Ministério da Infraestrutura executa 99,97% do orçamento em 2021

Em ano desafiador, MInfra superou o percentual usado para investimento em 2020. Recurso garantiu a entrega de 98 empreendimentos públicos O Ministério da Infraestrutura conseguiu executar 99,97% do orçamento discricionário disponível para 2021. No ano passado, a dotação final usada para investimentos e custeio ficou em R$ 8.002.045.430, com despesa empenhada de R$ 8.000.039.790, ajudando o Governo Federal entregar 98 empreendimentos que vão melhorar a infraestrutura de transportes nas cinco regiões do país. São exemplos a entrega da Ponte do Abunã, na BR-364/RO, uma reivindicação histórica da população de Rondônia e do Acre; a pavimentação de 72 quilômetros da BR-235/PI; a conclusão da duplicação de 168 quilômetros da BR-163/364/MT, entre Cuiabá e Rondonópolis; a pavimentação de 21 quilômetros na BR-367/MG; e a chegada a 130 quilômetros renovados da BR-116/RS com a entrega de 11,4 quilômetros no meio do ano. Parte do orçamento discricionário também foi usado de forma emergencial para diminuir os efeitos das chuvas nas rodovias brasileiras no início de 2021, como na BR-319/AM, e no fim do ano, como observado na Bahia e em Minas Gerais. Somente para reparar as estradas destruídas, foram empregados R$ 475 milhões em créditos extraordinários. “A combinação desse percentual com o número de entregas em 2021 reforça o compromisso do Governo Federal em transformar a infraestrutura do país com base na eficiência, no bom uso do dinheiro público e na transparência”, disse o ministro da Infraestrutura substituto, Marcelo Sampaio. Monitoramento Mesmo em um cenário de restrição orçamentária, causado especialmente pelos efeitos econômicos da pandemia de covid-19, foi possível executar um percentual ainda maior do que o registrado no ano anterior, quando o MInfra empregou 99,8% do orçamento disponível para 2020. “Nós usamos da forma mais eficiente possível todos os recursos disponíveis”, afirmou o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração (SPOA) do MInfra, Nerylson Lima da Silva. Para melhor acompanhar a execução orçamentária, o MInfra criou em 2020 a Junta de Execução Orçamentária (JEO). A cada dois meses – ou quando houver necessidade – os dirigentes das unidades subordinadas ao ministério apresentam seus resultados. A partir desses encontros, é possível analisar o binômio relevância x capacidade de execução, permitindo que os recursos sejam concentrados em setores e obras prioritárias ajustadas à capacidade de execução de cada órgão. Fonte: SETCESP

