Primeira edição do Conet&Intersindical de 2022 foi realizada com sucesso

“A participação de todos vocês que estão aqui presentes foram essenciais para a aprovação de medidas importantes para o transporte de cargas, como a aprovação do Documento Eletrônico do Transporte (DT-e), a extensão da desoneração da folha de pagamento até 2023, a regulamentação do veículo de 4 eixos e a mistura de 10% do biodiesel, pauta que lutaremos neste ano para tentar chegar a 7%”, ressaltou. Ainda sobre a desoneração da folha de pagamento, Pelucio ressaltou o trabalho do vice-presidente de segurança da entidade, Roberto Mira, por todo o empenho e dedicação ao tema, junto ao Governo Federal. Na oportunidade, o presidente também agradeceu às entidades apoiadoras do evento, os patrocinadores, parceiros e colaboradores por todo o empenho e disposição para fazer com que o evento acontecesse. O presidente aproveitou a ocasião para destacar o trabalho da NTC&Logística, representada pela sua Comissão de Jovens Empresários e Executivos (COMJOVEM), no apoio e na prestação de solidariedade às vítimas das chuvas na cidade de Petrópolis (RJ) e solicitou um minuto de silêncio aos convidados para homenagear os mortos pela tragédia. “A participação de todos vocês que estão aqui presentes foram essenciais para a aprovação de medidas importantes para o transporte de cargas, como a aprovação do Documento Eletrônico do Transporte (DT-e), a extensão da desoneração da folha de pagamento até 2023, a regulamentação do veículo de 4 eixos e a mistura de 10% do biodiesel, pauta que lutaremos neste ano para tentar chegar a 7%”, ressaltou. Ainda sobre a desoneração da folha de pagamento, Pelucio ressaltou o trabalho do vice-presidente de segurança da entidade, Roberto Mira, por todo o empenho e dedicação ao tema, junto ao Governo Federal. Na oportunidade, o presidente também agradeceu às entidades apoiadoras do evento, os patrocinadores, parceiros e colaboradores por todo o empenho e disposição para fazer com que o evento acontecesse. O presidente aproveitou a ocasião para destacar o trabalho da NTC&Logística, representada pela sua Comissão de Jovens Empresários e Executivos (COMJOVEM), no apoio e na prestação de solidariedade às vítimas das chuvas na cidade de Petrópolis (RJ) e solicitou um minuto de silêncio aos convidados para homenagear os mortos pela tragédia. Eduardo Rebuzzi, vice-presidente da NTC&Logística parabenizou seu companheiro de trabalho, presidente Francisco Pelucio e toda a equipe da entidade pelo evento e ressaltou o trabalho que vem sendo desenvolvido em prol do transporte de cargas brasileiro. Ele também agradeceu o apoio das entidades e do Governo Federal na contribuição com as principais pautas do setor. Presente em transmissão online, o presidente da Confederação Nacional do Transportes (CNT), o Sr. Vander Costa, lembrou do atual momento no cenário político e econômico internacional e das eleições deste ano. “Para o avanço do setor de transportes, é fundamental que votemos de maneira correta, pois só assim as excelentes atuações do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Michel Temer poderão ser mantidas e nós possamos avançar em outras pautas essenciais para o segmento”, afirmou Vander. Ele aproveitou o momento para destacar o trabalho desenvolvido pela NTC, bem como do presidente Francisco Pelucio nas causas do transporte rodoviário de cargas e se colocou à disposição para contribuir no que for preciso com as entidades e empresas do setor. Também fez parte da mesa o presidente da FETCESP, entidade anfitriã do evento, o Sr. Carlos Panzan, que agradeceu o convite do presidente Pelucio e lembrou das outras edições do CONET&Intersindical. De acordo com o presidente Panzan, “Mesmo com as condições incertas de saúde, não podemos deixar de fazer o CONET&Intersindical. A abrangência de regiões cobertas pelo Conselho mostram a necessidade dele, pois é o espaço onde podemos organizar o planejamento do setor durante o ano todo,  assim como as suas necessidades, conquistas e solicitações frente ao Governo Federal”. Além dos representantes de entidades e empresários do setor e dos associados da NTC&Logística, o CONET contou com a presença ilustre de lideranças na segurança pública e da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT). Sob o protagonismo do seu diretor geral, Rafael Vitale Rodrigues, a ANTT busca a valorização de diferentes modais, contudo, destacou o papel de relevância que o transporte rodoviário possui no mercado. “Na ANTT, o TRC tem um lugar especial e a nossa missão é garanti-lo infraestrutura e um serviço de qualidade. O meu trabalho é fazer isso e estar próximo de vocês na busca por soluções. A Agência não é uma instituição fechada, estamos sempre junto de vocês, afinal, não queremos e não podemos ser um peso e um obstáculo para vocês. É preciso regulamentar, mas sempre em busca de um serviço de qualidade e uma relação harmoniosa com vocês”, declarou Rafael Vitale. O superintendente da PRF, Antônio Fernando de Miranda, esteve na abertura e agradeceu o apoio da Associação à sua posse. “Estou há apenas 8 meses no cargo de superintendente, mas tenho 28 anos de estrada. Agradeço pela oportunidade de participar deste acontecimento e pela ajuda da NTC&Logística no fornecimento de informações para estarmos sempre melhorando o nosso trabalho. Estendo o companheirismo da PRF também à  ANTT, à Polícia Militar e à Civil, e estamos à disposição para o que vocês precisarem”, complementou Antônio. Início das palestras e a divulgação da pesquisa de mercado   A primeira palestra ficou sob a responsabilidade do também diretor da ANTT, Guilherme Theo Sampaio. Ele demonstrou a dimensão do modal rodoviário para o PIB nacional e fez uma retrospectiva das principais ações da ANTT em 2021 e as ações vistas pela Agência como prioridade para este ano. “ O TRC representa 1,4% do PIB, possui mais de 2,5 milhões de veículos espalhados pelo país, gera R$104 bilhões (só com entregas e geração de frete) e mais 1 milhão de empregos”, ilustrou o diretor em sua fala. Ele aproveitou o momento para falar do apreço especial que tem pelo setor e parabenizou o trabalho desenvolvido pela entidade ao longo dos anos e principalmente na gestão do presidente, Francisco Pelucio, o qual acompanha desde o início. O evento deu sequência à sua programação de palestras com as palavras na mesa composta pelos

