Implantação da metodologia iRAP pelo DNIT recebe o selo inov@BR

Programa do Ministério da Infraestrutura visa a modernização das rodovias federais A implantação da metodologia iRAP – Programa Internacional de Avaliação de Rodovias pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) foi certificada com o selo inov@BR, do Ministério da Infraestrutura. O inov@BR consiste na Política de Modernização da Infraestrutura Federal de Transporte Rodoviário que visa garantir a segurança e eficiência logística das rodovias federais. Trata-se da estratégia do Governo Federal para reduzir o número e a severidade dos acidentes rodoviários, visando alcançar padrões internacionais de segurança viária e de inovação nas rodovias federais. A Codificação iRAP integra o Programa inov@BR associada ao pilar Segurança Viária. A implantação da metodologia iRAP pelo DNIT tem como base a avaliação da rodovia, a partir de um sistema de classificação da qualidade das vias, com foco na segurança de todos os usuários. Portanto, ela contribui para a redução do número e grau de severidade de acidentes, para a melhoria da segurança de trechos de rodovias em aclive ou declive e para a ampliação das ações que promovam o conforto e segurança dos usuários e motoristas das rodovias. A metodologia iRAP possibilita o levantamento de dados, a codificação e a classificação de trechos rodoviários federais em estrelas, o que viabiliza a identificação de necessidades de melhorias para tais trechos rodoviários referentes, principalmente, à segurança viária. “A codificação pela metodologia iRAP permite a priorização de investimentos que buscam reduzir os riscos relacionados à infraestrutura”, destaca o diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello. Em dezembro passado, o DNIT foi agraciado com o prêmio “5 Star Performer Award” (Prêmio 5 Estrelas) do Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP). A premiação é um reconhecimento à liderança do DNIT na implantação do programa BrazilRAP, o Programa Brasileiro de Avaliação de Rodovias, bem como aos seus esforços para fomentar discussões e aplicar a metodologia iRAP extensivamente nas rodovias brasileiras. Coordenação-Geral de Comunicação Social – DNIT
Vendas de pneus no mercado interno subiram 9,6% no ano passado

Os modelos de passeio somaram 29,7 milhões de unidades em 2021, com alta de 8,8% As empresas fabricantes de pneus instaladas no Brasil, representadas pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), registraram crescimento de 9,6% nas vendas de pneus em 2021 diante do resultado de 2020, de acordo com comunicado divulgado na semana passada. O volume comercializado no ano passado foi de 56,7 milhões de unidades, 4,5% a menos do que em 2019, ano pré-pandemia. As vendas no ano passado ainda ficaram distante do total verificado em anos anteriores, como 2019 e 2019, que registraram 59,3 milhões de unidades vendidas. “Essa baixa pode ser entendida considerando as vendas de pneus de passeio para as montadoras, que em 2019 foi de 10,6 milhões e, em 2021, fecharam em 7,5 milhões”, avisa o presidente executivo da Anip, Klaus Curt Müller. Avaliando as vendas por segmento, os pneus de passeio somaram 29,7 milhões de unidades comercializadas no ano, alta de 8,8% sobre 2020, puxada pela reposição que demandou 10,8% a mais, enquanto as compras das montadoras aumentaram em 3,4%. Mesmo com esse crescimento o volume ainda ficou abaixo de 2019. Os pneus de comerciais leves alcançaram 8,2 milhões de vendas, crescimento de 22,9% sobre 2020 e de 6,9% ante 2019. Na reposição, a expansão foi de 17,8% com relação ao ano anterior e de 12,4% ante 2019, enquanto as entregas para montadoras cresceram 32,9% no ano passado, mas ainda recuaram 1,5% quando comparadas a 2019. Os pneus de carga registraram crescimento 10,6% ante 2020 e de 8,7% sobre 2019, superando os volumes antes da pandemia e impulsionando as vendas totais do ano, com pouco mais de 8 milhões de unidades vendidas. Na reposição, o crescimento foi de 7,4% na comparação com 2020 e de 10,3% com relação a 2019, enquanto as compras das montadoras cresceram 22,7% e 3,5%, respectivamente. O pior desempenho veio do segmento de motos, que somou 9,7 milhões de pneus vendidos, recuo de 1,4% sobre 2020 e de 0,3% ante 2019. A balança comercial do setor de pneumáticos encerrou 2021 com resultado negativo de US$ 75,3 milhões. Em unidades, o déficit foi de 28,6 milhões. Fonte: JC
