SEST SENAT planeja ações para a falta de motoristas profissionais no transporte de cargas
Em decorrência da falta de motoristas profissionais no transporte rodoviário de cargas, o SEST SENAT realizou como encaminhamento da Reunião Extraordinária da Seção II – do Transporte Rodoviário, realizada em março de 2021, com a pauta “a falta de motoristas para as empresas”, um levantamento de propostas. As propostas de ação foram encaminhadas pelos Gestores de Unidades Operacionais, Supervisores de Conselho Regional, Núcleo Pedagógico, Coordenadores e Gerentes Executivos. Programa de valorização do motorista, atração e empregabilidade; parcerias estratégicas e capacitação destes profissionais serão trabalhados ao longo de 2022.
Comunicado de recesso
O Sistema Fetransul estará em recesso de 27/12/2021 a 09/01/2022. Retornaremos no dia 10 de janeiro.Um Novo Ano cheio de saúde, alegria e sucesso!
Sul do Brasil: rodovias federais recuperadas e investimentos em aeroportos em 2021
Obras nos três estados da região envolveram todos os modos de transporte. Nove terminais aéreos foram concedidos à iniciativa privada Rodovias recuperadas e investimento público e privado em aeroportos marcaram a infraestrutura de transportes na região Sul do país em 2021. Por meio do Ministério da Infraestrutura, o Governo Federal entregou à população 19 empreendimentos, além de conceder nove terminais aéreos à iniciativa privada. Isso significa mais segurança, conforto e comodidade aos usuários, e melhores rotas para o transporte de cargas e o acesso a cidades turísticas. Levantamento do MInfra mostra que, durante todo o ano de 2021, os três estados da região Sul receberam R$ 636 milhões em investimentos, somando recursos públicos e privados. Esse valor foi usado para obras em 13 rodovias federais, quatro aeroportos, uma ferrovia e uma hidrovia. Um dos destaques foi a duplicação da BR-116/RS, que neste ano teve 11,4 quilômetros entregues. Desde 2019, quando assumiu as obras, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) entregou à população 130 quilômetros da rodovia. Principal via de acesso ao Sul do estado e ao Porto de Rio Grande, a rodovia tem nove de seus 10 lotes com mais de 70% dos serviços concluídos. A restauração da BR-101/SC, entre Palhoça (SC) e a divisa entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina, garantiu pista duplicada e marginais, 203 obras de artes especiais recuperadas, entre pontes, viadutos e passagens inferiores; 20 passarelas revitalizadas; 3 mil novas placas de sinalização implantadas; novas cercas construídas e recuperação da iluminação da Ponte Anita Garibaldi, em Laguna (SC). Aviação regional No setor aeroportuário, ocorreu a entrega da maior obra de aviação regional do país no Aeroporto de Maringá, no Paraná. A reforma e ampliação de toda a área operacional ampliou a capacidade do aeroporto para se adequar aos mais de 750 mil passageiros que passam pelo local anualmente, tornando-se a primeira obra pública de infraestrutura aeroportuária com base em projetos desenvolvidos na metodologia de Modelagem de Informação da Construção (BIM, na sigla em inglês). ? O novo terminal de passageiros e a nova torre de controle do Aeroporto Internacional de Navegantes, entregues também em 2021, garantiu mais conforto e segurança para todos os usuários do terminal do litoral catarinense, que triplicou de tamanho, e contribuiu ainda para o desenvolvimento econômico da região, bem como para a segurança operacional, com a nova torre de controle. Investimento privado Além das obras entregues, a região foi beneficiada com a 6ª rodada de concessões de aeroportos, cujos leilões foram realizados em abril, durante a InfraWeek. O grupo CCR, vencedor do certame, firmou o compromisso de investir R$ 1,8 bilhão na modernização dos aeroportos de São José dos Pinhais-Curitiba (PR), Bacacheri-Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). O contrato entre União e a nova concessionária foi assinado em novembro. Confira a lista das entregas realizadas na região durante o ano de 2021: Fonte: Revista News
Transporte Rodoviário de Cargas possui previsões econômicas otimistas para 2022