SEST SENAT e Sistema Fetransul se reúnem com a presidente do CETER/RS

Gilberto Storgatto, Supervisor Regional do SEST SENAT no RS e Gilberto Rodrigues representando o Sistema Fetransul, participaram de reunião no dia de hoje,  com a Presidente do CETER/RS – Conselho Estadual de Trabalho ,Emprego e Renda do Rio Grande do Sul . A pauta desta reunião foi propor ao CETER, a estruturação de um programa de qualificação profissional   para jovens e adultos desempregados no Estado do Rio Grande do Sul, com foco nas ocupações do Setor de Transporte. A presidente do CETER/RS afirmou que a qualificação destas pessoas, que estão no mercado em busca de colocação é de extrema importância, pois precisam estarem aptos a ocuparem as vagas existentes, num contexto em que o mercado está cada vez mais exigente no que se refere a formação e qualificação profissional. Ao final da reunião Storgatto entregou ofício assinado pela Diretora Executiva Nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart e pelo Presidente do Sistema Fetransul, Afrânio Kieling em que formalizam a proposta de parceria. O assunto entrou no radar da entidade e será tema a ser debatido em reunião do Conselho.

Governo pretende reduzir em 25% a alíquota do IPI, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (22) que o governo pretende reduzir em 25% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em meio a disputas com a ala política do governo, que defende medidas de aumento de gastos, Guedes afirmou que a proposta de redução do tributo conta com o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), do ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, e do presidente da República, Jair Bolsonaro. “Com redução do IPI, vamos reindustrializar o Brasil. A indústria brasileira está sofrendo nas ultimas décadas com impostos altos, juros altos e encargos tributários”, completou Guedes, em conferência organizada pelo BTG Pactual. No início do mês, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) antecipou que o governo estudava uma redução entre 15% e 30% do IPI. A redução de 30% impactaria em R$ 24 bilhões a arrecadação de tributos, o que também diminuiria o repasse do imposto aos Estados (metade da arrecadação do IPI vai para o caixa dos governadores). A ideia em discussão é reduzir a alíquota incidente sobre todos os produtos, para não beneficiar setores. Guedes disse ainda que, apesar do ano eleitoral, a equipe continuará trabalhando “até o último dia”, e lembrou que os presidentes da Câmara e do Senado também sinalizaram nesse sentido. “Faremos a reforma tributária no devido tempo, vamos trabalhar até o último dia. Vamos trabalhar o tempo inteiro, enfrentar as eleições trabalhando”, completou. Salários do funcionalismo público. O ministro da Economia questionou ainda intenções no sentido de reposição de salários do funcionalismo público este ano. Ressaltou que, em ano eleitoral, o “movimento de recuperação de finanças” não deve ser anulado. “Perdas salariais foram sofridas no mundo inteiro. Vamos, com ideia de buscar reposições, mergulhar em passado tenebroso de recessão ou vamos assumir o orçamento público e dizer que não tem isso agora?”, questionou o ministro. Críticas a analistas econômicos Durante o evento, Guedes voltou a repetir que os analistas econômicos “vão errar de novo” este ano. “Analistas se equivocaram porque se contaminaram pela barulheira política”, disse o ministro. Para ele, o Brasil “é a maior fronteira de investimentos aberta em todas as direções” com R$ 829 bilhões contratados para investimentos nos próximos anos. Fonte: JC