Inscrições para o Conet&Intersindical de Brasília estão abertas

A NTC&Logística promoverá, entre os dias 21 e 23 de fevereiro, a primeira edição anual do Conselho Nacional de Estudos em Transportes, Custos, Tarifas e Mercado (CONET&Intersindical), no hotel Royal Tulip, em Brasília. O evento terá a participação dos principais executivos, empresários, representantes de entidades sindicais do transporte de cargas brasileiro e de políticos brasileiros para debater o setor e apresentar a pesquisa com o Índice Nacional dos Custos de Transporte (INCT). O CONET é realizado duas vezes ao ano e dividido em duas partes: o Conselho Nacional de Estudos, cujo objetivo é o de divulgar pesquisas nacionais sobre tarifas, frete, legislação e políticas públicas voltadas ao transporte rodoviário de cargas (TRC), e o Intersindical, espaço de debates com as lideranças do segmento para analisar temas considerados por eles como recorrentes e importantes. A proposta do evento é de ser itinerante. Sendo assim, nos seus mais de 50 anos de história, já passou por cidades como Belo Horizonte, Bento Gonçalves, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, São Luís, Vitória, Natal, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Rio Quente.  Segundo o presidente da entidade, Francisco Pelucio, “Estamos em um ano muito importante para o país, no que diz respeito à economia e política. Reunir os empresários e as autoridades em Brasília neste momento, será de grande relevância para o transporte de cargas e com certeza sairemos de lá com boas perspectivas para 2022.”, destacou. Faça já sua inscrição, clicando aqui  O CONET&Intersindical em Brasília é uma realização da NTC&Logística e terá como entidade anfitriã a FENATAC, patrocínio diamante da Pamcary e Road Card, patrocínio ouro da Mercedes-Benz, o apoio institucional da CNT/ SEST SENAT/ ITL e da FuMTram e apoio do SETCEG, SETCESG, SETRAN, SINDIBRAS e SINDICARGA-TO. —————————————————— Programação Preliminar do Evento  SEGUNDA-FEIRA 21/02 – PRÉ EVENTO (Sede NTC&Logística) 11h00 – Reunião do Comitê de Comunicação da NTC&Logística 14h00 – Reunião CTGS – Câmara Técnica de Transporte de Granéis Sólidos 16h00 – Reunião COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos da NTC&ogística TERÇA-FEIRA 22/02 – 1º DIA (Hotel) 12h30 – Credenciamento 14h00 – Abertura CONET – Boas-Vindas Sr. Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística Sr. Vander Costa – Presidente da CNT Sr. Paulo Lustosa – Presidente da FENATAC Jair Bolsonaro – Presidente da República do Brasil (a confirmar) 15h00 – Avanços das Políticas Públicas de Infraestrutura, Transporte e Logística Palestrante: Tarcísio de Freitas – Ministro da Infraestrutura (a confirmar) 16h00 – Índice de Variação do INCT Eng.° Lauro Valdívia – Assessor Técnico da NTC&Logística 17H00 – Projeto NTC/COMJOVEM André de Simone – Coordenador Nacional da COMJOVEM Luiz Gustavo Nery – Coordenador do Instituto COMJOVEM de Desenvolvimento Mercadológico da NTC&Logística 17h30 – Cenário Econômico Brasileiro Alex Agostini – Economista-chefe da Austin Rating 18h30 – Encerramento 20h00 – Jantar Privativo QUARTA-FEIRA 23/02 – 2º DIA (Hotel) 08h30 – Abertura Intersindical – Boas-Vindas Sr. Francisco Pelucio – Presidente da NTC&Logística 09h00 – Transporte, Logística e Regulamentação – O Que é Preciso para Avançar? Palestrantes: Jerônimo Goergen – Dep. Federal Vanderlei Macris – Dep. Federal 09h30 – Impactos das Reformas Estruturantes para o Transporte e para a Logística Brasileira Palestrante: Rodrigo Pacheco – Presidente do Congresso Nacional 10h30 – Privatização dos Correios Palestrante: Fábio Faria – Ministro das Comunicações 11h30 – Secretaria Executiva do MINFRA (a definir tema) Palestrante: Marcelo Sampaio Cunha Filho – Secretário Executivo do Ministério da Infraestrutura 12h30 – Almoço no Hotel 14h00 – Polícia Rodoviária Federal – (de?nir tema) Palestrante: Inspetor Silvinei Vasques – Diretor Geral da PRF 15h00 – Repensando o Financiamento Sindical – Principais Mudanças Palestrante: Marlos Augusto Melek – Juiz Federal Mediador: Narciso Figueiroa Jr – Assessor Jurídico da NTC&Logística 16h00 – Quebrar Paradigmas e Fazer a Diferença André Freire – Mágico 17h00 – Encerramento Faça já sua inscrição, clicando aqui Fonte: NTC&Logística

Start do HUB TECH Sistema Fetransul no Instituto Caldeira

O projeto HUB TECH do Sistema Fetransul, realizou no dia de ontem (12), a primeira reunião de 2022 no Instituto Caldeira em Porto Alegre. O grupo foi recebido pela equipe do Instituto que acompanhou em um tour pela estrutura do local. O Instituto Caldeira é uma associação sem fins lucrativos, que conecta empresas, universidades, startups e diferentes interessados na transformação digital dos seus negócios. Junto com a federação, os sindicatos também terão espaço para participar do HUB TECH no Instituto. O objetivo do projeto será a cooperação entre todos os sindicatos da base para que em conjunto as demandas sejam ouvidas e a partir disso haja a construção do planejamento e portfólio de inovação para o setor. A entidade irá contar com estações de trabalhos e com um time que estará à disposição para desenvolver soluções tecnológicas na área de logística e transporte.

