Finame Baixo Carbono vai financiar caminhões elétricos e a gás no Brasil

A linha de crédito Finame Baixo Carbono, do BNDES, oferece vantagens para atrair frotistas interessados em investir em frotas menos poluentes A linha de crédito Finame Baixo Carbono, do BNDES, vai ajudar a aumentar a frota de caminhões e ônibus elétricos e a gás no Brasil. De acordo com o chefe de relacionamento institucional, Tiago Perola, a previsão é que a nova linha de crédito tenha forte demanda nos próximos anos. “Agora, em 2022, a procura deverá aumentar bastante”, diz. O BNDES já tem alguns modelos de caminhões elétricos e a biogás credenciados. “Queremos que cada vez mais fabricantes credenciem seus veículos nessa linha”, aponta Perola. Da mesma forma, o banco notou o interesse crescente de empresas do varejo em descarbonizar a frota. “Para atender os clientes, os frotistas já planejam comprar veículos que usam combustíveis mais limpos”, resume o executivo. Novas regras flexibilizam credenciamento Outro motivo que ajudará a aumentar a procura pelo Finame Baixo Carbono, de acordo com o Tiago Perola, é a prorrogação da fase de credenciamento de novos produtos. A partir de agora, a primeira fase se estenderá até dezembro de 2024. Além disso, houve flexibilização das regras de nacionalização de conteúdo. Ou seja, caminhões e ônibus com 20% de componentes de fabricação nacional são aceitos pelo Finame Baixo Carbono. Antes, esse índice era de 50%, o mesmo do Finame convencional. De toda forma, a medida deverá gerar mais possibilidades para os fabricantes de caminhões e ônibus habilitarem seus produtos de baixo carbono nessa linha de financiamento. Benefícios para quem financia Segundo Perola, a linha de crédito tem dois diferenciais na comparação com o Finame tradicional. O primeiro é o spread menor. O segundo é que, nesta linha, há a limitação do spread para a instituição financeira. Ou seja, quanto maior o spread bancário, maior é o lucro dos bancos. Da mesma forma, significa juros mais caros para os clientes, que, então, precisam recorrer a empréstimos e financiamentos. Por outro lado, as duas linhas de crédito têm prazos de pagamento e subsídios semelhantes. Ambas exigem 10 anos para pagamento. Bem como carência de 2 anos. Contudo, em financiamentos onde há a taxa fixa do BNDES, a carência cai para 1 ano. Nas duas linhas de financiamento, a participação do BNDES pode chegar a 100% do valor. Bancos credenciados De acordo com o BNDES, as instituições financeiras autorizadas a fornecer esse tipo de financiamento são os bancos Bradesco, Itaú, Santander, Fomento Paraná, Banpará, Banco Volkswagen e Banco Safra. O Finame Baixo Carbono surgiu em 2021 para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos. O pré-requisito é que os modelos contribuam para a redução de carbono. Além disso, todos devem ser novos e ter fabricação nacional. Por fim, os veículos também devem estar credenciados no sistema do BNDES. Entram nessa lista caminhões e ônibus movidos a bateria, a célula de combustível, híbridos ou a gás. Também podem ser credenciados os comerciais leves elétricos e híbridos. Segundo o BNDES, os implementos rodoviários ainda não estão contemplados. Fonte: Estradão Foto: VWCO/Divulgação
Exigências para tripulantes em alguns países do Mercosul

Perante os impasses que se sucederam nos últimos quinze dias e, cientes da dificuldade de acompanhar tantas mudanças e informações falhas, esta Associação formulou um resumo especifico para tripulantes no transporte rodoviário internacional de cargas, com as exigências para seu ingresso aos principais países limítrofes que fazem parte do Mercosul. Confira abaixo: Argentina • Portar resultado negativo de teste RT-PCR ou antígeno com até 7 dias da data da coleta;• Preencher a Declaração Jurada de Migração (DDJJ: ddjj.migraciones.gob.ar);• Comprovar contratação de seguro saúde Covid-19 com cobertura para serviço de hospitalização, isolamento e/ou translado sanitário. Chile • Portar resultado negativo de teste RT-PCR emitido até 72h antes da data do MIC DTA. Na chegada ao território chileno, a fiscalização sanitária poderá ainda verificar a validade do certificado apresentado, se o mesmo possuir