Comunicado CONET de fevereiro de 2022

Estudos do DECOPE indicam que a inflação no TRC continua alta O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística responsável por estudos técnicos, voltados à apuração de custos de transporte rodoviário de cargas e logística, estatísticas do setor, estudos macroeconômicos e formação de índices de custos referenciais que medem a inflação do TRC. Seguindo a sistemática de apuração dos índices que indicam o impacto da variação dos preços dos insumos do serviço de transporte rodoviário de carga, o DECOPE registrou no ano de 2021 os maiores índices de inflação média para o segmento de carga lotação (INCTL) desde a criação deste índice pela NTC em 2003. Já para o segmento de transporte de cargas fracionadas (INCTF) o valor também é histórico, o maior dos últimos 25 anos (superado apenas pelos números iniciais de 1995). O acumulado de 12 meses do INCTL alcançou 27,65% em janeiro de 2022, sustentado pelos quase 50% de aumento do diesel (47,97%). Nos 12 meses o INCTF teve um acumulado de 18,58%.  Contribui de forma significativa os aumentos, nos últimos 12 meses, dos principais insumos utilizados pelo setor, além do combustível: aditivo Arla32 51,35%, veículos 34,12%, rodagem 24,83%, aluguéis 17,8%, e demais componentes. É importante observar que este percentual se refere apenas a inflação dos últimos 12 meses, não reflete a defasagem do frete que não só persiste como aumentou nos últimos 2 anos por conta da Pandemia. Ainda preocupa a falta do recebimento dos demais componentes tarifários, tais como frete-valor que está relacionado aos custos dos riscos legais da atividade e o GRIS que remunera os custos inerentes às medidas de combate ao roubo de carga e os custos decorrentes dele.  Cabe lembrar que muitas vezes os custos adicionais, decorrentes de serviços eventuais tais com: devolução, reentrega, permanência de carga entre outros, são superiores ao próprio frete peso. Uma situação que precisa ser tratada adequadamente pelo mercado rapidamente. Concluindo, vivemos um momento conturbado na economia e de grande instabilidade política no Brasil e no mundo decorrente da pandemia da Covid-19, da ameaça de guerra entre Rússia e Ucrânia, e das incertezas da campanha eleitoral neste ano de eleições gerais em nosso País, disso resultando alta dos juros, aumento do dólar em relação ao real, e mais inflação. Tudo isso agravando o setor de produção, ao ponto de se verificar que, mesmo os insumos estando com valores altos, boa parte deles não são encontrados no mercado, o que causa entraves à produção de importantes produtos em vários países, inclusive no Brasil. Além disso, persiste a condição onde muitos transportadores não conseguiram reajustar seus fretes adequadamente comprometendo bastante o caixa das empresas, razão pela qual, o alerta tem caráter vital para a preservação da saúde financeira e da capacidade de investimento das empresas do setor, sendo aconselhável e prudente que o transportador e seus contratantes negociem o repasse da inflação do período e das defasagens anteriores, a fim de manter o equilíbrio de seus contratos, a manutenção da qualidade e a garantia dos serviços de transporte de forma sustentável. São Paulo, 22 de fevereiro de 2022 Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística

PEC da Infraestrutura pode reverter quedas de investimentos públicos em transporte

Proposta pode recuperar parte das perdas orçamentárias dos últimos anos, que afetaram diretamente os investimentos em infraestrutura Aprovada pelo Senado Federal, na última semana, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 1/2021 – que determina que pelo menos 70% dos recursos obtidos com outorgas onerosas de obras e serviços de transportes sejam reinvestidos no próprio setor – tem potencial de reverter a trajetória de queda de investimentos públicos em transporte no Brasil. De acordo com o texto, os recursos deverão ser empenhados (reservados para pagamento) em até cinco anos após o efetivo recebimento dos valores das outorgas pagas pelas empresas. O autor da proposta é o senador Wellington Fagundes (PL-MT) e o relator, o senador Jayme Campos (DEM-MT). Campos calcula que a PEC direcionará ao setor de infraestrutura de transportes pelo menos cerca de R$ 7 bilhões por ano. “Esse montante é ligeiramente inferior aos R$ 8 bilhões que o governo federal investiu em infraestrutura de transportes em 2021, volume que, cabe destacar, é muito baixo e insuficiente para as necessidades do país”, disse o relator quando da aprovação da matéria no Senado. Ele explica que a proposta oferece uma espécie de piso garantido que assegure um mínimo de continuidade aos programas de investimento de transportes, de forma a evitar que as regras do teto de gastos, no futuro, comprimam seu orçamento para além do aceitável. A PEC integra a Agenda Institucional da CNT e é resultado de um amplo diálogo promovido pela FRENLOGI (Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura), com o objetivo de sanar a insuficiência de investimentos públicos em infraestrutura. “É fundamental termos recursos destinados para garantir uma infraestrutura adequada para que a economia do país possa ser retomada e os nossos produtos sejam competitivos. Sem esses recursos, poderia haver consequências danosas aos diversos modais do transporte e ao desenvolvimento do país”, afirma Vander Costa, presidente da CNT. Escassez de recursos A exemplo de anos anteriores, o baixo investimento do governo federal em infraestrutura para o transporte sofreu uma nova queda e passou de R$ 8,69 bilhões, em 2021, para R$ 8,58 bilhões, em 2022. A quantia representa apenas 20% dos R$ 42,90 bilhões autorizados pela União em 2012, ano com a maior cifra em duas décadas.  Na avaliação do investimento autorizado em transporte como porcentagem do PIB (Produto Interno Bruto) entre 2001 e 2020, percebe-se um patamar baixo ao longo dos anos. Mesmo considerando o pico da série (0,52%), em 2012, esse percentual é significativamente inferior ao realizado, por exemplo, em meados da década de 1970 – época na qual o recurso federal para o transporte era próximo a 2% do PIB. Além disso, de 2015 a 2020, essa proporção tem se mantido menor do que a média da série (0,30%), tendo chegado a 0,13% em 2020 (último ano de cálculo fechado do PIB). A chamada PEC da Infraestrutura – que, agora, tramita na Câmara dos Deputados – trata somente das chamadas “outorgas onerosas” de serviços e de infraestrutura de responsabilidade da União. Outorgas onerosas são concessões emitidas pelo Poder Público para a exploração de serviço ou infraestrutura mediante o pagamento, pelas empresas, de contrapartidas financeiras. Rigidez orçamentária Para Raul Velloso, consultor econômico e ex-secretário de Assuntos Econômicos do Ministério do Planejamento, o país precisa voltar a investir pesadamente em infraestrutura, caso contrário o PIB não decola.  “Em um gráfico dos anos 80 para cá, se veem as curvas da razão Investimento-PIB e da taxa de crescimento deste perfeitamente coladas, mas ambas indo para baixo. Investimento privado ou público? Nos últimos 25 anos, o privado oscilou ao redor da média de 1,1% do PIB, enquanto o público caiu não menos que sete vezes, mesmo quando medido em porcentagem do PIB”, afirma. Velloso considera a PEC bem-vinda na medida em que ela, quando “amarra” um novo pedaço das receitas federais ao investimento em infraestrutura, pode dar início a um processo de reposição das perdas orçamentárias por meio dessa nova vinculação.  Ele critica o excesso de rigidez orçamentária no Brasil, e explica que isso impede que haja espaço para investir em infraestrutura e aumentar a produtividade da economia brasileira. “Essa rigidez se manifesta pelo excesso de vinculação de receitas, que poderiam ser para uso em infraestrutura. Por exemplo, vincula-se certo imposto a gasto com educação. Esse dinheiro não pode ser usado em infraestrutura. Você retira a possibilidade de a infraestrutura ser objeto de expansão por conta do dinheiro que está vinculado.” Velloso completa destacando o fim dos impostos únicos, com a advento da Constituição de 1988. “Todos eles eram todos vinculados a investimentos em infraestrutura e foram extintos.” Mesmo com a eventual aprovação da PEC da Infraestrutura, Velloso alerta que o Brasil precisa equacionar o seu déficit previdenciário para voltar a investir em transporte. “ O novo dono do orçamento é o gasto previdenciário com os regimes de servidores públicos. Ele começou a disparar desde 2006. De lá para cá, os gastos com Previdência passaram de R$ 25 bilhões para 100 bilhões por ano”. Na avaliação do especialista, essa recuperação com receita de outorga, que pode vir a partir da PEC, ajudará, sim, mas não sabe quanto haverá de reposição da perda da Previdência. Acompanhe o histórico de investimento público federal em infraestrutura de transporte Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Última semana para aproveitar os descontos de fevereiro no IPVA