Chip de rastreamento e exame de covid por scanner facial: como gaúchos vão à ExpoDubai

Só na área de transporte, grupo terá 40 integrantes, inclusive gaúchos Um grupo de cerca de 40 empresários brasileiros do setor de transportes se prepara para visitar a ExpoDubai entre os dias 14 e 22, no emirado árabe de mesmo nome, entre os quais o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Rio Grande do Sul (Fetransul), Afrânio Kieling. Segundo Kieling, a comitiva já recebeu orientações sobre como será o controle dos visitantes em relação à covid-19, que incluem um chip de rastreamento e scanner facial por ondas eletromagnéticas para detectar a doença.  — Vamos chegar, fazer teste, ir direto para o hotel e, lá, esperar um aviso, por meio do chip, de que estamos liberados para visitar a exposição. É bom, dá até para usar o chip para fazer ligações, mas serve para rastrear. Se a gente não vai embora, eles vão nos buscar — descreveu Kieling à coluna. O tal scanner por ondas eletromagnéticas (saiba mais clicando aqui) é uma nova tecnologia desenvolvida e aplicada no emirado vizinho, Abu Dhabi, há pouco mais de seis meses. Basicamente,   detecta infecções medindo ondas eletromagnéticas que sofrem alterações quando partículas de RNA do coronavírus estão no corpo das pessoas.   Os empresários de transporte querem ver oportunidades e tendências do setor, inovações, na atividade de delivery e cidades inteligentes, entre outros aspectos. Além de Dubai, devem visitar Abu Dhabi, Egito e China. Segundo Kieling, estava prevista a ida do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que anda às voltas com a crise no transporte coletivo urbano, mas ele acabou desistindo. Irá, no entanto, o presidente da Carris, Maurício Gomes da Cunha. Em novembro passado, o presidente Jair Bolsonaro, que resiste a qualquer tipo de controle sobre a pandemia — vacina, máscara, lockdown —, esteve em Dubai para uma agenda de vários dias. Não se sabe se passou pelo scanner, mas pôde ver como, mesmo em um governo que não se destaca por alto grau de democracia, prevalece o interesse coletivo de preservar a população do contágio. A ExpoDubai estava prevista para entre 20 de outubro de 2020 e 10 de abril de 2021, mas foi reagendada para 1 de outubro de 2021 a 31 de março de 2022.  Fonte: GZH – Marta Sfredo

Vendas de caminhões novos fecham 2021 em quase 130 mil unidades, 42% a mais que em 2020