Há quase dois anos, a pandemia da covid-19 mudou o cenário mundial, afetando diretamente os principais setores da economia e levando o país a uma das piores crises da história. Conforme dados do Boletim Focus, a estimativa para o final de 2021 é de um crescimento de 4,80% do Produto Interno Bruto (PIB) em comparação ao ano passado. Porém, as expectativas para 2022 não são as mais animadoras para a economia brasileira. De acordo com o relatório do Banco Goldman Sachs, o qual alerta sobre um cenário de inflação aquecida e de condições monetárias mais apertadas, podemos esperar um aumento de apenas 0,8% no cálculo de tudo que é produzido no país no próximo ano. Com a possibilidade de estagflação (evento econômico caracterizado por inflação alta e crescimento estagnado associados a altos níveis de desemprego), em 2022 o país enfrentará um período desafiador, no qual, devido a índices de inflação elevados, diversas atividades econômicas importantes para o Brasil podem ser impossibilitadas de se manter no mercado, decorrente do alto custo de produção e dos recursos necessários para a atividade. Para o transporte rodoviário de cargas (TRC), a situação se encontra em um cenário mais otimista. Segundo a pesquisa realizada pelo Radar da Confederação Nacional de Transporte (CNT), divulgada recentemente, o PIB do transporte cresceu 3,6% em volume no primeiro trimestre de 2021 puxado pelo avanço no setor neste ano. O segmento se deparou com uma alta no agronegócio, que deve seguir puxando a demanda do modal rodoviário no ano que vem. O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Oeste do Paraná (SINTROPAR), Antonio Ruyz, reforça a importância da região para a economia do estado devido ao cenário otimista da safra de verão. Além disso, há também a perspectiva de transportar produtos para o mundo todo pelo Porto de Paranaguá, um dos principais canais de escoamento de cargas para o oeste do Paraná, responsável pelo impulsionamento do agronegócio do estado, com cidades líderes na produção desses produtos, como Cascavel e Toledo. “Nossa região tem uma grande relevância e importância na economia do Paraná, pois somos uma região voltada para o agronegócio e para a agroindústria. Temos grandes cooperativas de âmbito nacional localizadas nessa região. Com o aumento da produção em 2022, o transporte também precisa contribuir para o escoamento do produto primário. Deste modo, estamos bastante confiantes e otimistas para o ano que vem devido à região Oeste ser um grande produtor de alimentos para o país e para o mundo”, afirma Ruyz. Um dos fatores que contribuíram para tal crescimento do setor foi a evolução mercadológica, que nos últimos dois anos obrigou as empresas a se reinventarem para se manter em atividade, fato decorrente da pandemia que assolou o mundo em 2020. A vertente do e-commerce se tornou uma necessidade para as transportadoras neste período, pois viabilizou que as cargas alimentícias, hospitalares e de outros segmentos pudessem ser entregues à sociedade mesmo com as dificuldades enfrentadas no período. Observando essas mudanças no TRC, Diego Nazari, diretor de desenvolvimento e negócios da Rodovico Transportes e diretor comercial do SINTROPAR, afirma que o e-commerce foi um grande contribuinte para as transportadoras, pois permitiu aos motoristas profissionais de caminhões que continuassem exercendo suas atividades. Nazari ainda lista que o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) foi um dos grandes benefícios para o segmento transportador, pois trouxe conhecimentos como redução de custos do controle e facilidade na identificação de operações irregulares. “Acredito que no transporte, principalmente nessa modalidade em que atuamos, que é o agenciamento de carga, nosso principal negócio é vender. Para isso, precisamos de inteligência com a qual possamos entender o comportamento do consumidor, identificando onde ele está e qual frete ele está procurando e, com isso, saber o perfil de rota do motorista. Assim, a plataforma do e-commerce traz essas soluções para que possamos ser mais assertivos na hora de buscar o motorista ideal para determinada rota de modo que o frete seja calculado de forma correta e justa” ressalta Nazari. Dificuldades