Encerra-se na sexta-feira (25/2) o pagamento com desconto máximo, de 24,8%, do IPVA 2022 (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores). A quitação antecipada pode gerar economia no bolso dos proprietários de veículos, já que é oferecido redução de 6% no pagamento realizado neste mês, além dos descontos de Bom Motorista, de até 15% para três anos sem infrações de trânsito, e Bom Cidadão, de até 5% para quem tiver 150 ou mais notas fiscais com CPF. Quem optou pelo parcelamento do IPVA em seis vezes, e realizou o pagamento da primeira parcela no mês de janeiro, também deve fazer o pagamento da segunda cota até 25 de fevereiro. Isso vai garantir um desconto de 6% na segunda parcela pela antecipação do pagamento. A terceira parcela, com desconto de 3%, deverá ser quitada até 31 de março. Onde pagar O tributo pode ser quitado em qualquer agência, pontos de atendimento ou via home banking (internet) do Banrisul ou Sicredi. No caso do Bradesco e do Banco do Brasil, os pagamentos podem ser realizados de ambas as formas, porém, somente para clientes. Também é possível que correntistas desses bancos paguem usando aplicativos de smartphones. A Receita Estadual adotou também o Pix como forma de pagamento. Para isso, é preciso consultar no site ou no aplicativo do IPVA RS, quando será gerado um QR code, sendo possível efetuar o pagamento em mais de 760 instituições. A taxa de licenciamento e multas podem ser pagas separadamente do IPVA, sendo que o proprietário deve estar atento às datas de vencimento de cada uma das obrigações. Para quitar o IPVA, o proprietário precisa apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) ou a placa e o Renavam do veículo. Os dados relativos ao veículo como o valor do IPVA, multa e pendências podem ser acessados no site www.ipva.rs.gov.br ou por meio do aplicativo do tributo (IPVA RS) disponível para dispositivos móveis nas lojas App Store e Google Play. Desconto do Bom Motorista Os descontos para bons motoristas estão mantidos como nos anos anteriores e variam em três faixas conforme o período sem infrações cometidas no trânsito. Para os condutores que não tiveram registro de infrações nos sistemas de informações do Estado no período entre 1º de novembro de 2018 a 31 de outubro de 2021 (três anos), a redução será de 15%. Quem não teve multa depois de 1º de novembro de 2019 (dois anos) recebe desconto de 10% e, depois de 1º de novembro de 2020 (um ano), tem direito a um benefício de 5%. Desconto do Bom Cidadão Também em três faixas, a redução no valor do IPVA pelo Bom Cidadão resulta da participação do contribuinte (pessoa física) no programa da Nota Fiscal Gaúcha (NFG) e a solicitação de notas com CPF na hora da compra. O desconto máximo de 5% será para quem tiver 150 notas ou mais, de 3% para quem tiver entre 100 a 149 notas e de 1% para o contribuinte entre 51 a 99 documentos fiscais devidamente registrados. Ao todo, 16% da frota tributável terá direito ao benefício. SAIBA MAIS Quem paga IPVA• Todos os proprietários de veículos automotores fabricados a partir do ano 2003, exceto os isentos em lei. • Como pagarPara quitar o imposto, o proprietário deverá apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV). Juntamente com o IPVA, é possível pagar taxa de licenciamento e multas de trânsito, se houver. Onde pagar• Presencial, aplicativos ou pelo internet banking dos bancos credenciados: Banrisul, Sicredi, Bradesco e Banco do Brasil (os dois últimos somente para clientes). Opção de Pix disponível podendo efetuar o pagamento em mais de 760 instituições. Alíquotas do IPVA3% – automóveis e camionetas2% – motocicletas1% – caminhões, ônibus, micro-ônibus e automóveis e camionetas para locação Em circulaçãoFrota total do Estado em 2021: 7.262.038Pagante de IPVA: 53,9%Isenta de IPVA: 46,1% Texto: Ascom SefazEdição: Secom