Governo Federal investe na redução de burocracia e na digitalização para dinamizar operações de transportes

Durante lançamento de linha de crédito da Caixa para caminhoneiros, ministro da Infraestrutura destacou ações do MInfra para a categoria, como o Gigantes do Asfalto e o DT-e Medidas de redução de burocracia e de digitalização elaboradas pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, têm propiciado diversas melhorias nas condições de trabalho dos caminhoneiros, analisou nesta sexta-feira (4) o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. À tarde, ele participou do lançamento do Giro Caixa Transportes, nova linha de crédito para a categoria criada pela Caixa. Segundo a Caixa, os caminhoneiros poderão antecipar o recebimento do frete por meio de empréstimo com juros a partir de 1,99% ao mês. Por meio da linha de crédito, a antecipação do frete será depositada diretamente na conta dos transportadores autônomos com até 120 dias de antecedência. “É uma medida [o Giro Caixa Transportes] que se soma a tantas outras, como foi o aumento do prazo da carteira de motorista, o aumento da pontuação, a mudança das regras de pesagem, a incorporação dos postos de parada e descanso nas concessões, novas concessões com diminuição de tarifa e tantas outras coisas que vêm sendo pensadas para dinamizar as nossas operações de transportes”, explicou o ministro. Benefícios Entre as medidas de redução de burocracia e de digitalização colocadas em prática, está o Gigantes do Asfalto, programa pensado unicamente para a categoria, que trouxe uma série de avanços, sejam legislativos ou de modernização digital e redução de burocracia. Como o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e), que reúne aproximadamente 90 documentos em uma única ferramenta, permitindo que o caminhoneiro autônomo diminua seu custo e aumente seu lucro por transporte de carga. O limite da pesagem de eixo subiu de 10% para 12,5%. Além disso, ficou definida uma tolerância de peso por eixo para os veículos com peso bruto total (PBT) inferior a 50 toneladas maior do que 12,5%. Já a exigência da inclusão dos pontos de parada e descanso (PPDs) nas concessões garante conforto e segurança nas estradas brasileiras à categoria. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério da Infraestrutura
Câmara aprova projeto que pune quem veicula violência no trânsito

O plenário da Câmara aprovou na última quarta-feira (2) o projeto de lei que proíbe a divulgação de infração que coloque em risco a segurança no trânsito. O texto pune a divulgação feita por meios digitais, eletrônicos ou impressos de qualquer tipo. A matéria segue para sanção presidencial. “Pessoas que se utilizando dos seus instrumentos de redes sociais, publicam em redes sociais conhecidas, importantes, rachas, velocidade acima de 200 quilômetros por hora, toda série de infrações, de infrações de trânsito que acabam, às vezes, ocasionando morte, ou, às vezes, colocando em risco a vida das pessoas. Este projeto vem estabelecer normas e punição especificamente para esse quadro”, explicou o relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). A proposta aprovada estende a proibição à divulgação, publicação ou disseminação de condutas que coloquem em risco a integridade física própria e de terceiros ou que configurem crime de trânsito e à divulgação em meios eletrônicos e impressos. A exceção será para as publicações de terceiros que pretendem denunciar esses atos como forma de utilidade pública. De acordo com o texto aprovado, quem divulgar esses atos será punido com multa de natureza gravíssima multiplicada por dez, aplicável também à pessoa jurídica. Empresas