetransul relata que, diante da imprevisibilidade, algumas empresas do setor adotaram gatilhos: se o combustível sobe para além de determinado percentual, o preço do frete também sobe.  — Antes, as empresas negociavam contratos com clientes uma vez ao ano. Agora, ou negocia quatro ou cinco vezes, ou faz um contrato com gatilho. Aumentou, põe gatilho. Se houvesse um repasse desse tamanho, o que acho inviável, dispararia os gatilhos, seria repassado à sociedade como um todo e a inflação vai lá em cima — desabafa. Segundo Kieling, o mês passado foi bom para o setor de transportes, com empresas relatando que tiveram o melhor fevereiro em muitos anos. Atribui a uma “retomada forte” dos negócios, mas diz que isso só foi possível com reduções de custo e muita conversa com os clientes.   — Por que a Petrobras precisa de um lucro desse tamanho? É boa a ideia de fazer um subsídio com os dividendos da empresa paga ao governo. Se não fizer isso, começa a inviabilizar tudo. Tudo no Brasil passa por roda. Ainda que estejam sendo feitos investimentos em ferrovias e hidrovias, não dá pra entregar na porta do cliente de trem ou de avião. A última milha sempre vai ser rodoviária — argumenta. Na quarta-feira (9), contou Kieling à coluna,  será instalada a pedra fundamental das obras de uma unidade do Sest/Senat no Porto Seco, em Porto Alegre. As entidades das quais o empresário é presidente do conselho vão investir R$ 5 milhões no terreno e outros R$ 20 milhões no prédio. — Vamos buscar pessoas das comunidades ao lado para poder treinar e trabalhar no setor de trasporte.

A Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society está de volta em 2022

Após uma pausa de dois anos por causa da pandemia da covid-19, a décima edição da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society está de volta. O campeonato é um dos maiores torneios de futebol amador do Brasil e é voltado exclusivamente para trabalhadores do transporte. As inscrições estarão abertas a partir do dia 2 de março, em 88 unidades localizadas em todas as regiões do país.  Conheça o regulamento. Desde a sua primeira edição, ocorrida em 2012, foram realizados mais de 10 mil jogos com a participação de 4.500 times. O torneio vem mostrando a capacidade do SEST SENAT de democratizar o acesso ao esporte, com foco na melhoria e no bem-estar dos trabalhadores do transporte.  Podem participar da Copa SEST SENAT de Futebol 7 Society empresas do setor de transporte de todos os modais e transportadores autônomos (caminhoneiros, taxistas, mototaxistas e motofretistas) registrados no órgão competente, até a data-limite de 28 de fevereiro de 2022. Cada equipe será composta por, no mínimo, dez e, no máximo, 15 atletas, além de um técnico. As equipes poderão inscrever, ainda, um auxiliar técnico, desde que este também seja comprovadamente de empresa do setor de transporte. Controle da pandemia Para a realização dos jogos, o SEST SENAT segue as medidas sanitárias sugeridas pelas autoridades de saúde, como o uso obrigatório de máscaras de proteção facial autorizadas pela Anvisa e o distanciamento social. Para as equipes participantes será exigida a comprovação de esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) ou teste laboratorial negativo para a covid-19. Futebol 7 Society Essa é uma modalidade em que cada equipe conta com sete jogadores em campo – seis na linha e um no gol. As partidas contam com dois árbitros e têm duração de dois tempos de 25 minutos corridos cada, além de dez minutos de intervalo para descanso e orientação dos times. A modalidade surgiu, oficialmente, em 1996. As partidas da Copa SEST SENAT seguem as regras oficiais da Confederação Brasileira de Futebol 7 Society vigentes (www.cbf7.com.br).  Fonte: SEST SENAT

Indústria tem destaque positivo no desempenho da construção

Mesmo com o positivo do setor com o destaque positivo no desempenho da construção na industria de Indústrias de Transformação e indústrias extrativas, a industria encerrou 2021 com a produção em queda O Produto Interno Bruto (PIB), na Indústria, teve um destaque positivo devido ao desempenho da construção (9,7%), após cair 6,3% no ano anterior. Mas encerraram 2021 com a produção em queda, segundo divulgou nesta sexta-feira (4/3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As Indústrias de Transformação também apresentaram resultado positivo de 4,5%, influenciadas principalmente pelo crescimento da fabricação de máquinas e equipamentos, metalurgia, fabricação de outros equipamentos de transporte e de produtos minerais não-metálicos e indústria automotiva. As indústrias extrativas cresceram 3,0%, devido à alta na extração de minério de ferro. Já a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos ficaram estáveis em relação a 2020, sendo afetadas negativamente pela crise hídrica. A queda veio devido a fábricas não conseguirem acompanhar os demais setores da economia e encerrando 2021 com a produção em queda. Indústria não cresce há anos no Brasil. Em relação ao 4º trimestre de 2020 Comparando ao resultado do 4º trimestre de 2020, a Indústria caiu 1,3%, puxada pelo recuo nas Indústrias de Transformação (-6,9%), cujo resultado negativo no quarto trimestre foi influenciado pela queda da fabricação de produtos alimentícios, fabricação de produtos de metal, fabricação de produtos de borracha e material plástico e máquinas, aparelhos e materiais elétricos. Fonte: Correio Brasiliense

O que esperar do novo perfil do Gestor de RH?