ANTT autoriza a redução tarifária na BR-116/101/RJ/SP

O excedente tarifário contribuiu para a modicidade tarifária no novo contrato A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou hoje (22/2), em decisão tomada na 70ª Reunião Extraordinária de Diretoria, o início da cobrança de pedágio nas praças de pedágio existentes do trecho concedido da BR-116/101/RJ/SP, explorado pela Concessionária do Sistema Rodoviário Rio – São Paulo S.A. Nos termos do Contrato de Concessão, a recomposição tarifária e o reajuste percentual de 17,65% da Tarifa Básica de Pedágio e da Tarifa de Pedágio do Trecho Viúva Graça, foram correspondentes à variação do Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) no período entre agosto de 2019 e janeiro de 2022. Nos termos da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres e da Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias do Ministério da Infraestrutura, a Diretoria da ANTT ainda aprovou a redução da Tarifa Básica de Pedágio reajustada em 10% e, em consequência, a Tarifa Básica de Pedágio quilométrica para as praças existentes na BR-116/RJ/SP de R$ 0,11632, após atualização monetária, para R$ 0,10469 por um período máximo de 18 meses. Aprovaram, ainda, a utilização de recursos acumulados na conta vinculada decorrentes do excedente tarifário cobrado no âmbito da extensão de prazo do Contrato de Concessão Nº PG-137/95-00, sob gestão da NovaDutra, em favor da modicidade tarifária no novo Contrato de Concessão, sob gestão da RioSP. Dessa forma, ficam assim as Tarifa de Pedágio, reajustadas e descontadas, após arredondamentos, para a categoria 1 de veículos, de R$ 13,00 (treze reais) na praça de Moreira César/SP; R$ 11,10 (onze reais e dez centavos) na praça de Itatiaia/RJ; de R$ 3,40 (três reais e quarenta centavos), na praça de Arujá e cabines avançadas de Arujá (Rodoanel), Guararema Norte e Guararema Sul; e de R$ 6,20 (seis reais e vinte centavos), na praça de pedágio de Jacareí e cabines avançadas de Jacareí, e a Tarifa de Pedágio do Trecho Viúva Graça de R$ 12,90 (doze reais e noventa centavos). A cobrança de pedágio no Sistema Rodoviário Rio – São Paulo (RioSP) se inicia às zero horas do dia 1º de março de 2022. Fonte: ANTT