proprietárias do canal de divulgação ou de plataformas digitais que não retirarem o conteúdo em até 24 horas da notificação terão pena de multa gravíssima multiplicada por 50. Nos casos de reincidência nesses crimes dentro de 12 meses, as penalidades serão aplicadas em dobro. Para quem divulgar imagens com esses conteúdos, a proposta prevê ainda a penalidade de suspensão por 12 meses da habilitação ou permissão de dirigir, aplicável também ao condutor de veículos que participar das infrações. A pena será aplicada independentemente se ato de infração e o processo de suspensão poderá começar em até 12 meses contados a partir da divulgação das imagens. Mesmo que retire o conteúdo, o conteúdo, o infrator poderá ser punido com a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No caso de reincidência na divulgação das infrações dentro de dois anos, haverá a cassação da CNH. Nos casos em que não houver habilitação, o condutor será proibido de obtê-la pelo prazo da suspensão ou da cassação, conforme a penalidade aplicável ao caso. *Com informações da Agência Câmara Fonte: Agência Brasil / Edição: Denise Griesinger – Foto: Marcello Casal Jr
ANP: produção de gás natural cresce 5% em 2021 e bate recorde

O Brasil produziu um volume recorde de gás natural em 2021, com aumento de 5% sobre a produção de 2020, informou hoje (3), no Rio de Janeiro, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Já a produção de petróleo teve queda de 1,18% em relação a 2020. O total de gás natural produzido nos poços do país por dia no ano passado chegou a uma média de 134 milhões de metros cúbicos. Em 2020, a produtividade média foi de 127 milhões de metros cúbicos por dia (MMm³/d). No caso do petróleo, a produção caiu de 2,940 milhões de barris por dia em 2020, indo para 2,905 milhões de barris por dia em 2021. Os dados fazem parte do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da ANP de dezembro de 2021, divulgado nesta quinta-feira. Quando considerado somente o último mês do ano passado, a produção de petróleo teve queda de 0,5% ante novembro, enquanto a de gás natural recuou 3,2%. Já na comparação de dezembro de 2021 com dezembro de 2020, ambas cresceram 4,1%. O boletim da agência reguladora informou, ainda, que os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 93% da produção nacional de óleo e gás em dezembro. Pré-sal Outro dado destacado é que os 133 poços em atividade no pré-sal foram responsáveis por 73,8% de todo o óleo e gás produzidos no Brasil. Nesses poços, o crescimento da produção no mês de dezembro, em relação a 2020, chegou a 11,5%, enquanto ante novembro de 2021, houve queda de 0,2%. O aproveitamento do gás natural extraído dos poços em dezembro foi de 97,5%, segundo a ANP. Foram disponibilizados ao mercado 54,4 MMm³/dia, enquanto a queima de gás foi de 3,3 MMm³/d. O montante queimado foi 12,12% menor se comparado ao mês anterior e 9,2% maior frente ao mesmo mês em 2020. A ANP destacou que o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural do país, enquanto a plataforma Petrobras 70, no campo de Búzios, foi a instalação com a maior produção de petróleo, e o navio plataforma FPSO Cidade de Itaguaí, no campo de Tupi, foi a com maior produção de gás natural. Os campos marítimos produziram em dezembro 97% do petróleo e 84,4% do gás natural do país. Fonte: Agência Brasil
Movimentação de cargas nos portos cresce 4,8% em 2021 e chega a 1,2 bi de toneladas, diz Antaq