elementos gráficos como código de barras ou código QR. De acordo com a norma vigente, os tripulantes, aleatoriamente, poderão ser novamente testados com custo a cargo do governo chileno. Paraguai Não possui exigências específicas para tripulantes do transporte rodoviário internacional de cargas, assim como o Brasil, reconhecendo dessa forma a nossa atividade como essencial. Uruguai • Portar resultado negativo de teste RT-PCR coletado até 72h antes da data do ingresso. Perguntas Frequentes: 1. Sou obrigado a realizar testes unicamente no Brasil, por ser brasileiro? Não, a testagem pode ser realizada no país de origem, trânsito ou destino. 2. Se o destino da carga é o Chile, posso ingressar na Argentina com teste antígeno? Pode, no entanto, para ingressar no Chile terá que portar o resultado negativo de um teste PCR-RT tendo sido coletado em até 72h antes da saída do Brasil. 3. O resultado foi positivo, posso testar novamente para contraprova? A testagem levada em consideração é a primeira. Porém, perante resultado positivo necessita ser respeitado o período do isolamento determinado pela vigilância sanitária.4. O seguro saúde COVID é a mesma coisa que seguro de vida?Não, as coberturas são diferentes. Consulte seu corretor e entenda melhor ao respeito. Fonte: ABTI
Caged: Brasil gerou 2,7 milhões de empregos formais em 2021

Em dezembro, no entanto, saldo ficou negativo em 265 mil vagas O Brasil terminou o ano de 2021 com saldo positivo de 2.730.597 vagas de emprego com carteira de trabalho assinada. Ao longo do ano, foram registradas 20.699.802 admissões e 17.969.205 desligamentos. Os dados foram divulgados hoje (31) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Já o mês de dezembro registrou retração de 265.811 postos de trabalho. O número decorre de um total de 1.703.721 de desligamentos e de 1.437.910 admissões. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, em dezembro, ficou em 41.289.692 vínculos, o que, segundo o ministério, representa uma queda de 0,64% em relação ao mês anterior. Contratação temporária De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, o resultado para o mês de dezembro era esperado, uma vez que “como ocorre rotineiramente no Brasil, temos as comunicações de demissão principalmente daqueles funcionários que trabalham no regime temporário”. “O saldo negativo faz parte fundamentalmente dos trabalhadores temporários. Mas esse saldo aplicado sobre o acumulado do ano nos dão saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada no Brasil, da ordem de 2,7 milhões de postos de trabalho”, acrescentou ao destacar que desde o início do governo de Jair Bolsonar, o país acumula saldo positivo de 3.183.221 novos postos de trabalho. Assista na TV Brasil Dados por setor No acumulado do ano, o saldo de 2,7 milhões de postos de trabalho teve, no setor de serviços, sua maior contribuição, com 1.226.026 vagas criadas. Foram 9.284.923 admissões ante a 8.058.897 desligamentos. O setor de comércio agregou outras 643.754 vagas (4.889.494 admissões e 4.245.740 desligamentos), enquanto a Indústria gerou 475.141 novas vagas (3.352.363 admissões e 2.877.222 desligamentos) em 2021. As atividades de construção criaram 244.755 vagas (2.017.403 admissões e 1.772.648 desligamentos), enquanto agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve 140.927 novas vagas com carteiras assinadas (1.155.619 admissões e 1.014.692 desligamentos). O estoque (quantidade total de vínculos formais ativos) no acumulado do ano apresentou variação de 7,08% (na comparação com 1º de janeiro de 2021). Já em dezembro, o saldo de empregos foi negativo em quatro dos cinco grupamentos de atividade econômica analisados. O único a apresentar saldo positivo (9.013 vagas) foi o de comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas. O saldo da indústria ficou negativo em 92.047 vagas; o da construção perdeu 52.033 postos de trabalho; o de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura registrou uma queda de 26.073 vagas; e o de serviços diminuiu em 104.670 o saldo de empregos celetistas. Regiões As cinco regiões apresentaram saldo positivo de contratações ao longo de 2021. Na Região Sudeste foram criados 