SEST SENAT lança edital para capacitação de motoristas e gestores do transporte de cargas

Serão ofertados dois cursos gratuitos: Formação de Condutores de Veículos Biarticulados, e o curso de Gestão de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas O SEST SENAT lançou, nesta segunda-feira (21), um novo edital para a Capacitação Especializada para a Segurança na Operação do Transporte de Cargas. Serão ofertados dois cursos gratuitos: Formação de Condutores de Veículos Biarticulados, voltado a motoristas do transporte rodoviário de cargas e o curso de Gestão de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas, que tem como público-alvo gestores de segurança de empresas do setor. O projeto é realizado em parceria com a Fabet. As aulas ocorrerão em Mairinque (SP). Serão ofertadas 32 vagas para a Formação de Condutores de Veículos Biarticulados e 35 vagas para o curso de Gestão de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas. As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas até 11 de março, no site do SEST SENAT: www.sestsenat.org.br/formacao-biarticulado-seguranca. Clique aqui para acessar o edital. O curso de Formação de Condutores de Veículos Biarticulados tem carga horária de 108 horas–aula em período integral, durante 10 dias consecutivos. Já o curso de Gestão de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas é formado por 76 horas-aula e acontece em três finais de semana, sendo um por mês. Para participar da Formação de Condutores de Veículos Biarticulados, o candidato deve: – Possuir vínculo empregatício de com empresa de transporte de cargas contribuinte do SEST SENAT; – Possuir experiência mínima comprovada de um ano em transporte de cargas secas ou líquidas em veículos articulados (carretas); – Ocupar a função de motorista, a ser comprovada por meio da Carteira de Trabalho e Previdência Social ou declaração da empresa, conforme a especificação do Anexo I do edital; – Possuir comprovação de ingresso no ensino fundamental; – Possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria E, há pelo menos 24 meses; – Não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima e não ser reincidente em infrações médias durante os últimos 12 (doze) meses, conforme disposto no Código de Trânsito Brasileiro;  Já para participar do curso de Gestão de Segurança no Transporte Rodoviário de Cargas, o candidato dever preencher os seguintes requisitos: – Possuir vínculo empregatício com empresa de transporte de cargas contribuinte do SEST SENAT; – Possuir ensino médio completo; – Exercer função de gerenciamento de segurança na empresa Fonte: Agência CNT Transporte Atual

Faturamento da indústria de alimentos fecha 2021 com alta de 17%

Resultado é 16,9% superior ao registrado em 2020, diz Abia A indústria brasileira de alimentos fechou o ano de 2021 com faturamento de R$ 922,6 bilhões, resultado 16,9% superior ao registrado em 2020. O montante representa 10,6% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o ano passado. Os dados, divulgados hoje (15), são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). De acordo com o levantamento, as vendas do setor em 2021 cresceram 3,2% e a produção, 1,3%. Considerando apenas as vendas para o mercado interno, que representam 73,5% do faturamento, o aumento foi de 1,8%. Já as exportações, que representam 26,5% do faturamento, aumentaram 18,6% e atingiram o patamar recorde de US$ 45,2 bilhões. “O avanço da vacinação e o retorno do setor de serviços contribuíram de forma decisiva para a expansão da produção, com geração positiva de emprego e renda no setor. A demanda por alimentos se manteve crescente no Brasil e no mundo, o que fez com que as empresas mantivessem a produção a todo vapor, e contratando mão de obra”, destacou o presidente executivo da Abia, João Dornellas. A indústria alimentícia brasileira aumentou também o número de trabalhadores contratados em 2021, 1,2% a mais do que em 2020, totalizando 1,72 milhão de pessoas, ou 21 mil novos postos de trabalho. Fonte: Agência Brasil / Foto: Agência Brasil