Setor foi o que registrou a maior alta de emplacamentos As vendas de caminhões bateram números excelentes em 2021, na comparação com os números registrados em 2020. De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram negociados 11.986 caminhões novos em dezembro, encerrando o ano com um total de 127.357 unidades emplacadas. O número é 42,82% maior que o registrado no ano de 2020, quando foram emplacados 89.173 caminhões novos, devido à queda acentuada causada pela pandemia. As vendas registradas em dezembro, de 11.986 unidades, também são 13,51% superiores às registradas em novembro do ano passado, quando foram vendidos 10.559, e 24,36% maiores que as 9.638 unidades emplacadas em dezembro de 2020, quando o mercado já apresentava bons sinais de recuperação. Durante todo o ano, o setor de caminhões foi o que registrou a maior alta de emplacamentos. A tendência deve continuar nos próximos meses, de acordo com a Fenabrave. “O volume de transações estabilizou em um patamar alto. Além disso, há muitas unidades já comercializadas, no ano passado, que ainda devem ser entregues nos próximos meses”, disse José Maurício Andreta Júnior, Presidente da FENABRAVE, recém-eleito para o triênio 2022-2024. A Fenabrave também projeta que as vendas de caminhões neste ano devam crescer 7,3% até dezembro, o que se traduz em 136.600 caminhões novos. “Nossos estudos apontam para o crescimento de todos os segmentos automotivos neste ano. Mas, é claro que situações conjunturais podem afetar essas estimativas, considerando que a indústria ainda sofre com a falta de insumos e componentes eletrônicos, que estamos diante de uma economia ainda turbulenta e iniciando um ano em que teremos Eleições, que costumam criar um cenário de incertezas”, diz Andreta Jr. Marcas Entre as montadoras, a Volkswagen/MAN assumiu a liderança nas vendas de caminhões em 2021, superando a Mercedes-Benz, que liderava por vários anos. A VW/MAN registrou 37.460 caminhões vendidos durante todo o ano de 2021, enquanto a Mercedes-Benz registrou 37.158 caminhões vendidos. Com esses números, as duas marcas registram 29% de participação no mercado cada uma. Ou seja, a cada 3 caminhões vendidos, praticamente um é Volkswagen e outro é Mercedes-Benz, com todas as outras marcas disputando a unidade restante. Volvo foi a terceira colocada, com 17,13% das vendas e 21.820 unidades registradas, e a Scania vendeu 15.595 caminhões, ficando com 12.25%. Iveco foi a quinta colocada, com 8.623 unidades e 6,77% do mercado, DAF a sexta, com 5.600 unidades e 4,40% de market share.  Fonte: Portal NTC

Veja as tabelas estaduais de pagamento do IPVA 2022

Final da placa determina data de vencimento do tributo sobre veículos Com o início de um novo ano, começa também um novo ciclo de pagamento de impostos. Entre as cobranças, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) – tributo estadual cobrado pela posse de veículos automotores que circulam em estradas e rodovias.  Por ser de arrecadação estadual, cada unidade federativa (UF) define o próprio calendário de vecimento. O pagamento do IPVA é obrigatório e a alíquota apresenta variação conforme o modelo e a o ano de fabricação do veículo, e também o estado onde o veículo está registrado. Em alguns estados, o IPVA pode ser pago com desconto para quem opta pela parcela única. Para contribuintes que pretendem dividir o imposto, o parcelamento varia entre três e seis prestações.  Confira abaixo o calendário para o pagamento do imposto em cada um dos estados e o Distrito Federal:(Clique nos estados para ver o conteúdo) Região Norte Acre Amazonas Amapá Pará Rondônia Roraima Tocantins Região Nordeste Alagoas Bahia Ceará Maranhão Paraíba Pernambuco Piauí Rio Grande do Norte Sergipe Região Centro-Oeste Distrito Federal Goiás Mato Grosso Mato Grosso do Sul Região Sudeste Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Região Sul Paraná Rio Grande do Sul Santa Catarina Fonte: Agência Brasil / Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Lançado edital para concessão de cinco novas rodovias no RS