Marque na agenda: live com Sabrina Lisboa dia 10/03 Os gestores precisam estar no centro do processo de mudança, participando ativamente como geradores de sucessos organizacionais e pessoais. Para que possamos tratar sobre esse tema, venha participar da nossa LIVE! Confira os detalhes abaixo:   Quando: 10/03  Horário: 14:00  YouTube/SERCERGSTV  Facebook/SETCERGS Contaremos com uma dupla de profissionais nesse encontro:   Palestrante: Sabrina Lisboa (Psicóloga (PUCRS), pós-graduada em Dinâmica dos Grupos (SBDG);  Mediadora: Taís Lorenz (Coordenadora do programa INOVARH); Gostaríamos de contar com você nesse primeiro encontro de 2022!

PIB do transporte tem crescimento expressivo de 11,4% em 2021

O desempenho está retratado no Radar CNT do Transporte, divulgado nesta sexta-feira, 04 O transporte segue em recuperação, apesar do impacto da covid-19 nos últimos dois anos, e foi um dos destaques no desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021. Considerando o resultado anual, o setor cresceu 11,4%, contra 4,6% do PIB geral, em relação a 2020. Naquele ano, os percentuais tinham sido, respectivamente, -8,4% e -3,9%. Trata-se do primeiro dado positivo do período de pandemia. A análise faz parte do Radar CNT do Transporte, divulgado nesta sexta-feira, 04, pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). “Os números do PIB hoje apresentados são muito positivos, indicando uma retomada econômica importante, apesar de os impactos da pandemia ainda se mostrarem presentes. O forte crescimento do transporte reforça a relevância do setor e o nosso compromisso em promover o desenvolvimento do Brasil”, afirma Vander Costa, presidente da CNT. Na avaliação do último trimestre de 2021, o setor cresceu 2,6% quando comparado com o trimestre imediatamente anterior. Já o PIB geral mostrou um leve desempenho positivo, de 0,5%, no mesmo período. A avaliação do indicador realizada pela CNT leva em conta a divulgação do PIB pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As expectativas do bom desempenho do setor estão diretamente relacionadas ao próprio crescimento da economia. Sua continuidade em 2022 dependerá da estabilização do atual cenário externo turbulento, que pode afetar os preços internos e a movimentação de dólares no país e, consequentemente, a taxa de câmbio nacional. Confira os detalhes no Radar CNT do Transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Novos valores da tarifa de expedição da AET

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT, publicou hoje no Diário Oficial da União, a Portaria nº 933/2022, que estabelece os valores da Tarifa de Expedição da Autorização Especial de Trânsito emitida pelo organismo, desde o dia 1º de março de 2022. Segundo a normativa, a Tarifa de Expedição da Autorização Especial de Trânsito será cobrada por documento expedido, vinculado à numeração da AET, nos seguintes valores: I. Para as autorizações concedidas pelo DNIT que requerem aprovação de engenheiro quanto à análise veicular: R$ 76,93 (setenta e seis reais e noventa e três centavos); eII. Para as demais autorizações concedidas pelo DNIT: R$ 74,87 (setenta e quatro reais e oitenta e sete centavos). Ainda, caso a resolução que regulamenta a AET permita a inclusão de reboques e/ou semirreboques adicionais, será acrescentado na tarifa o valor equivalente a 2% (dois por cento) do valor inicial, para cada veículo adicional incluído na solicitação de AET ou AE, se couber. Para conferir a normativa, clique aqui. Fonte: ABTI

Inscrições abertas para o curso de Especialização em Gestão de Negócios em Porto Alegre

O curso faz parte do Programa Avançado de Capacitação do Transporte, promovido pelo SEST SENAT e coordenado pelo ITL. As inscrições para a turma de Porto Alegre (RS) da Especialização em Gestão de Negócios estão abertas até 23/05. A pós-graduação é oferecida gratuitamente para gestores de empresas e de entidades do transporte associadas ao Sistema CNT. É uma oportunidade especial para líderes se capacitarem com uma das melhores escolas de negócios do mundo, segundo o jornal Financial Times: a Fundação Dom Cabral. Belo Horizonte/MG, Campinas/SP e Fortaleza/CE também estão com inscrições abertas.Acesse itl.org.br para saber mais e se inscrever.