Acidentes em rodovias do Brasil têm 10 mortes a cada 100 vítimas

A história é antiga, mas continua sendo motivo de preocupação para todos os envolvidos. Ou seja, caminhoneiros, passageiros, motoristas de veículos particulares e de empresas que atuam no setor de transporte rodoviário de cargas e de passageiros. Bem como de autoridades e especialistas em saúde e segurança, entre outros. Estamos falando dos acidentes em rodovias federais brasileiras que somaram 63.447 ocorrências registradas em 2021. Ou seja, foram mil casos a mais que em 2020. Os números são da Polícia Rodoviária Federal e estão compilados no painel específico da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Além disso, o número de mortes também cresceu. A cada 100 acidentes com vítimas, houve, em média, 10 mortes no ano passado. Como resultado, em 2021 foram perdidas 5.391 vidas em acidentes em rodovias do País. Ou seja, são 100 a mais do que 2020. Deste total, 854 pessoas eram ocupantes de caminhões. Assim, representam 15,9% do total. Por sua vez, motoristas e passageiros de ônibus representaram 3,2%, com 170 mortes. Assim, o custo anual estimado dos acidentes nas rodovias foi de R$ 12,19 bilhões. Dessa maneira, a análise da CNT mostra que o valor é muito superior aos R$ 5,76 bilhões investidos em rodovias em 2021. Segundo o presidente da CNT, Vander Costa, os resultados lançam luz para a necessidade de dois tipos de ação. Ou seja, a melhoria da infraestrutura rodoviária e a educação de trânsito com foco na segurança viária. “Essas medidas podem, portanto, contribuir para reduzir o número de acidentes e a gravidade deles.” Tombamento está em terceiro no ranking De acordo com dados do painel, em 2021 o tipo mais frequente de acidente foi a colisão, com 60,2% dos casos. Aliás, 61,3% das mortes em acidentes nas rodovias estão relacionados a esse tipo de caso. Por sua vez, a saída da pista representou 15,6% do total e o tombamento e capotamento, 12%. Vale mencionar que o tombamento de caminhão é um dos tipos de acidentes que mais preocupam. Principalmente quando o veículo transporta cargas de alto risco. Por exemplo, combustíveis e produtos químicos ou tóxicos. Conforme especialistas, a principal causa do tombamento é o excesso de velocidade. Em geral, esse tipo de acidente acontece em curvas. Ou seja, quando todo o peso acaba sendo transferido para um dos lados do caminhão. Fatores de risco De qualquer maneira, o fator humano é a principal causa de acidentes. Inclusive, é um fator mais relevante do que as condições da via. Bem como do que defeitos mecânicos. Segundo estudos feitos pela Polícia Rodoviária Federal. Neste sentido, o diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Flavio Adura, disse ao Estradão que a velocidade excessiva é reconhecidamente a principal causa de acidentes com mortes envolvendo caminhoneiros ao volante. Adura também destaca como fatores de risco o uso de álcool e de drogas. “Há ainda quem recorra a isso para conseguir se manter acordado para dirigir por muitas horas”, diz o médico. Além disso, o uso de aplicativos de mensagem vem se destacando como um importante aspecto de distração. De acordo com Adura, essa prática enquanto dirige aumenta em 20 vezes o risco de acidentes.  De qualquer maneira, a falta de descanso adequado, comum sobretudo entre caminhoneiros autônomos, também aumenta muito o risco. “Temos a Lei do Descanso para ajudar nesse sentido, mas algumas mudanças no texto original são desfavoráveis”, diz Adura. Segundo ele, houve flexibilização no texto original. ´Por exemplo, isso está ligado à permissão para a realização de horas extras. Bem como contar o período para carga e descarga como descanso. Além disso, a lei permite que o motorista durma dentro do caminhão. “Ele não descansa direito e ainda coloca a segurança em risco”, afirma o diretor científico da Abramet. Fonte: Estradão