Concorrência internacional terá o recebimento das propostas em abril Na coluna de Jocimar Farina na GauchaZH, o jornalista afirma que um novo pacote de rodovias será repassado para a iniciativa privada.  Nesta segunda-feira (10), o governo do Estado publicou o aviso de concorrência internacional que envolve 271,5 quilômetros.  As propostas serão recebidas em 7 de abril. Já o leilão está previsto para ocorrer no dia 13 do mesmo mês na Bolsa de Valores de São Paulo. O vencedor será o que apresentar menor valor de pedágio. Ele também precisará depositar R$ 6,7 milhões para cada 1% de deságio do valor da tarifa que propor. O montante será destinado a uma conta, que irá garantir a execução dos investimentos previstos em contrato. Ao todo, serão R$ 3,4 bilhões de investimentos. Das obras previstas, estão 116,4 quilômetros de duplicações e 59,96 quilômetros de terceiras faixas, que deverão ser executados até o sétimo ano da concessão.  Na relação da nova concessão, aparecem quatro rodovias estaduais da Serra e uma do Vale do Caí. São elas: RS-122, entre os kms 0 e 168 ; a RS-240, entre os kms 0 e 33; RS-446, entre os kms 0 e 14; RS-453, entre os kms 101 e 121; e RS-287, entre os kms 0 e 21.  Um trecho de 13km da BR-470, também na Serra, foi incluída na proposta. Porém, o governo informa que ela estará presente se for “atendida a condição suspensiva prevista pelo contrato”. A rodovia é a única rodovia do plano de concessões administrada atualmente pelo governo federal. O repasse à União foi oficializado em 2015, justamente por reivindicação da região, já que a rodovia é um importante corredor logístico e o Estado tinha dificuldades de investimentos e manutenção. Mas o governo gaúcho está propondo retomar a responsabilidade entre Carlos Barbosa e o acesso ao Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, para poder repassar para a gestão privada.  Já se passaram seis meses desde que o governador Eduardo Leite anunciou o plano de concessão de 15 rodovias estaduais. A intenção é repassar o controle de 1.131 quilômetros para a iniciativa privada pelos próximos 30 anos. Os investimentos foram divididos em três blocos.  O segundo bloco teve o edital encaminhado em dezembro para avaliação dos conselheiros da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul (Agergs). Nele estão a RS-129, a RS-130, a RS-135, a RS-324 e a RS-453. O último, e mais polêmico dos três blocos, deverá ter o edital publicado em fevereiro. Ele envolve a RS-020, a RS-040, a RS-115, a RS-118, a RS-235, a RS-239 e a RS-474.  Fonte: GZH

Indústria de implementos rodoviários tem o melhor desempenho em sete anos

Na esteira do bom desempenho do setor de caminhões, que ampliaram suas vendas em 43,5% frente ao resultado de 2020, com 128,7 mil unidades e o melhor desempenho desde 2014, as fabricantes de implementos rodoviários encerraram o ano passado com 163 mil emplacamentos, alta de 33,4% com relação ao ano anterior. Trata-se do melhor resultado em sete anos: só não superou 2013, com 177 mil unidades comercializadas. Os dados superaram a expectativa do presidente da Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, José Carlos Sprícigo, que apostava em fechamento com 156 mil licenciamentos, incremento de 30% ante 2020. Para ele o volume comercializado confirmou que, a despeito da crise desencadeada pela pandemia, “a indústria de implementos soube aproveitar as oportunidades de mercado”. O aquecimento de setores como o agronegócio, a construção civil e o e-commerce conduziram essas oportunidades e, embora o segmento tivesse de lidar com falta de insumos, a exemplo de pneus, freios ABS, itens de iluminação e hidráulicos, semicondutores, e do aumento de custos com a disparada doos preços do aço e dos fretes marítimos, o que trouxe perda de produtividade, as empresas encontraram soluções e os empecilhos foram contornados, afirmou o presidente da Anfir. Tanto que, para este ano, apesar das projeções de PIB próximo de zero, dos juros em ascensão e inflação em patamar ainda elevado, além de ser ano eleitoral e de variantes da covid deixarem o cenário mais nebuloso, Sprícigo espera expansão de 10% nos emplacamentos de implementos. Em 2021 o destaque ficou por conta do segmento de reboques e semirreboques, com 90,3 mil unidades comercializadas de janeiro a dezembro, aumento de 34% frente ao mesmo período um ano atrás. Desse volume 24,7 mil são basculantes, que apresentaram incremento de 43,2%. O segmento de carroceria sobre chassis vendeu 32,7% a mais do que em 2020, 72,3 mil unidades, sendo quase a metade de baús alumínio/frigorífico, que emplacaram 31 mil produtos, 29,2% mais, reflexo do aumento da demanda para entregar mercadorias adquiridas por meio de canais digitais. Os 1 mil 130 fabricantes de implementos rodoviários do País encerraram o ano empregando em torno de 70 mil pessoas, “número que pode ser ampliado em até 7% em 2022”, estimou Sprícigo: ao menos duas companhias, Guerra e Librelato, já sinalizaram que pretendem gerar 1,1 mil novas vagas. Fonte: Autodata / Foto: Fênix Implementos