1.349.692 postos de trabalho (crescimento de 6,8%); no Sul, o saldo foi de 480.771 postos a mais (alta de 6,61%); no Nordeste foram criados mais 474.578 postos (7,58%); no Centro-Oeste, o acréscimo foi de 263.304 vagas (8,07%); e a Região Norte teve incremento de 154.667 empregos formais (8,62%). Em dezembro, no entanto, as cinco regiões do país registraram saldo negativo no número de empregos formais. A região que perdeu mais vagas foi a Sudeste, com uma queda de 136.120 postos de trabalho (-0,64%). A queda na Região Sul ficou em 78.882 vagas (-1,01%), enquanto nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte apresentaram saldos negativos de 21.476 (-0,61%); 15.823 (-0,23%); e 13.375 vagas (-0,68%), respectivamente. Ouça na Radiagência Nacional Estados No acumulado do ano, o estado de São Paulo foi o que abriu maior número de empregos formais, totalizando 814.035 novas vagas, o que representa alta de 6,80%. Em segundo lugar está Minas Gerais, com saldo positivo de 305.182 vagas (alta de 7,5); seguido do Rio de Janeiro, com 178.098 novos postos (5,77%). Os menores saldos foram registrados em Roraima, com geração de 4.988 postos de trabalho com carteira assinada; Amapá (5.260); e Acre (8.117). Apenas duas unidades federativas apresentaram saldos positivos em dezembro de 2021: Alagoas (615 postos de trabalho); e Paraíba (61 postos). Já os estados com menor saldo foram São Paulo, que registrou uma redução de 103.954 no número de empregos formais, seguido de Santa Catarina (-36.644 postos de trabalho); e do Paraná (-24.346 postos). Salário médio O salário médio de admissão registrado em dezembro foi de R$ 1.793,34. Na comparação com o mês anterior (novembro), o aumento real ficou em R$ 1,51, o que corresponde a alta de 0,08%. *Matéria ampliada às 12h20 para inclusão dos dados consolidados do ano. Texto alterado, no nono parágrafo, às 13h27, para corrigir percentual informado pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Fonte: Agência Brasil – Por Pedro Peduzzi – Edição: Denise Griesinger
CNC: intenção de consumo atinge maior nível desde maio de 2020

Alta foi de 1,1% em janeiro em relação ao mês anterior O indicador que monitora a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou em janeiro a melhor pontuação desde maio de 2020, com 76,2 pontos, divulgou hoje (31) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O indicador teve alta de 1,1% em relação ao mês anterior e de 3,6% frente a janeiro de 2021. O índice foi calculado por meio de 18 mil entrevistas realizadas pela CNC, e qualquer pontuação abaixo de 100 é considerada abaixo do nível de satisfação do consumidor, o que se repete desde abril de 2015. Entre os componentes do indicador, o Emprego Atual teve a maior alta, de 2,6%, e também está no maior patamar, com 97 pontos, ainda abaixo do nível de satisfação de 100 pontos. Já o Acesso ao Crédito teve o pior desempenho, com queda de 1% em janeiro. A pior pontuação é do Momento para Duráveis, que mede a intenção de consumir bens duráveis, como veículos, com 43,9 pontos. A melhora no componente Emprego Atual se deu porque subiu de 23,4% para 25,2% o percentual de entrevistados que se sentem mais seguros com seu emprego do que no ano passado, valor que é o maior desde maio de 2020. O percentual, porém, ainda é menor do que os que sentem menos seguros (28,2%) e do que os que se sentem tão seguros quanto (35,6%). Outros 10,2% declararam estar desempregados. Da mesma forma, a parcela dos entrevistados que percebeu uma melhora em sua renda em relação ao ano passado subiu de 19,5% para 20,4%. Por outro lado, 37,7% declararam que tiveram uma piora na renda ao longo do ano, e 41,4% disseram que a renda permaneceu igual. Ao analisar esses resultados, a CNC afirmou que “eles representam a evolução do mercado de trabalho, com o maior percentual desde maio de 2020 de famílias que se sentem mais seguras com seu emprego”. “Contudo, nem todos os aspectos da economia estão favoráveis. A alta inflacionária e o aumento dos juros representam as maiores dificuldades dos consumidores, tanto pela redução do poder de compra quanto pelo encarecimento do crédito. No entanto, este mês já pôde ser observada uma