do setor O ano de 2021 também foi marcado por constantes aumentos nos insumos para a atividade das empresas de transporte no oeste do Paraná. Segundo dados do levantamento de novembro da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina atingiu a marca de R$ 6,30 e o álcool se encontra em R$ 5,46 o litro. “Nos últimos 12 meses, o TRC vem sofrendo um aumento muito significativo em seus insumos, e isso vem trazendo uma grande defasagem para o setor de transporte. Nossa maior dificuldade, analisando o cenário de 2022, é repassar esse custo operacional, como o aumento no diesel, na mão de obra e na manutenção do caminhão, pois são fatores que não conseguimos controlar”, conclui Ruyz. O presidente da entidade ainda afirma que os transportadores vão precisar se reinventar em 2022. Serão necessários reajustes adequados para que as empresas do TRC se mantenham em atividade, pois não há previsões de uma redução nos custos de insumos, o que acarretará um aumento de custo operacional e um novo cálculo de frete aos clientes. Fonte: NTC&Logística
Gestores do transporte participam de aula sobre liderança e produtividade promovida pelo SEST SENAT
Com 25 anos de experiência, o professor Mauro Peres compartilhou conhecimentos e ensinamentos com a alta gestão do setor de transporte durante a segunda Sessão Premium promovida pelo SEST SENAT, no dia 14 de dezembro. A aula integra os conteúdos do Digital Hub, uma plataforma de conexões exclusiva para executivos e gestores do transporte, oferecida pelo SEST SENAT em parceria com a HSM, referência em educação corporativa no Brasil. Mauro Peres falou sobre as formas de gestão mais atuais, os resultados das organizações e como uma equipe de alto desempenho depende de uma liderança pós-moderna. Ele explicou sobre o líder pós-digital que tem como objetivo dar significado às ações da equipe, propor a impermanência, criar um ambiente psicologicamente seguro, deixar o papel de herói, zerar a distância dos colaboradores dos clientes e ser obcecado por gerar valor. “A característica número um que faz um time ser extremamente produtivo é a segurança psicológica. E tem organizações que conseguem fazer isso, tendo como colaboradores pessoas que se sentem seguras para falar e expor seus receios, medos, questões e ideias. Com isso é possível tirar o máximo das pessoas”, explicou Mauro Peres. Esse conteúdo normalmente é oferecido exclusivamente para os inscritos no Digital HUB. Mas o SEST SENAT abriu ao público, pela segunda vez como uma forma de oferecer mais valor aos gestores do transporte. A primeira sessão foi com professor Luis Lobão que falou sobre ferramentas de gestão que podem apoiar a transformação digital nas empresas. Quem não conseguiu assistir as palestras dos professores Mauro Peres e Luis Lobão e quiser saber mais sobre esses assuntos precisa se inscrever no Digital HUB. Os interessados em acessar a plataforma devem preencher o formulário pelo link https://forms.office.com/r/KqCDm3CUkv. Quem já for inscrito e quiser ver as palestras, basta acessar a plataforma Digital HUB. Digital Hub O Digital Hub é uma rede de conexões na qual é possível ter acesso a conteúdos desenvolvidos pelos grandes nomes da gestão de negócios, especialistas e pesquisadores reconhecidos internacionalmente. A plataforma leva o selo HSM – instituição referência em educação corporativa no Brasil –, e oferece interação e compartilhamento de boas práticas para que os executivos possam trilhar novas experiências e lapidar seus conhecimentos. Entre os grandes nomes nacionais e internacionais que foram especialmente selecionados pela sua relevância para participar da plataforma, estão Peter Diamandis, Pascal Finetti, Yuval Harari, Luís Lobão, Brené Brown, Dora Kaufman e Gabrielle Teco. São vídeos, podcasts, entrevistas e artigos sobre gestão, liderança, tendências, tecnologia, estratégia e negócios. Os conteúdos são divididos nas seguintes categorias: Produtividade e Equipes de Alto Desempenho; Gestão Eficiente e Ágil; Tendências e Visão de Negócios; e Gestão Financeira e Visão Sistêmica. Dentro da plataforma, há ainda o Fórum de Experiências, um espaço voltado ao compartilhamento de ideias, práticas e cases.