O Programa de Concessões foi concebido para os investidores, sem se preocupar com quem paga o pedágio

ENTREVISTA – Paulo Ziegler (Representante da Comissão de Infraestrutura da Federação das Empresas de Logística e de Transporte de Cargas do RS – Sistema FETRANSUL). “Temos a clara impressão que este Programa de concessões foi concebido por um olhar dos investidores” diz Paulo Ziegler Qual sua opinião sobre o Plano de Concessões de Rodovias do Governo do Estado? PZ- O emprego de capital privado para atender a infraestrutura rodoviária é uma alternativa apreciável, sobretudo se o governo não tem recursos suficientes para atender. Porém é importante que sejam observados com equilíbrio os interesses do investidor e do usuário, pois é ele, e não o governo, quem vai pagar esta conta. Em resumo: é preciso estabelecer uma relação custo x benefício bem ajustada, tendo o cuidado de formalizar contratos que mantenham efetivo controle público sobre as operações. Paulo Ziegler, e sobre o caso da concessão da rodovia ERS 118? PZ – A ERS 118 foi incluída no bloco 1 destes projetos, sobretudo por ser uma via com bom VDM (densidade de tráfego), assegurando uma fonte de arrecadação que cubra VDMs baixos em outras das rodovias envolvidas, entre elas a RS 020. Por se tratar de um pedágio em região conurbana, terminam se configurando muitos problemas; divide cidades, onera percursos curtos de pessoas que se deslocam entre os dois municípios. Não é um pedágio rodoviário. Trata-se de um problema até social, pois mesmo as passagens de ônibus de trabalhadores que se deslocam de uma cidade pra outra serão oneradas com o pedágio. A presidente Dilma Roussef decidiu pela construção da BR 448, com o propósito de desafogar a BR 116, no trecho de Porto Alegre-Sapucaia do Sul, e uma justificativa central era por fim à discussão da implantação de um “polão rodoviário” que era pretendido pelo setor privado, e que cobraria pedágio entre Canoas e Esteio, na BR 116. O caso da RS 118 é muito semelhante…. O Sistema Fetransul fez um estudo financeiro? do projeto de concessões. O que merece destaque? PZ – Nossa Comissão de Infraestrutura tem acompanhado o assunto. Haveria muito a se dizer. Mas para simplificar e ser didático, dou foco à visão de que se trata de um projeto de 30 anos, envolvendo 47 bilhões, e um considerável volume de melhorias. Porém peca no otimismo, presumidamente para oferecer concessões “atraentes” aos investidores. Isto põe o risco o projeto a médio e longo prazo. E 30 anos é um tempo muito longo. Um aspecto central é que deste 47 bilhões, apenas 22% serão investimentos nas rodovias.Vamos pagar muito caro: R$ 36,6 bilhões, de despesas operacionais, custos financeiros, impostos e lucros (=78%). O senhor tem falado muito sobre um maior controle das concessões. Como e por quê? PZ – As experiências com a AGERGS como entidade de regulação mostraram-se frágeis. A Agência não é suficientemente estruturada para cuidar destes contratos e fundamenta suas análises por meio das informações que recebe dos concessionários, sem a devida verificação. Por isso, consideramos fundamental o controle online da arrecadação, e auditorias independentes nos balanços das concessionárias, além de estruturas locais de controle (controle social) Outros dois pontos, que o senhor tem declarado, são em relação ao subsídio cruzado e sobre o“free-flow”. Por favor, qual a importância de observarmos estas duas questões, em relação ao tema concessões? PZ – O subsídio cruzado, ao qual já fiz referência na primeira pergunta, fica evidente quando se verifica que as melhorias necessárias numa via como a ERS 118 são em valor muito inferior ao que vai se arrecadar na praça de pedágio, prevista para esta rodovia. Isso significa que vai arrecadar ali e usar em outra rodovia. Neste caso, um usuário da rodovia que trafega entre Gravataí e Alvorada vai pagar a mais por algo que não usou e nem vai usar. Isso é injusto e incondizente com uma relação de consumo: você deve pagar apenas aquilo que usou ou lhe trouxe benefício.Já quanto ao free flow, trata-se de uma modalidade de cobrança sem as tradicionais cabines ou praças de pedágio. Arcos a via, instalados a cada um ou dois km, por exemplo, vão medindo a passagem e descontando frações de cobrança via tags instalados nos veículos. Isso é mais justo (paga-se apenas o que se usa), é muito mais barato para cobrar, pois não existem funcionários 24hs em cabines, etc…. E já há previsão legal para seu uso. É uma forma boa para todos os envolvidos: concessionários e usuários. E certamente poderia baratear as tarifas, por reduzir os custos operacionais.Temos a clara impressão que este Programa foi concebido por um olhar dos investidores. A empresa contratada (Plano Engenharia) tem como clientes as grandes empreiteiras do Brasil. As cidades envolvidas, a sociedade e as forças econômicas locais e regionais não foram ouvidas ou consultadas. Isso explica os impasses que hoje se verifica. Poderia ter havido um caminho melhor para se buscar esta solução de privatização. Por: João Ricardo Boardman / Movimento RS 118 Sem Pedágio (CDL Cachoeirinha)