amenização desses efeitos na percepção das famílias”, diz a confederação. Desigualdades A intenção de consumo das famílias com renda acima de 10 salários mínimos teve alta de 1% e chegou a 93,5 pontos, bem acima dos 72,6 pontos calculados para as famílias com renda abaixo de 10 salários mínimos. Apesar de as famílias mais pobres terem registrado uma alta mensal de 1,1%, ligeiramente acima das mais ricas, na comparação anual, houve aumento de apenas 1,7%, enquanto a intenção de consumo daquelas com mais de 10 salários mínimos de renda aumentou 10,5%. A CNC também divulgou que a alta no consumo das famílias não se deu em todas as regiões, já que, no Norte, houve queda de 1,1% em relação ao fim de 2021 e retração de 11,2% frente a janeiro de 2021. Fonte: Agência Brasil – Por Vinícius Lisboa / Edição: Maria Claudia / Foto: Rovena Rosa
Indústria do Brasil registra a contração mais rápida desde 2020, aponta PMI

A atividade industrial brasileira registrou a contração mais rápida dos últimos 20 meses, pressionada pelas pressões elevadas sobre os preços, poder de compra limitado dos consumidores e as consequências da nova onda de covid-19 provocada pela variante Ômicron. Os dados são relativos ao Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), que é divulgado pela IHS Markit. O índice caiu de 49,8 em dezembro para 47,8 em janeiro, revelando uma deterioração mais acentuada nas condições operacionais das atividades industriais em mais de um ano e meio. Com isso, as empresas continuaram a repassar aos consumidores os custos da compra de insumos e a reduzir postos de trabalho pela primeira vez desde março. Os fabricantes brasileiros registraram o quarto mês consecutivo de queda em novos negócios no início do ano. A queda foi atribuída ao reduzido poder de compra dos consumidores devido à inflação elevada e a uma demanda enfraquecida. A taxa de contração no total de vendas foi acentuada e a mais acelerada desde maio de 2020. Os volumes de produção também caíram ao ritmo mais acelerado em 20 meses. Em acréscimo às vendas reduzidas, os participantes da pesquisa associaram a queda à nova onda de covid-19. A produção apresentou queda nos segmentos de bens intermediários e de consumo, mas aumentou para os fabricantes de bens de produção. Cenário econômico é o maior desafio da indústria A Diretora Associada de Economia da IHS Markit, Pollyanna de Lima, explica que o cenário econômico, influenciado pela pandemia, é um desafio para a indústria brasileira em 2022. “Os resultados de janeiro apresentaram as contrações mais acentuadas nos índices de pedidos de fábrica e de produção desde maio de 2020. Com novas ondas de COVID-19 atingindo o planeta, as empresas também registraram mais uma redução nas vendas internacionais”, afirma. “Um dado encorajador, contudo, é que as pressões inflacionárias diminuíram em janeiro. Tanto os custos de insumos quanto a inflação da produção aumentaram ao ritmo mais lento em 19 meses, permanecendo, ainda assim, entre os mais elevados jamais vistos em 16 anos de pesquisa”, conclui Lima. Além da pandemia, Lima cita que o poder de compra reduzido das pessoas e a inflação alta limitaram a capacidade de produção das indústrias. Assim, as empresas compraram menos insumos, visto que o preço de matérias-primas continuam elevados, e tiveram que cortar postos de trabalho em meio a iniciativas de redução de custos. Mesmo com este ambiente desafiador, a diretora de economia da IHS Markit destaca o aumento da confiança nos negócios das atividades empresariais. Fonte: Eu quero investir
Mercado de trabalho no transporte fecha 2021 com saldo positivo, apesar de registrar queda de emprego no setor em dezembro