Montante abrange portos públicos e privados. Resultado ficou em linha com o previsto pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários, de 1,218 bilhão de toneladas. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) informou nesta quarta-feira (2) que o setor portuário brasileiro movimentou 1,21 bilhão de toneladas em 2021. O valor representa crescimento de 4,8% em relação ao ano de 2020 e abrange os portos públicos e terminais privados. O número divulgado nesta quarta-feira ficou em linha com o projetado pela agência, que esperava a movimentação de 1,218 bilhões de toneladas. “É uma alegria muito grande perceber o que está acontecendo no nosso setor [portuário], que deixou de ser um gargalo e vem respondendo as demandas do setor produtivo. Cresceu em 2020, ao longo da pandemia, e cresceu também em 2021, apesar das dificuldades”, destacou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. No ano passado, o mundo enfrentou falta de insumos em várias cadeias produtivas, gerando gargalos de produção “Os portos não são mais gargalos, eles estão tendo capacidade de recepcionar e distribuir a carga e operam com cada vez mais eficiência”, afirmou o ministro. “Com os investimentos que estão vindo, vamos ter cada vez mais um setor portuário mais eficiente”, completou. Para 2022, a Antaq prevê movimentação de 1,239 bilhão de toneladas, o que, se confirmado, representará crescimento de 2,4% em relação a 2021. BR do Mar Durante a apresentação dos dados, o diretor-geral da Antaq, Eduardo Nery, destacou a aprovação do BR do Mar, projeto de incentivo à cabotagem (transporte entre portos do mesmo país). “Os números[…] são positivos e mostram o sucesso dos programas de arrendamento e agora da BR do Mar, da nossa cabotagem, que pode ser ainda mais alavancada”, disse Nery. O projeto foi aprovado no ano passado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no começo deste ano. Tipo de cargas Em relação às principais cargas movimentadas em 2021, o minério de ferro continua representando a quantidade. Ao todo, foram 370,4 milhões de toneladas (alta de 4% em comparação com 2020). Depois do minério de ferro, aparecem: petróleo; contêineres; soja; derivados de petróleo; fertilizantes; carvão mineral. Houve queda na movimentação de: milho (-35,6%); açúcar (-8,1%); bauxita (-3,3%). Tipos de navegação Em relação aos tipos de navegação, a de longo curso (entre portos de diferentes países) transportou 853,4 milhões de toneladas em 2021. O número representou crescimento de 5,4% em relação a 2020. Os dados da Antaq mostram que 51% do que o Brasil exporta por esse tipo de navegação vão para China. Nas importações, os principais parceiros comerciais são os Estados Unidos (24%), China (11%), Rússia (7%) e Argentina (6%). Já navegação de cabotagem (entre portos do mesmo país) transportou 288,3 milhões de toneladas em 2021. Isso representou um crescimento de 5,6% em comparação com 2020. As principais cargas transportadas por cabotagem foram: petróleo (49%), derivados de petróleo (16%) e contêineres (13%). A movimentação de derivados de petróleo e de contêineres registraram alta de mais de 15% no período. Por fim, a navegação de interior (por meio de rios) registrou um transporte de 65,2 milhões de toneladas, o que significou uma redução de 6,1%. As principais cargas transportadas pelos rios brasileiros foram soja e milho, que registraram queda de 0,5% e 38,7%, respectivamente. A Região Norte foi responsável por 74% da movimentação de cargas, seguida pela Região Sul (19%), Centro-Oeste (6%) e Sudeste (1%). Portos Em relação aos portos públicos, Santos (SP) se manteve na liderança. O porto movimentou 113,3 milhões de toneladas no ano passado, queda de 0,9% em comparação com 2020. O Porto de Itaguaí (RJ) apareceu na segunda posição, com 51,7 milhões de toneladas, um incremento de 11,9%. No terceiro lugar, está o porto de Paranaguá (PR), que movimentou 51,6 milhões de toneladas, com um decréscimo de 0,9% em 2021 se comparado com 2020. Em relação aos terminais privados, o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA) foi a instalação que mais movimentou em 2021, com 182,4 milhões de toneladas, porém com uma queda de 4,7% em relação a 2020. O Terminal de Tubarão (ES) ficou em segundo lugar, com 64,139 milhões de toneladas (+14,2%). Em terceiro, apareceu o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis (RJ). A instalação movimentou 64,085 milhões de toneladas em 2021, com incremento de 6,4% em comparação com o ano anterior. Fonte: G1/ Foto: Divulgação/SPA – Imagem aérea do Porto de Santos (SP)
Pesquisa NTC&Logística sobre o mercado no ano de 2021