Governo aprova mistura de 10% de biodiesel no óleo diesel
Teor da mistura vale para todo o ano de 2022 O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que estabelece o teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel fóssil em 10% para o ano de 2022. A decisão foi tomada pelo CNPE em 29 de novembro e a aprovação presidencial publicada hoje (17) no Diário Oficial da União. De acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME), que preside o conselho, a decisão visa proteger os interesses do consumidor quanto ao preço, qualidade e oferta dos produtos. A estimativa do governo é que o percentual de adição obrigatório de biodiesel ao óleo diesel deve evitar, em média, uma elevação de preços de R$ 0,12 no ano que vem, em um cenário de aumento das commodities, como a soja, no mercado brasileiro e internacional, e de desvalorização cambial. A soja é a principal matéria-prima do biodiesel brasileiro, com cerca de 71% na composição. O restante é oriundo de sebo bovino e outros óleos. Segundo o MME, pela legislação, o CNPE pode aumentar esse teor até 15% ou reduzi-lo até 6%, motivado pelo interesse público. Em outubro, o colegiado já havia reduzido o percentual de 13% para 10%, diante das elevações de preços no mercado de combustíveis. Em comunicado divulgado no início do mês, o MME explicou que o biodiesel manteve preços médios, ao longo de 2021, equivalentes ao dobro do preço do diesel A, proveniente exclusivamente do petróleo. “Tal diferença de preços, quando aliada a altos percentuais de biodiesel na mistura, tem forte potencial de impacto na economia do país, dada a relevância do modal rodoviário, com reflexos diretos no aumento da inflação [de preços de fretes e dos produtos transportados]”, diz o MME. “Ademais, com base nas melhores informações disponíveis, mesmo que haja uma supersafra mundial de soja, não há expectativa de queda significativa do preço da commodity no mercado internacional, a ponto de alterar o elevado patamar de preço do biodiesel”, completou a pasta. A decisão, segundo o CNPE, concilia medidas para a contenção do preço do diesel, mas não compromete a manutenção da Política Nacional dos Biocombustíveis (RenovaBio). Em vigor desde 2017, a política trata da expansão, de forma sustentável, da produção e uso do biodiesel, visando ao desenvolvimento regional, à inclusão social de pequenos produtores e à redução de emissão de gases causadores do efeito estufa. A partir de 1º de janeiro, também terá início o novo modelo de comercialização de biodiesel, com a possibilidade de contratação direta entre o produtor do insumo e o distribuidor de combustíveis. O modelo foi definido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em substituição aos leilões públicos e visa reduzir os preços na cadeia até o consumidor final. “O mercado continuará sendo monitorado permanentemente pelo CNPE e, se necessário, medidas tempestivas poderão ser adotadas, a fim de resguardar a Política Energética Nacional e a Política Nacional dos Biocombustíveis”, destacou o MME. Fonte: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília
CNT divulga tabelas para o cálculo da contribuição sindical

Novas tabelas entram em vigor em 1º de janeiro de 2022 A contribuição sindical está prevista no Artigo 149 da Constituição Federal de 1988 e nos Artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Possui natureza tributária e é facultativamente recolhida pelos empregadores, no mês de janeiro, e pelos transportadores autônomos, no mês de fevereiro de cada ano. A contribuição sindical, anteriormente denominada como imposto sindical, é essencial para o funcionamento e a manutenção da autonomia das entidades na defesa dos interesses do setor transportador junto às esferas de Poder. Por previsão legal, os valores arrecadados a título de contribuição sindical serão divididos entre o sindicato que representa a categoria (60%), a Conta Especial Emprego e Salário (CEES) do Ministério do Trabalho (20%), a Federação Estadual (15%) e a Confederação (5%). Clique aqui para fazer download da tabela de 2022 Fonte: Agência CNT Transporte Atual
Empresários do transporte de cargas lançam livro inédito sobre gestão