Os dados foram publicados ontem (1º/2) no Painel CNT do Emprego no Transporte A Confederação Nacional do Transporte (CNT) atualizou, nesta terça-feira (1º), o Painel CNT do Emprego no Transporte com dados de dezembro de 2021. O mercado de trabalho no setor, que vinha em curva ascendente ao longo do ano passado, apresentou uma queda no último mês, tradicionalmente tido como de dispensa de vagas temporárias. O saldo mensal resultante do número de contratações e demissões ficou em -9.231 postos de trabalho. Apesar da baixa, no acumulado de janeiro a dezembro foram gerados no transporte um total de 79.796 empregos. A análise da CNT tem por base as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência. “Em um ano ainda marcado pelos efeitos da pandemia, mostramos a resiliência e a força do setor de transporte. Com muito esforço e dedicação, nossas empresas fecharam o acumulado de 2021 com um saldo positivo de mais de 79 mil postos de trabalho. Os desafios permanecem, mas seguimos confiantes para contribuir com o desenvolvimento do país”, afirma o presidente da CNT, Vander Costa. O balanço da evolução de vagas do mercado de trabalho, em 2021, no setor do transporte para as Unidades da Federação aponta que o estado de Sergipe apresentou a maior perda de postos de trabalho (-424), seguido do Piauí (-121) e de Pernambuco (-103). Já o melhor desempenho em termos de geração líquida de empregos formais no transporte foi alcançado pelos estados de São Paulo (+34.472), Minas Gerais (+10.343) e Santa Catarina (+7.210). Ao considerar os diferentes modais de transporte no acumulado de janeiro a dezembro de 2021, é possível identificar que, majoritariamente, o saldo na criação de empregos ficou por conta do transporte rodoviário de cargas (+94.738). Em realidade oposta está o transporte rodoviário de passageiros urbano (-23.812), que vem em tendência de queda no número de ocupações desde o início da pandemia, em 2019. No Painel, é possível aplicar filtros para as diferentes modalidades de transporte e para todos os estados, além de acessar os mesmos dados por tipos de ocupação. O objetivo da CNT é disponibilizar às empresas do transporte e à sociedade opções para consulta dinâmica sobre emprego, além de proporcionar aos transportadores informações sobre o panorama e a situação de ocupações no setor. Acesse aqui o Painel CNT do Emprego no Transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Movimento Pilotos pela Vida chama atenção para cuidados com mais vulneráveis no trânsito

Campanha realizada pelo SEST SENAT e pela Raízen incentiva a prática da direção defensiva para motoristas e motociclistas No trânsito, nem sempre é fácil ter o controle de tudo, já que todos são responsáveis por atitudes que podem proteger a própria vida e a de outras pessoas. E não é preciso ser especialista em trânsito para ter consciência da necessidade de respeitar os limites dos envolvidos no cenário: na relação entre um caminhão e uma moto, por exemplo, a vulnerabilidade de quem está sob duas rodas é clara. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as regras relacionadas à vulnerabilidade dos usuários do trânsito fazem sentido, principalmente, quando se levam em conta dados divulgados pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde): mais da metade de todas as mortes no trânsito ocorre entre usuários vulneráveis das vias – pedestres, ciclistas e motociclistas. Quando se trata de acidentes envolvendo caminhão e moto, a preocupação é ainda maior devido à diferença de tamanho e ao nível de proteção dos condutores. Em 2020, 10% dos acidentes fatais nas rodovias brasileiras envolveram caminhões e motocicletas, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. Pensando nisso, o SEST SENAT, em parceria com a Raízen, licenciada da marca Shell, lançará, no mês de fevereiro, o movimento Pilotos pela Vida. A iniciativa também conta com o apoio do IFood, do Ministério da Cidadania, do Ministério da Infraestrutura, da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária) e da Transjordano. O movimento tem como objetivo conscientizar motoristas sobre os principais riscos envolvendo motocicletas no trânsito e sobre como mitigar esses riscos. Assim, busca engajar esses públicos na tomada de atitudes práticas que podem preservar vidas no trânsito e torná-los multiplicadores dessas informações. A campanha destaca que acidentes não são causados somente por imprudências, e, sim, que existem outros fatores a serem considerados no trânsito: o ponto cego é um deles, principalmente quando se fala de veículos grandes, como caminhões e ônibus. Eles possuem pontos cegos à frente, em razão da altura; atrás, por causa do tamanho; e dos lados, devido