Afrânio Kieling participa da cerimônia de posse da nova mesa Diretora da Câmara Municipal de Porto Alegre

Na tarde desta segunda-feira (03), Afrânio Kieling, presidente do Sistema Fetransul e do Conselho Regional do SEST SENAT no RS, participou da cerimônia de posse da nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Porto Alegre. Idenir Cecchim (MDB) substitui Márcio Bins Ely (PDT) na presidência e irá comandar o Legislativo em 2022. Entre as autoridades presentes o prefeito Sebastião Melo e demais autoridades políticas, civis e militares. Juntamente com o presidente Idenir Cecchim, comandarão os trabalhos do Legislativo da Capital os vereadores Giovane Byl (PTB), na 1ª vice-presidência, e a vereadora Mari Pimentel (Novo), na 2ª vice-presidência. Também integram o comando do Legislativo as vereadoras Mônica Leal (PP), na 1ª secretaria, e Comandante Nádia (DEM), na 2ª secretaria, e os vereadores Alexandre Bobadra (PSL), na 3ª secretaria, e Matheus Gomes (PSOL), na 4ª secretaria. Já sob a presidência de Cecchim, tomaram posse os integrantes da Comissão Representativa, que atua nos períodos de recesso parlamentar. Igualmente, foram anunciados os representantes de cada uma das seis comissões permanentes. São eles: Comissão Representativa: Jessé Sangalli (Cidadania), Comandante Nádia (DEM), Idenir Cechim (MDB), Lourdes Sprenger (MDB), Mari Pimentel (Novo), Daiana Santos (PCdoB), Mauro Zacher (PDT), Mauro Pinheiro (PL), Mônica Leal (PP), Fernanda Barth (PRTB), Airto Ferronato (PSB), Cláudia Araújo (PSD), Moisés Barboza (PSDB), Alexandre Bobadra (PSL), Matheus Gomes (PSOL), Aldacir Oliboni (PT), Giovane Byl (PTB), Alvoni Medina (Republicanos) e Cláudio Janta (SD). Comissão de Constituição e Justiça (CCJ): presidente Cláudio Janta (SD), vice-presidente Ramiro Rosário (PSDB), Comandante Nádia (DEM), Felipe Camozzato (Novo), Leonel Radde (PT), Márcio Bins Ely (PDT) e Mauro Pinheiro (PL).  Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor): presidente Mauro Zacher (PDT), vice-presidente Mari Pimentel (Novo), Airto Ferronato (PSB), Bruna Rodrigues (PCdoB) e Moisés Barboza (PSDB). Comissão de Urbanização, Transportes e Habitação (Cuthab): presidente Jessé Sangalli (Cidadania), vice-presidente Karen Santos (PSOL) , Fernanda Barth (PRTB),  Hamilton Sossmeier (PTB), Pablo Melo (MDB) – substitui Cezar Schirmer (licenciado) e Pedro Ruas (PSOL). Comissão de Educação, Cultura, Esportes e Juventude (Cece): presidente Roberto Robaina (PSOL), vice-presidente Jonas Reis (PT), Daiana Santos (PCdoB), Gilson Padeiro (PSDB) e Giovane Byl (PTB). Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana (Cedecondh): presidente Cassiá carpes (PP), vice-presidente Alexandre Bobadra (PSL), Alvoni Medina (Republicanos), Kaká D’Ávila (PSDB), Laura Sito (PT) e Matheus Gomes (PSOL). Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam): presidente Cláudia Araújo (PSD), vice-presidente Lourdes Sprenger (MDB), Aldacir Oliboni (PT), José Freitas (Republicanos), Mônica Leal (PP) e Psicóloga Tanise Sabino (PTB). Foram escolhidos, ainda, líderes e 1º e 2º vice-líder, respectivamente, das seguintes bancadas: Cidadania – Jessé Sangalli; DEM – Comandante Nádia; MDB – Lourdes Sprenger e Pablo Melo; Novo – Mari Pimentel e Felipe Camozzato, PCdoB – Daiana Santos e Bruna Rodrigues; PDT – Mauro Zacher e Márcio Bins Ely; PL – Mauro Pinheiro; PP – Cassiá Carpes e Mônica Leal; PRTB – Fernanda Barth; PSB – Airto Ferronato; PSD – Cláudia Araújo; PSDB – Gilson Padeiro; PSL – Alexandre Bobadra; PSOL – Pedro Ruas; PT – Leonel Radde, Laura Sito e Aldacir Oliboni; PTB – Tanise Sabino e Hamilton Sossmeier; Republicanos – Alvoni Medina e José Freitas; SD – Clàudio Janta. Também tomaram posse nas diretorias de unidades administrativas da Casa, os diretores: Geral, Fabrício Benites Bernardes; Administrativo, Carlos Siegle de Souza; Legislativo, Luiz Afonso de Melo Peres; e de Patrimônio e Finanças, Paulo Rogério Silva dos Santos. SOBRE O PRESIDENTE IDENIR CECCHIM: Nascido em 5 de fevereiro de 1954, no município de Protásio Alves – à época Distrito de Nova Prata, Idenir João Cecchim é descendente de imigrantes italianos. Atualmente no seu quarto mandato como vereador de Porto Alegre pelo MDB, Idenir Cecchim será o presidente da Câmara Municipal em 2022, depois de já ter sido presidente da Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor) e líder da bancada do MDB na Câmara Municipal. Cecchim também foi chefe de gabinete da Secretaria de Indústria e Comércio do Estado no Governo Pedro Simon, secretário executivo do Codesul no Governo Germano Rigotto e secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) no Governo José Fogaça. É formado em Administração de Empresas e atua nos ramos de mineração e usinagem. Idenir Cecchim foi eleito vereador para o primeiro mandato, em 2008, com 7.577 votos. A pedido do então prefeito José Fogaça, licenciou-se da Câmara Municipal para continuar o seu trabalho à frente da Smic, pasta que comandou durante as duas gestões em que esteve no Executivo. Em abril de 2010, o vereador Idenir Cecchim retornou à Câmara, após ter passado cinco anos atuando como secretário da Smic. Nas eleições de 2012, Idenir Cecchim teve o seu mandato parlamentar renovado, sendo reeleito com 7.556 votos. Em janeiro de 2017, deu início ao seu terceiro mandato parlamentar, sendo reeleito para o quarto mandato nas eleições municipais de 2020. Com informações da Assessoria de Imprensa da CMPA