Obra conta com dezoito coautores Principal meio de abastecimento da indústria e do comércio, o transporte rodoviário de cargas (TRC) é responsável por movimentar mais de 65% de tudo aquilo que é produzido no Brasil. Dada sua importância e abrangência, o setor conta com diversas empresas ao redor do país que possuem uma grande responsabilidade relacionada à gestão de suas atividades e que cada vez mais investem em iniciativas que melhorem os seus serviços. Analisando esse contexto e atentos para disseminar as boas práticas realizadas pelas empresas do transporte de cargas, empresários de diversos estados brasileiros se reuniram no Cine Petra Belas Artes, em São Paulo. O objetivo foi discutir as ações das empresas do setor realizadas no ano de 2021 e lançar oficialmente o livro Experiências na gestão para a inovação do transporte de cargas brasileiro. A obra em questão é uma iniciativa dos projetos IT10 e IT Seniors. Por meio do desenvolvimento de uma comunicação eficiente e da evolução das práticas dos influenciadores do transporte em suas mídias sociais, a obra visa aperfeiçoar a imagem do transporte rodoviário de cargas brasileiro e levar as discussões do segmento para lugares nos quais o setor nunca foi discutido. A obra foi escrita por executivos e participantes do projeto IT Seniors, Ana Jarrouge, presidente executiva do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo; André de Simone, membro do conselho administrativo da Transita Transportes; Felipe Medeiros, COO da GVM Solutions Brasil; Guilherme Juliani, CEO do Grupo MOVE3; Joyce Bessa, head de gestão estratégica, finanças e pessoas da TransJordano; Lucas Scapini, CEO do Grupo Scapini; Marcos Teixeira, diretor da Costa Teixeira Logistics; Priscila Zanette, diretora da Ouro Negro Transportes; Rafaela Cozar, head de gestão e inovação da Roda Brasil Logística; e pelos membros do projeto IT10, André Rufatto, sócio administrador da Rufatto Transportes e Logística; Antônio Lodi, CEO da Transportadora Andrade; Danilo Guedes, presidente da ABC Cargas; Diego Nazari, diretor de desenvolvimento de negócios da Rodovico Transportes; Eduardo Ghelere, diretor executivo da Ghelere Transportes; Geovani Serafim, fundador presidente da Serafim Transportes; Gislaine Zorzin, diretora administrativa da Zorzin Logística; Luiz Gustavo Nery, diretor comercial do Grupo Rodonery Transportes; e Thaís Bandeira, sócia proprietária da Kodex Express. O livro é dividido em dezoito artigos escritos por cada um dos coautores e tem como tema principal descrever as ações desenvolvidas por cada um dos empresários em suas organizações e o que eles têm a levar como experiência e ensinamentos para as próximas gerações no segmento. Idealizador do projeto, Rodrigo Bernardino acredita que o livro é mais um marco para os empresários desse segmento tão importante da economia brasileira e que levar o setor para diferentes lugares é enriquecedor e pode melhorar a imagem do TRC perante a sociedade. “Temos aqui uma obra escrita por profissionais que realmente vivenciam o setor e que fazem com que grande parte dos produtos que consumimos cheguem até nós. O projeto Influenciadores do Transporte nasceu com a missão de ser disruptivo e de mostrar para a sociedade a relevância que esse segmento tem para o país. As empresas e os empresários estão cada vez mais se aperfeiçoando e trazendo novidades para o setor, então falar sobre isso é muito importante”. Esse é o segundo livro lançado pelo projeto. Ano passado, dez empresários se reuniram para o desenvolvimento do livro “O transporte de cargas brasileiro em tempos de pandemia”, que trouxe reflexões, desafios e oportunidades apresentadas ao segmento de transporte de cargas durante a pandemia do novo coronavírus. O livro Experiências na gestão para a inovação do transporte de cargas brasileiro estará disponível em breve nas plataformas digitais e é uma ação do IT10 Influenciadores do Transporte e IT Seniors, além de contar com a iniciativa do Grupo Mostra de Ideias, com o apoio do EME e com incentivo da Mercedes Benz. Fonte: Mostra de Ideias
Programa Despoluir e Sistema FETRANSUL participam do último Roda Legal do ano
O Programa Estrada para a Saúde do Instituto CCR realizou suas ações na última quarta-feira (15), no Posto SIM da Freeway em Gravataí . A iniciativa é realizada no Rio Grande do Sul por meio da CCR ViaSul.Durante o evento, os participantes puderam realizar testes clínicos de colesterol, triglicerídeos, HGT, aferição de pressão arterial e medição de Índice de Massa Corporal (IMC). Participaram da ação: Programa Ambiental do Transporte – Despoluir, Sistema Fetransul, Setcergs, SEST SENAT, Cooperativa Transpocred, Hoff Pneus/Bridgestone Bandag, Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre outros.