à altura e à limitação dos espelhos. Dessa forma, a campanha mostra que, nas vias, não existem “vilões e mocinhos”, pois todos são responsáveis por um trânsito mais seguro; e a prática de direção defensiva por parte do motorista de caminhão e do motociclista pode salvar vidas. Qualquer empresa ou pessoa pode aderir ao movimento Pilotos pela Vida. A campanha conta com material que pode ser compartilhado nas redes sociais e no WhatsApp e também está disponível para impressão. Clique aqui para preencher o seu cadastro e baixar as peças Veja as principais dicas para pilotos e motoristas trafegarem em segurança Motociclista – Nunca queira competir. Se perceber uma intenção de manobra, sempre espere a sua vez. – Não ultrapasse pelo lado direito. – Sempre mantenha uma distância de segurança e tente se posicionar do lado esquerdo da via. – Ultrapasse totalmente o caminhão antes de desacelerar. – Tente fazer contato visual com o motorista e faça-se ser visto, sem ferir as leis de trânsito. – Ao perceber qualquer aproximação suspeita, buzine! Motorista de caminhão – Fique atento aos pontos cegos. – Seja prudente e, quando necessário, dê preferência a motociclistas e outros veículos menores. – Sinalize mudanças na pista e tente sempre se posicionar para manter condutores próximos no seu campo de visão. Atuação em favor da vida O SEST SENAT e a Raízen já são parceiros em outros projetos que promovem ações e treinamentos de segurança, com o objetivo de zerar a ocorrência de acidentes envolvendo caminhões. O SEST SENAT atua na formação e na qualificação de profissionais do transporte para o mercado de trabalho. Para isso, oferece cursos especializados, presenciais e a distância que abrangem diferentes áreas do conhecimento, relacionadas desde a atividades operacionais de transporte e logística até a gestão dos negócios. As capacitações são desenvolvidas e ministradas com metodologias inovadoras de ensino e com o uso de equipamentos tecnológicos que dinamizam e aumentam a aprendizagem. Além disso, cuida da saúde dos trabalhadores do transporte por entender que o bem-estar deles é essencial para garantir um transporte mais eficiente, mais seguro e com mais qualidade. A Raízen prioriza a segurança em todas as frentes em que atua; e a segurança rodoviária é uma das mais importantes dentro de suas operações, por ter milhares de motoristas realizando o transporte diário de produtos. Acompanhe a campanha nas redes sociais do SEST SENAT Facebook: sestsenatbrasil Instagram: sestsenatbrasil LinkedIn: sestsenatbrasil Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Sindicar realiza palestra sobre o DT-e

O Sindicar, Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de Carazinho e Região em parceria com a cooperativa de crédito Transpocred, realizou na última quarta-feira (26/01) a palestra sobre a lei nº 14.206 de 27 de setembro de 2021 que institui o documento eletrônico de transporte, DT-e. O palestrante foi o Professor Eder Ravel Flores dos Santos, que tem uma longa experiência como trabalhador do setor e também agora como empresário. O presidente do Sindicar, Moises Santos, destacou sobre a grande mídia que foi feita para o anúncio desta lei, que iria trazer mais tranquilidade para o transportador. “Colocamos em pauta o assunto para os associados, pois gerou inquietação, sendo que foi informado que o início seria a partir de 1ª de janeiro de 2022, por isso a importância da palestra, também para tranquilizar o associado”. Moisés ainda destacou que o Sindicar está cada vez mais pensando nos associados e planeja muitas palestras para 2022, no mês de fevereiro será oferecida uma palestra sobre a reforma tributária. Fonte: Sindicar
Pequenas empresas terão obrigações flexibilizadas na LGPD

Resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e inclui, por exemplo, a dispensa na obrigação de ter um executivo de proteção de dados Os pequenos negócios terão tratamento diferenciado na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), segundo resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com a norma 2/2022, fruto de parceria do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e outras entidades para adequação da legislação, as micro e pequenas empresas serão dispensadas de algumas obrigações e terão simplificação no processo de adequação. Entre as simplificações estão: a dispensa na obrigação de fazer a nomeação de um Data Protection Officer (DPO) [encarregado de tratamento de dados pessoais], cargo criado exclusivamente para cuidar de segurança. Flexibilização com base no risco e escala de tratamento e no atendimento; flexibilização do atendimento às requisições dos titulares por meio eletrônico ou impresso; dispensa na obrigação de eliminar ou bloquear dados excessivos. Prazo dobrado em relação a outros agentes de tratamento; flexibilização do relatório de impacto de forma simplificada e a disponibilização de guias para auxílio na adequação. Fonte: CNN Brasil / Douglas Porto Foto: Marvin Meyer/ Unsplash
Inscreva-se para o CONET&Intersindical online de Brasília

A NTC&Logística promoverá, no dia 22 de fevereiro, a primeira edição anual do Conselho Nacional de Estudos em Transportes, Custos, Tarifas e Mercado (CONET&Intersindical), em ambiente online. O evento terá a participação dos principais executivos, empresários, representantes de entidades sindicais do transporte de cargas brasileiro e de políticos brasileiros para debater o setor e apresentar a pesquisa com o Índice Nacional dos Custos de Transporte (INCT). O CONET é realizado duas vezes ao ano e dividido em duas partes: o Conselho Nacional de Estudos, cujo objetivo é o de divulgar pesquisas nacionais sobre tarifas, frete, legislação e políticas públicas voltadas ao transporte rodoviário de cargas (TRC), e o Intersindical, espaço de debates com as lideranças do segmento para analisar temas considerados por eles como recorrentes e importantes. A proposta do evento é de ser itinerante. Sendo assim, nos seus mais de 50 anos de história, já passou por cidades como Belo Horizonte, Bento Gonçalves, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, São Luís, Vitória, Natal, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Rio Quente. Devido às restrições impostas pela COVID-19 e sua mais nova variante, Ômicron, essa edição será realizada em ambiente virtual. Segundo o presidente da entidade, Francisco Pelucio, “Estamos em um ano muito importante para o país, no que diz respeito à economia e política. Reunir, mesmo que online, os empresários e as autoridades neste momento, será de grande relevância para o transporte de cargas e com certeza sairemos de evento com boas perspectivas para 2022.”, destacou. Faça já sua inscrição, clicando aqui O CONET&Intersindical em Brasília é uma realização da NTC&Logística e terá como entidade anfitriã a FENATAC, patrocínio diamante da Pamcary e Road Card, patrocínio ouro do Consórcio Maggi e Mercedes-Benz, o apoio institucional da CNT/ SEST SENAT/ ITL e da FuMTram e apoio do SETCEG, SETCESG, SETRAN, SINDIBRAS e SINDICARGA-TO. ——— PROGRAMAÇÃO CONET BRASÍLIA (ONLINE) – EDIÇÃO ESPECIAL Data: 22 de fevereiro de 2022 Horário: das 13h às 18h 13h – Abertura CONET Sr. Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Sr. Vander Costa – Presidente da CNT Sr. Paulo Lustosa – Presidente da FENATAC Sr. Jair Messias Bolsonaro – Presidente da República (a confirmar) Sr. Tarcísio de Freitas – Ministro da Infraestrutura (a confirmar) 14h00 – Secretaria Executiva do MINFRA (tema a definir) Palestrante: Marcelo Sampaio Cunha Filho –Secretário Executivo do Ministério da Infraestrutura ( a confirmar) 15h00 – Transporte, Logística e Regulamentação – O Que é Preciso para Avançar Palestrantes: Deputado Federal Jerônimo Goergen (confirmado) Deputado Federal Vanderlei Macris (confirmado) 15h30 – Repensando o Financiamento Sindical Palestrantes: Marlos Augusto Melek –Juiz Federal Narciso Figueiroa Jr. – Assessor Jurídico da NTC&Logística 16h00 – Cenário Econômico Brasileiro Palestrante: Alex Agostini – Economista-chefe da Austin Rating 17h00 – Apresentações DECOPE/ NTC Palestrante: Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística Pesquisa NTC – Mercado de Transporte Rodoviário de Carga – Ano 2021 Leitura e Aprovação do documento “Comunicado CONET de fevereiro de 2022” Encerramento Faça já sua inscrição, clicando aqui Fonte: NTC&Logística