A NTC&Logística está realizando uma pesquisa com as empresas de transporte de cargas para verificar a situação econômica do TRC no ano de 2021. São algumas questões, todas de múltipla escolha, que podem ser respondidas em poucos minutos. As informações ajudarão o Departamento de Custos Operacionais (DECOPE) da entidade, a entender o cenário do segmento transportador no último semestre de 2021. Sua participação é muito importante! Clique aqui e participe da Pesquisa Mercado no ano de 2021 Fonte: NTC&Logística
Governo federal lança linha de crédito para aumentar renda de caminhoneiros
Recursos do programa Giro Caixa Transportes permitirão antecipar recebíveis com taxa de 1,99% para livrar caminhoneiros do desconto médio de 20% que era feito por carta-frete A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (4/2) a linha de crédito Giro Caixa Transportes, que vai permitir a antecipação do pagamento do frete aos caminhoneiros, beneficiando toda a cadeia de transporte rodoviário de carga. O novo modelo de financiamento já está disponível para todos os caminhoneiros clientes da Caixa, com taxa de juros a partir de 1,99% ao mês. O ministro da Economia, Paulo Guedes, ressaltou a importância da Caixa para viabilizar programas como esse e lembrou a atuação do banco na distribuição de recursos do auxílio-emergencial para combater os impactos econômicos da pandemia da Covid-19, no início da crise. O dinheiro servirá como capital de giro para os profissionais, reduzindo os custos da antecipação do frete. Os recursos estarão disponíveis diretamente na conta dos transportadores de carga com até 120 dias de antecedência. A nova linha foi apresentada durante o evento “Democratizando o Acesso ao Crédito”, realizado pela Caixa no Teatro da Caixa Cultural, em Brasília, com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro; do ministro da Economia, Paulo Guedes; do chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida; e do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas; além do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, entre outros convidados. Time dos sonhos Na ocasião, Guedes também ressaltou outras ações do Ministério da Economia, como o programa de digitalização e a inclusão de 100 milhões de brasileiros, a criação do Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), o novo Programa de Garantias, e a Cédula de Produto Rural Verde (CPR Verde). “O time dos sonhos é o nosso. Os outros foram bons; o nosso é muito melhor”, comentou, depois que Adolfo Sachsida se referiu a um estudo da equipe econômica do governo de Michel Temer, que foi apelidada de “dream team” pelo mercado. Sachsida, que é filho de caminhoneiro, afirmou: “Para um caminhoneiro que recebia um frete de R$ 1 mil, ficavam no bolso dele só R$ 800. Os outros 20% eram antecipação. Agora, vai ficar com R$ 998. Isso é um grande ganho de renda para todo caminhoneiro”. Ele comentou que este programa “é melhor que qualquer desconto de diesel” e vai ajudar a “melhorar a eficiência econômica e gerar bem-estar a todos”. Segundo Sachsida, o evento serviu para mostrar que existem “medidas extremamente eficientes que não têm custo fiscal”. Ele destacou, além do Giro Caixa Transportes, o Saque-Aniversário do FGTS, que permitiu a volta ao sistema financeiro de pessoas com nome no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e as contas sociais digitais, que possibilitam o acesso a programas sociais pelo celular. “Isso mostra como nós podemos melhorar, e muito, a situação do brasileiro sem gastar dinheiro público”, frisou. Juros baixos e dimensão humana O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, estima que 1,5 milhão de pessoas podem ser beneficiadas pela linha Giro Caixa Transportes. Ele pontuou que o caminhoneiro – que antes precisava pegar dinheiro emprestado – agora vai antecipar esse recurso com a Caixa. “Com inadimplência próxima a zero e com taxa de juros muito menor”, frisou. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também elogiou a medida e destacou a necessidade de se dar atenção para a dimensão humana do processo de transportes. “É exatamente isso que está sendo anunciado no dia de hoje. Estamos tomando conta das pessoas”, disse. De acordo com o ministro, a nova linha funciona como um sistema de antecipação de recebíveis em que as empresas de transporte vão tomar o crédito, mas o beneficiário será o caminhoneiro, porque ele é quem recebe os valores, está na ponta da linha e é o elo mais fraco. “Isso significa liberdade, libertação. É libertar o caminhoneiro da carta-frete, das operações de crédito casadas, que tanto subtraem renda. Olha quanta renda vai ficar agora no bolso desse caminhoneiro”, declarou Tarcísio Freitas. Veja a íntegra do evento Democratizando o Acesso ao Crédito: https://youtu.be/pPSy_HCIRgY
ANTT altera as tarifas de pedágio da Concebra

Novas tarifas entram em vigor a partir do dia 3/02 Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, através da deliberação nº 48/2022, a aprovação da 5ª e 6ª Revisão Ordinária, a 9ª e 10ª Revisão Extraordinária e o Reajuste da Tarifa Básica de Pedágio – TBP do contrato de concessão da rodovia BR-060, BR-153, BR-262/DF/GO/MG, explorado pela Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil S/A. A deliberação mantém a Tarifa Básica de Pedágio quilométrica contratual em R$0,03050 e altera a TBP quilométrica acumulada de R$ 0,00035 para R$0,000127. O reajuste também corresponde à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, que indicou percentual positivo de 6,33%, dessa forma, a TBP, atualizada após arredondamento, será alterada, nas praças de pedágio P1, em Alexânia/GO, P2, em Goianápolis/GO, P3, em Piracanjuba/Professor Jamil/GO, P4, em Itumbiara/GO, P5, em Prata/MG, P6, em Fronteira/Frutal/MG, P7, em Florestal/Pará de Minas/MG, P8, em Luz/MG, P9, em campos Altos/MG, P10, em Perdizes/MG e P11, em Campo Florido/Conceição das Alagoas/Veríssimo/MG, na forma da tabela anexa: Revisões e reajustes A ANTT, por força de lei, realiza anualmente o reajuste e a revisão das tarifas de pedágio das rodovias federais concedidas. Essas alterações tarifárias são aplicadas no aniversário do início da cobrança de pedágio. As alterações de tarifa da Concessionária são calculadas a partir da combinação de três itens previstos em contrato: Reajuste: tem por intuito a correção monetária dos valores da tarifa e leva em consideração a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Acontece uma vez ao ano, sempre no aniversário do início da cobrança de pedágio. Revisão: visa recompor o equilíbrio econômico-financeiro celebrado no contrato de concessão. Fonte: gov.br
Brasil acelera processo de adesão à OCDE e vai zerar o IOF cambial até 2029

Em um passo decisivo para acelerar o ingresso do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o governo decidiu zerar a incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em operações com moeda estrangeira até 2029. A redução será gradual e deve começar ainda em 2022, prevista inicialmente para operações de ingresso e saída de recursos estrangeiros de curto prazo, ou seja, de até 180 dias. A redução do IOF é uma das obrigações a serem cumpridas pelo Brasil para adesão aos Códigos de Liberalização de Movimentação de Capitais e de Operações Invisíveis – instrumentos obrigatórios do processo de acessão à OCDE, em alinhamento às práticas cumpridas pelos países que integram a Organização. As mudanças serão estabelecidas por meio de decreto presidencial. A mudança visa melhorar o cenário para as transações internacionais, pagamentos de serviços e de comércio exterior e transações de investimentos, sejam de curto ou longo prazos, ao eliminar o obstáculo tributário que hoje incide sobre operações com moeda estrangeira. Não haverá, portanto, discriminação entre os agentes econômicos que desejarem operar no país. A medida – juntamente com a sanção da Lei Cambial – levará o Brasil a ser o único país não-membro da OCDE a aderir aos códigos e promover uma melhoria no ambiente de negócios. Acesse a apresentação completa. Fonte: ABTI