Nova plataforma interativa lançada pelo MInfra e EPL traz indicadores mensais sobre o setor de transportes

Panorama Transportes apresentará periodicamente uma série de dados relativos ao transporte e movimentação de cargas e passageiros O setor de transportes conta agora com uma nova ferramenta online que apresentará mensalmente um balanço de desempenho através de indicadores: o Panorama Transportes. Composto por um painel interativo, o informativo permite ao usuário a seleção de filtros para personalizar a pesquisa, a partir de uma série de dados mensais e informações objetivas. Uma iniciativa idealizada pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra) e pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e desenvolvido pelo Observatório Nacional de Transporte e Logística (ONTL). O objetivo é expor, mensalmente, diversos indicadores do setor de transportes, divididos em três temas: transporte e movimentação de cargas e passageiros; tráfego e segurança; e indicadores socioeconômicos. A pesquisa está dividida por tópicos. Em transporte e movimentação, os dados estão divididos por modo de transporte, tanto para cargas quanto para passageiros. São vários indicadores, que contam, inclusive, com cálculos estimativos pela EPL. “Com essa parceria entre a EPL e o Ministério da Infraestrutura, juntamos os esforços para criar uma ferramenta ainda mais inovadora”, avalia a secretária de Fomento, Planejamento e Parcerias do MInfra, Natália Marcassa. “Antes, tínhamos informativos rígidos, com informações pontuais, que serviam como fotografias. Agora, cidadãos, produtores, investidores e agentes públicos terão a sua disposição painéis interativos para escolher os recortes de informações, de acordo com a necessidade de cada um”, completou. O diretor-presidente da EPL, Arthur Lima, destacou que a plataforma permite o acesso das informações do setor de transportes em linguagem clara e acessível. “O Panorama Transportes é uma fonte de consulta que permite apoiar os setores público e privado na tomada de decisões estratégicas de investimentos e planejamento do setor de transporte e logística. Além disso, permite que a pesquisa científica para o setor seja apoiada em dados técnicos qualificados”. Para cargas são disponibilizados o volume transportado pelo modo aquaviário, com foco no comércio exterior e tipo de carga; volume de cargas do transporte ferroviário por grupo de carga; carga paga transportada no setor aéreo, por origem doméstica e internacional; além de um recorte no transporte rodoviário, apresentando volume transportado de soja, milho e farelo, com foco no comércio exterior, e também de combustíveis e derivados. Nas informações de passageiros, estão destacados dados mensais e anuais de passageiros transportados pelo setor aéreo e a tarifa aérea real média (Yield). No rodoviário, são apresentadas estimativas de preço médio da passagem interestadual, assim como de passageiros transportados. Inovação A nova ferramenta também inova nas questões de custos e fretes, apresentando, por meio de indicadores, gráficos temporais e percentuais de variação, o frete médio em R$/TKU de rodovias, ferrovias e cabotagem por grupos de mercadorias (contêineres, diesel, minério, e soja, milho e farelo). Constam ainda estimativas de consumo de óleo diesel pelo setor de transportes e dados do preço médio estimado de revenda do diesel e da produção de óleo diesel no Brasil. Sob os aspectos de tráfego, é apresentado o índice ABCR para veículos leves e pesados, assim como de o tráfego registrado em praças de pedágio, podendo ser consultado para motos, veículos leves, veículos pesados e tráfego isento, por mês e acumulado, além de percentuais de variação. A ferramenta também mostra os dados relativos a vítimas fatais em acidentes. Já os indicadores socioeconômicos estão divididos em PIB por trimestre e acumulado; investimento público federal por modo de transporte – rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário; Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA); Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) no setor de transportes; e o Saldo de emissões e demissões formais no setor de transportes. Fonte: MInfra