Rio Grande aguarda abertura de unidade do SEST/SENAT
A cidade mais antiga do Rio Grande do Sul, fundada em 1737, tendo sido por muito tempo a Capital do Estado, terá em breve, um Posto de Atendimento ao Trabalhador de Transporte nas Estradas (PATE). Essa unidade do SEST/SENAT está pronta e apenas aguarda algumas definições na contratação do quadro funcional e ajustes técnicos para passar a atender o público alvo na região onde está situado o único porto marítimo no território gaúcho.
O PATE de Rio Grande está instalado junto ao Posto Buffon, na BR-392, km 10, onde circulam em média dois mil caminhões por dia. O prédio destinado à unidade do SEST/SENAT tem 252,44m² de área construída. “A obra está pronta. Foi construída no decorrer de 2005”, avisa a gerente administrativa Ana Paula Amaral. Sua estrutura física dispõe de uma sala de aula, uma sala de lazer, um gabinete médico e dois odontológicos, sala da gerência e setor administrativo.
Já o quadro funcional desse PATE contará com a gerente administrativa, auxiliar administrativo, um médico, dois dentistas, um instrutor, um auxiliar de serviços gerais e estagiários conforme a demanda.
A pedagoga Ana Paula Amaral tem como grande meta, dentro da instituição “desenvolver ações sociais e educativas para fortalecer o principal alicerce do setor do transporte no país: o trabalhador, visando sempre a melhoria da qualidade de vida, cuidando do bem estar social e incentivando a qualificação profissional”.
Superporto
Distante 310 quilômetros de Porto Alegre, a cidade de Rio Grande tem uma população de aproximadamente 200.000 habitantes. Está situada no extremo sul do Estado, entre as Lagoas Mirim e dos Patos (a maior do Brasil) e o Oceano Atlântico.
É o porto de maior calado do Mercosul e, no correr dos anos, deve tornar-se um porto concentrador de cargas, atendendo não apenas o Rio Grande do Sul, mas também o Uruguai, Argentina e Paraguai, os parceiros do Brasil no Mercado Comum do Sul.
O complexo portuário de Rio Grande se constitui em quatro instalações principais: o Porto Velho, o Porto Novo, o Superporto e São José do Norte (este último uma área pesqueira, sem maior importância econômica).
Desde 14 de abril de 1997 todas as operações dos diversos terminais do Porto de Rio Grande estão privatizadas. Isto assegurou maior eficiência, reduziu os custos de movimentação de mercadorias e tornou o porto mais atrativo — não apenas para exportadores e importadores do Rio Grande do Sul, mas também para exportadores e importadores dos países vizinhos do Mercosul.
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